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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Quem disse que não havia ...

... e que eram criaturas mitológicas, estava redondamente enganado.
É que além dos Dragões de Komodo, existem ainda Dragões Marinhos. Diga-se de passagem que são bem mais bonitos que os seus primos lagartos ...
Resquícios da última passagem pelo oceanário ...



Só é pena serem esverdeados ... sem dúvida que o azul assentar-lhes-ia bem melhor!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Para quem vai ...

... ao SBSR, na Herdade do Cabeço da Flauta, aqui fica o aquecimento.

Vai ser, sem dúvida, um concerto memorável ...

A questão do gancho ...

Um marinheiro e um pirata encontraram-se num bar e começam a contar as suas aventuras nos mares.
O marinheiro nota que o pirata tem uma perna de pau, um gancho e uma pala sobre um olho. Curioso, pergunta:
- Por que é que tens essa perna de pau?
O pirata explica:
- Nós estávamos no meio de uma tormenta no mar. Uma onda enorme passou por cima do navio e atirou-me ao mar. Eu caí no meio de um monte de tubarões.
Lutei contra eles e consegui voltar para o navio, mas um tubarão conseguiu
Abocanhar a minha perna.
- Que história! Mas e o gancho? Foi culpa do tubarão também?
- Não, o gancho foi outra história. Nós estávamos a abordar um barco inimigo e, enquanto lutávamos, fui cercado por quatro marinheiros. Consegui matar três, mas o cabrão do quarto cortou-me a mão.
- E a pala no olho?
- Uma gaivota cagou-me no olho.
- E perdeste o olho só por causa da merda da gaivota?!?!
- Era o meu primeiro dia com o gancho...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Os 4 cantos do mundo

Além do tanque central, o Oceanário permite-nos ainda uma visita a 4 cantos do nosso planeta, criando 4 habitats que representam zonas (oceânicas) distintas.
O Atlântico Norte simula a experiência de estarmos numa gruta nos Açores em que a espécie mais representada é o arau-comum.


Já no Antártico, delírio da pequenada: pinguins!


No Pacífico, houve o reencontro com os tugas-marinhos mais conhecidos no mundo inteiro (e no Portugal em geral ...): Amália e Eusébio. Não sei se os que lá estão ainda são estes dois mas o que é facto é que ainda havia uma terceira lontra. E desse(a) não sei o nome.


Por último, e talvez dos habitats mais bonitos que constituem esta aventura do oceanário, eis-nos chegados ao Índico. Peixes e peixinhos de todas as cores e feitios. Uns mais gordos, outros mais esguios, amarelos, azuis, laranjas, vermelhos ... havia de tudo.


Temperatura ambiente na ordem dos 25ºC, humidade elevada ... só faltou um pedaço de areia para estender a toalhinha. :)
E ainda andava por lá o Nemo! E o irmão ... e o primo ... e mais alguns familiares ...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Peixinhos e afins ...

Já perdi a conta ao número de vezes que fui ao Oceanário...
De cada vez que vou a Lisboa, é da praxe passar pelo Parque das Nações e, se possível, fazer uma visitinha ao "aquário". Para a L. foi a primeira vez mas a F., mesmo já lá tendo estado com nós, não se recordava de quase nada.


No tanque central do Oceanário podemos encontrar uma variedade enorme de peixes, alguns dos quais apresentando-se mesmo com aspecto de que, postos na grelha por cima de umas brasas, chamava-lhes um figo. :) eheh
Agora mais a sério, o que acaba por chamar mais a atenção são, sem dúvida, os tubarões, as mantas e as raias, sendo que algumas das espécies ainda consegui identificar à posteriori.





Ainda no tanque central, houve outras espécies que mereceram a atenção da minha objectiva.




Um outra curiosidade foi o que este peixe espécimen estava a fazer.


A comer? A palitar os dentes? Algo para o mau hálito? Fica a dúvida ...
E já agora, para aqueles que se lembra daqueles peixinhos pretos que costumavam ser usados nos aquários caseiros para limpar os vidros, também vimos algo parecido. Um pouco mais avançado tecnologicamente talvez ...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Primeiros banhos de 2011

... banhos de praia, entenda-se!

