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sábado, 10 de julho de 2010

Tratamento especial

Recebi isto por mail, e já ando a indagar onde é que isto fica !!!

Na Áustria, por 135€ é possível nadar duas horas numa piscina de cerveja gelada.



O Spa tem 7 piscinas, todas cheias com cerveja e o líquido é trocado em cada sessão.

De acordo com os proprietários, o banho de cerveja limpa a pele, ajuda a cicatrizar feridas e combate doenças.

Se faz bem para uso externo, imagene-se por via oral ...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Final de época (II)

Continuando a volta pelas redondezas de Busteliberne, voltei a atacar uma subida que já tinha tentado fazer com tempo de chuva e que por ser em rocha tinha ficado logo no início ...


Como se percebe, logo a partir do ínicio (local onde fotografei), a subida é em rocha o que a torna quase impossível de se fazer com piso molhado. Como desta vez, estava tudo seco fui lá tentar.

E de facto, quase conseguia superá-la mas a parte final, muito íngreme e com muita pedra grande e solta, terá que ficar para a próxima. Os 125cc de que disponho não me dão potência suficiente para atacar a parte final ... Paciência.


Acabei por voltar atrás e dar a volta ao monte pela encosta norte. Pelo meio encontrei malta que tinha parado para descansar a meio de uma caminhada :)


Já na parte final do percurso, muito perto da Casa da Veiga, descobri um pequeno riacho onde era possível atravessar a vau e então lá fui eu ...


Acho que o atravessei umas três ou quatro vezes ...
Estava tanto calor que deu para refrescar as partes baixas da mota :)


E foi assim ... final da época 2009/2010.
Entretanto já trouxe a mota para casa e vou-lhe fazer uma pequena revisão e prepará-la para o próximo ano.

Até lá :)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Final de época (I)

No último fim de semana de Junho, dei por encerrada a época 2009/10 no que respeita às minhas actividades TT. Num ano que se pretendia preenchido (deixei a mota em Cabeceiras o ano inteiro para poder fazer mais passeios) acabei por fazer apenas 3 ou 4 passeios ...
Nem nos passeios do Motoclube do Porto consegui participar ... enfim, pró ano há mais :)

Calor comó caraças !!! Definitavemente, com este tempo quente não dá para andar de mota no monte ...

Desta vez, acabei por dar uma volta entre Abadim, Busteliberne e nas fraldas da Cabreira. Percorri alguns trilhos que já conhecia na zona de Abadim e explorei, essencialmente novos caminhos nas redondezas da aldeia de Busteliberne. E aí está ela ...


Em Busteliberne, descobri um novo trilho que é um verdadeiro "mimo" para os amantes da pedra. Durinho q.b. e com alguns degraus interessantes ...

Havia inclusive uma velha ponte onde tive que atravessar com a mota na mão para não correr o risco de cair para o lado ... Não parece mas a força das águas dos últimos anos (e acredito que do último inverno) destruiram "quase" por completo a ponte.


E depois, mais pedra ... e a subir.
Suei que me fartei. Até encharquei o capacete ...


No final, dificuldade superada. E hei-de lá voltar :)
Logo a seguir à passagem na aldeia de Busteliberne, nova dificuldade. Esta já tinha tentado anteriormente e tinha sempre ficado a meio. Desta vez fui com a pujança toda e acabei por subir isto em 2ª e sempre a puxar !!!


Apesar de o início ser pouco íngreme, a partir de meio e principalmente o final, a inclinação é bastante acentuada ... Dificuldade superada :)

Volto já :)
Continuação no próximo post.

terça-feira, 22 de junho de 2010

V (2009)


V (2009) é uma série de televisão de ficção científica produzida pela norte-americana ABC que estreou em Novembro de 2009 e cuja primeira temporada tem 12 episódios acabados de ver na semana passada :)

Trata-se de um remake de uma conhecida série de meados dos anos 80 com o nome V - A batalha final.
Sinceramente já pouco me lembro dos detalhes da história da série original mas recordo-me que na altura fiz uma colecção de postais (ou de cromos?) da série e, basicamente, que havia uns lagartos que tinham chegado à Terra e entraram em guerra com os humanos ...

A versão de 2009 baseia-se nessa ideia original. Um conjunto de navas alienígenas chega à Terra com a mensagem de que vem em paz mas rapidamente se percebe que existem segundas intenções por detrás da falsa mensagem de paz.

Apesar de não classificar a série com nota elevada, acho que está ao nível de outras anteriores como por exemplo a Terminator: The Sarah Connor Chronicles ou Jericho e, muito provavelmente, irá sofrer o mesmo destino.
Vem aí a segunda temporada, lá para o final do ano e se mantiverem o mesmo nível, duvido que consigam extender a série para mais temporadas ...
Logo se verá.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Parabéns atrasados

Distraído como normalmente sou, claro que deixei passar em claro a comemoração do 1º aniversário do blog :)
Pois é, fez 1 ano no passado dia 3 de Junho.