No último domingo (há quem diga que foi, até agora, o dia mais quente do ano), primeiro fomos a banhos na praia da Vagueira, logo a seguir a Ílhavo, a sul de Aveiro.


Praia compostinha, com uma zona que permitia que as pequenas brincassem na água mas impossível de banhar em condições dado que estava maré alta ...
Mas à tarde, e já em plena praia da Nazaré com maré baixa, até furei ondas!!! Às 6 da tarde estava metido na água :)


Fiquei admirado com a Nazaré. Tendo fama de "mar de gente", acabei por conseguir estacionar o carro praticamente em frente à praia e nem estava muita gente... Talvez pela hora, os veraneantes teriam já regressado depois do longo fim de semana...


Agora é só esperar pela próxima ocasião que é como quem diz pelo próximo fim de semana com temperaturas decentes. :)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A Tormenta de Espadas

Sinopse
Os Sete Reinos estremecem quando os temíveis selvagens do lado de lá da Muralha se aproximam, numa maré interminável de homens, gigantes e terríveis bestas. Jon Snow, o Bastardo de Winterfell, encontra-se entre eles, debatendo-se com a sua consciência e o papel que é forçado a desempenhar.
Todo o território continua a ferro e fogo. Robb Stark, o Jovem Lobo, vence todas as suas batalhas, mas será ele capaz de vencer as mais subtis, que não se travam pela espada? A sua irmã Arya continua em fuga e procura chegar a Correrrio, mas mesmo alguém tão desembaraçado como ela terá dificuldade em ultrapassar os obstáculos que se aproximam.
Na corte de Joffrey, em Porto Real, Tyrion luta pela vida, depois de ter sido gravemente ferido na Batalha da Água Negra, e Sansa, livre do compromisso com o rapaz cruel que ocupa o Trono de Ferro, tem de lidar com as consequências de ser segunda na linha de sucessão de Winterfell, uma vez que Bran e Rickon se julgam mortos.
No Leste, Daenerys Targaryen navega na direcção das terras da sua infância, mas antes terá de aportar às cidades dos esclavagistas, que despreza. Mas a menina indefesa transformou-se numa mulher poderosa. Quem sabe quanto tempo falta para se transformar numa conquistadora impiedosa?

Opinião
A Tormenta de Espadas é a primeira parte do 3º volume original Storm of Swords. A saga continua e a fantástica aventura com que George R.R. Martin nos presenteia começa a atingir contornos épicos. É de louvar o facto de, chegados ao 5º livro (edição PT) ainda haver tanta acção pendente e ainda tanto para decidir...
Depois de apresentado o cenário, os vários reinos e as pretensões de cada um, depois de iniciada a guerra pelo controlo de Westeros e do Trono de Ferro, depois da gradual ascensão de Daenerys na sua busca por un novo exército, da iminente queda da Patrulha da Noite aos pés do exército de selvagens que se encaminham perigosamente para sul da Muralha, da dispersão da descendência do clã Stark e da sua tentativa de recuperar o sentido do norte, eis-nos instalados numa poltrona priviligeada a assistir ao desenrolar da guerra e às movimentações no campo de batalha. E tudo isto, sem "sair de casa" :)

Mas o mais engraçado (e fascinante acima de tudo) é o modo como o autor consegue fazer fluir a trama e as perspectivas com que o consegue fazer. Ao invés do típico paradigma bom/mau, ou o bem contra o mal, Martin faz desenrolar a história quer sobre a perspectiva de um lado, quer sobre a perspectiva do outro até que nos coloca num ponto onde já não conseguimos identificar o lado para o qual pendemos. Evitando spoilers, devo dizer que este volume alterou por completo (como da água para o vinho) a minha relação com Jaime Lannister. Não, ele não é do "clube dos maus"! Fez o que fez apenas porque teve que o fazer!?!

Resumindo, ao fim de 5 volumes continuo flashado na saga! E já lá tenho o volume 6...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

81ª Feira do Livro do Porto

Infelizmente, no ano passado não consegui ir à Feira do Livro do Porto mas este ano desforrei-me e tirei a barriga de misérias :)
E o que me valeu foi a Carla a por travão nas compras caso contrário tinha-me descontrolado :)
Este ano consegui ir lá duas vezes, e uma delas na chamada Hora H, em que os livros publicados há mais de 18 meses tem descontos iguais ou superiores a 50%!