Então pronto, aqui ficam os parabéns atrasados!

Após 365 dias (e mais alguns ...) de blogger sinto-me satisfeito com a minha performance :).
Não correu mal ... Acabei por não publicitar muito o blog na fase inicial (pois não sabia se o iria aguentar) pelo que o número de visitas acabou por ser um pouco fraco nos primeiros meses. Ultimamente tenho tido mais hits e espero que neste segundo ano aumentem o número de visitas e também os comentários.
A ver vamos ...

Tenho feito, em algumas ocasiões, um esforço por manter o blog actualizado e acho que o tenho conseguido. Tenho procurado diversificar os assuntos que abordo para não ser sempre a mesma coisa.
Em suma, estou gostar pelo que vou continuar a relatar as minhas (des)aventuras ...
Espero que gostem :)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Spinalónga

Spinalónga é o nome da ilha que serve como base à história contada no livro "A Ilha" de Victoria Hislop.

Este livro tinha sido oferta da F. no meu aniversário em 2007 mas, por várias razões (incluindo outros livros), foi ficando na prateleira à espera que lhe pegasse.
O livro relata a história de uma família grega que, ao longo de várias gerações, foi devastada pela Lepra, doença para a qual, até meados do séc. XX, não existia cura pelo que os infectados eram literalmente arrancados das suas famílias e enviados para uma colónia de leprosos precisamente em Spinalónga, uma pequena ilha perto da costa este de Creta, na Grécia.
Sinceramente, custou-me imenso acabar o livro e só o fiz por ter sido um presente da F. caso contrário teria ficado mesmo a meio.
Não sei se tem a ver com o meu estado de espírito actual ou se é a influência de outras leituras que tenho feito mas já não tenho paciência para este tipo de livros.
A leitura até é agradável e a simplicidade da escrita permite uma leitura fácil mas ... faltou-me acção, um enredo que me envolvesse mais na história e essencialmente alguma imprevisibilidade. À medida que ia lendo, tudo acontecia tal como se esperava que acontecesse ...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Ao fim de meio ano, voltei ... (II)

Depois da passagem pela Junta de Freguesia de Riodouro, iniciei então a descida da encosta até à estrada nacional. Pelo menos, esse era o objectivo.

Após algumas voltas, inclusive algumas onde tive que fazer o caminho inverso pois não tinha saída lá consegui chegar ao cemitério de Riodouro que fica sensivelmente a meio da encosta.
Logo a seguir ao cemitério, optei por cortar à direita por um caminho que me levou exactamente para onde eu queria. Ao Rio de Vilela, um afluente do Rio Peio que nasce na Cabreira e vai desaguar no Tâmega.


E tinha ponte para atravessar e tudo!!! Aparentemente, tudo corri bem ...


Só que depois de atravessar o rio e começar a subir é que a "porca torceu o rabo"! E de que maneira ...
A uns escassos 100~200 metros de chegar à localidade de Portelinha (e à estrada nacional) deparo-me com esta subida completamente impossível de se fazer !!!


Apesar de a foto anterior espelhar a inclinação da subida, a foto seguinte ilustra perfeitamente qual era a verdadeira dificuldade da subida. Aquilo não eram pedras, eram rochas que tinham nascido ali !!! E era cada uma !!


Lá tive que voltar para trás, refazendo o trajecto até ao cemitério de Riodouro e depois, toca a abrir até casa pois já estava na hora do tacho ...
Pelo caminho, ainda parei para registar um importante marco tecnológico na actividade de pastoreio.

Quem anda por estas bandas, mais cedo ou mais tarde acaba por encontrar coisas como por exemplo uma cancela fechada ou cordas utilizadas para guiar o gado que nos barram o caminho. Pois bem, foi exactamente aquilo que encontrei. Uma corda que me fechava o caminho. Ora, está-se mesmo a ver que não há dificuldade nenhuma. O artista saiu da mota e toca a pegar na corda e colocá-la no chão. Eis quando, sem prever, pimba !!! Um choque! E pensei eu, mas o que é isto? Electricidade estática? Voltei a pegar na corda e ... pimba outra vez!


Pus-me à procura e encontrei-o. Estava mesmo ali à frente dos meus olhos.


Um PASTOR ELÉCTRICO !!! Irra que só me faltava mesmo isto ...
Os nossos pastores estão a ficar espertos ... e avançados tecnologicamente ...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ao fim de meio ano, voltei ... (I)

Pois é, a última vez que tinha pegado na mota foi no dia 1 Novembro do ano passado!!!

Mais de 6 meses depois, finalmente, eu e ela, ela e eu ... lá fomos nós, para mais umas voltinhas na zona de Cabeceiras. No fim de semana de 15 e 16 de Maio (aproveitando claro o "feriado papal") lá fui eu para cima ...

Desta vez, e seguinda umas dicas do meu cunhado, resolvi ir para o "outro lado" do monte ou seja, Riodouro. Não, não foi ali para os lados da ribeira nem para os lados de gondomar. Riodouro é uma freguesia do concelho de Cabeceiras de Basto que fica na encosta mesmo em frente à encosta onde fica Abadim (normalmente o meu ponto de partida).

Por acaso, em voltas anteriores, já tinha pensado em percorrer os trilhos daquele lado. É muito mais verde, com bastante vegetação e sempre me permitiria "mudar de ares" sem me afastar muito do centro de Cabeceiras. É que como vou sozinho (já sei que não devia mas ...) convém sempre andar por perto ...

Eis o trilho que percorri ou melhor, quase percorri. Houve ali uma subida de uns miseros 20 metros totalmente impossível de a fazer sozinho. Mas já lá vamos ...


Logo no início, em Chacim, uma trialeira fantástica com muita pedra e sempre a subir !!! Espectáculo, vale bem a pena fazê-la outra vez ... Não tenho fotografias desta zona porque era literalmente impossível para a meio. Caso o fizesse duvido que conseguisse continuar a subir sem ter que retornar uns bons metros atrás.
Logo depois uma zona de bastante lama que desci e que não resisti a tentar subi-la. Pois bem, foi mesmo só tentativa porque ao fim de 3 desisti e segui caminho. A lama era muita, a inclinação também e os sulcos, bem, era cada um ...

O aspecto do início da subida era este.



E a parte final, onde já não dava mesmo ...


E para que conste, cá fica o registo da Junta de Freguesia.


Mesmo aqui ao lado da junta ainda deu para analisar a encosta do outro lado e ver os caminhos que costumo percorrer entre Abadim e o aeródromo.


A partir daqui foi tentar descer a encosta até à nacional para depois subir para Abadim ... E isso fica para a segunda parte :)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Café Lameirinho

Há já algum tempo que ando a matutar nesta ideia para mais um tema para o blog: um roteiro gastronómico. E conteúdos não me faltam ... falta é o tempo :)

Quem me conhece sabe que sou um "bom garfo" e que uma das coisas que me dá prazer na vida é apreciar uma bela refeição e sempre que posso (essencialmente quando saio em passeio) faço os possíveis por conhecer novos locais de "repasto" :)

Um dos meus locais de peregrinação anual é o Café Lameirinho em Cabanas de Baixo (junto à foz do Rio Sabor), Torre de Moncorvo.


Há pelo menos 10 anos que tenho por hábito, pelo menos uma vez por ano, fazer um passeio até Torre de Moncorvo e, consequentemente, ao Café Lameirinho. Essencialmente, só há dois pratos: migas de peixe e peixe frito. O que não quer dizer que se preparem outros "pequenos" pratos para quem não gosta ou para quem levar crianças, como é o meu caso.

Recomendo vivamente o peixe frito ou como vulgarmente é conhecido, peixinhos do rio. É de comer até cair para o lado. E só vem para a mesa o peixe, pão e salada. Da última vez que lá fui (páscoa de 2010), o Sr. João ainda nos deu a provar as migas. Muito bom também, mas ... peixinhos do rio é que é !!!

E depois há o Sr. João! Sim, porque o Sr. João é uma personagem única em toda a restauração em Portugal. Frases do tipo "então não sabia ter pedido a cerveja há bocado quando eu fui lá dentro?" ou então "beba desta pinga (bagaço) que é muito melhor que esses whiskys que por aí andam ..." (e de facto até é ...) são algo que lhe sai tão naturalmente que nem dá para levar mal. Mas é impecável e uma coisa é garantida, não se sai de lá com fome!

Não tenho muitas fotos de lá mas estas duas dão uma boa perspectiva do espaço exterior (que é onde realmente vale a pena comer porque o interior é o café) e de vários instrumentos (essencialmente agrícolas) típicos da zona.



Em termos de preços, não se pode dizer que seja caro mas também não é muito barato pois se ao custo da refeição juntarmos os cerca de 270Km da viagem Porto-Moncorvo e outros 270Km para o regresso bem como outros gastos que se possam fazer durante o dia, já dá para perceber ... Creio que só a refeição ronda os 15 a 20€ por pessoa (contas feitas de cabeça pelo Sr. João).

O único pré-requisito é telefonar e fazer a marcação. É que se não o fizerem arriscam-se a nem sequer ter direito a mesa quanto mais a peixinhos ...

Café Lameirinho
Rua Lameirão
Cabanas de Baixo
5160-031 Cabeça Boa

Tlf: 279 979 411

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O meu musicol ...

Continuando na onda do "musicol" e porque o Porto vai ter o privilégio de os receber hoje na Casa da Música, fica aqui mais uma grande revelação de 2009, os The XX.

O album (homónimo) de estreia, saído na segunda metade de 2009, traz-nos um pop electrónico capaz de cativar à primeira mesmo o ouvido mais distante. A conjugação das vozes de Romy Croft (ela) e Oliver Sim (ele) é simplesmente perfeita.



The XX - Islands