A lista de aquisições, apesar de extensa, não se "extendeu" nem pesou em demasia no bolso porque acabei por aproveitar as "pechinchas" e o facto de a Saída de Emergência manter a mesma campanha que tem para compras online, compre 2 leve 3. :)


- O Hobbit, de J.R.R. Tolkien
- A Glória dos Traidores, de George R.R. Martin
- Orgulho Asteca, de Gary Jennings
- Sangue Asteca, de Gary Jennings
- Ouro Azul, de Clive Cussler
- Os Homens que Odeiam as Mulheres, de Stieg Larsson
- As Velas Ardem até ao Fim, de Sándor Márai
- O Voo da Águia, de Simon Scarrow
- O Aprendiz de Assassino, de Robin Hobb

Aproveitei ainda para trazer, da colecção de clássicos da Porto Editora, os seguintes:


- Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco
- As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis
- O Primo Basílio, de Eça de Queirós
- Uma Família Inglesa, de Júlio Dinis

Alguns deles já estavam em lista de compra para este ano como é o caso d'O Hobbit e d'A Glória dos Traidores, outros trouxe-os por que já tinha lido boas críticas e estava com vontade de conhecer o autor como é o caso de Stieg Larsson e Robin Hobb (com a Saga do Assassino) e os restantes trouxe-os porque me suscitaram alguma curiosidade, nomeadamente os dois volumes de Gary Jennings sobre uma civilização que sempre me fascinou.

Os clássicos da Porto Editora, além de os ter adquirido a um preço quase irrisório, dar-me-ão oportunidade de crescer nas minhas leituras de autores "históricos" portugueses. Depois de ter lido Os Maias no ano passado, a minha curiosidade pelos grandes clássicos de autores portugueses adensou-se ... Espero, ainda este ano, ler pelo menos dois clássicos destes quatro. A ver vamos ...

De todos eles o meu destaque vai direitinho para O Hobbit :)
Já andava atrás dele há uns anos mas acho que dar perto de 20€ por um livro que já está nas bancas há uma data de anos era um bocadinho demais... Assim, trouxe-o por metade :D

Engraçado também como começo a ficar "fã" da Saída de Emergência. Só nesta remessa foram 6. Provavelmente será a editora com mais livros lá por casa...

Portugal no seu melhor

Esta semana dirigi-me a um marmorista para que este me cortasse uma tira com determinadas dimensões a partir de um resto de pedra que tinha lá em casa.
Deixei, no marmorista, a referida pedra juntamente com um papel onde especifiquei claramente as dimensões pretendidas: 0,8 cm por 27,6 cm.

Ontem ligou-me o marmorista mor (presumo que o chefe da coisa) a dizer-me que não percebia o que era para fazer. Expliquei-lhe que apenas queria uma tira de pedra com as medidas que lhe deixei ao que ele me questionou: e então qual vai ser a espessura?
Mantive a calma e expliquei-lhe que a espessura era a da pedra que lá tinha! Nem mais, nem menos ...

Hoje, fui lá buscar a dita "tira" e eis que me sai uma pérola com 27,6cm e 8cm. Ou seja, a conversão das unidades foi feita de 27,6cm para 0,276m e 0,8cm para 0,08m!
E o melhor foi quando lhe tentei explicar que 0,8cm era a mesma coisa que 8mm! Não, dizia ele ... para isso teria que ter escrito 0,08!!!

Estamos a falar de malta que lida todos os dias com medidas e que tem esta dificuldade em fazer conversões de unidades !
Não sei se volto a ler artigos de opinião sobre a produtividade nacional (ou a falta dela ...).

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O meu musicol ...

Codes And Keys é o último álbum dos Death Cab For Cutie, uma das minhas bandas favoritas.
Este sétimo álbum da banda, acabadinho de sair (31/Maio/2011) mantém-se na linha do anteriores no que diz respeito à qualidade. Mesmo sendo um álbum mais centrado nos keyboards ao invés das tradicionais guitarras, a identidade e sonoridade da banda está (toda) lá.
O primeiro single "You are a Tourist" é, marcadamente, um trabalho dos DCFC e não há que enganar.
Muito bom ...


Death Cab For Cutie - You are a Tourist