Awsome! Awsome! Awsome!
A música é estrondosa mas o vídeo... é demais!!! Simplicity? Why not?!?
Rock Power!!!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
dEUS
Vai estar entre nós hoje...
Concerto no Teatro Sá da Bandeira :)
Deixo aqui o último vídeo oficial, Ghost. (atenção aos mais sensíveis... as últimas cenas podem impressionar...)
E a minha favorita de sempre... Instant Street.
Concerto no Teatro Sá da Bandeira :)
Deixo aqui o último vídeo oficial, Ghost. (atenção aos mais sensíveis... as últimas cenas podem impressionar...)
E a minha favorita de sempre... Instant Street.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Park & Zoo Santo Inácio
Aproveitando este solarengo mês de Janeiro e a borla dada às crianças (promoção do mês de Janeiro), aproveitamos o domingo para passar o dia no Park & Zoo de Santo Inácio. Para quem não conhece, é um misto entre parque de lazer e jardim zoológico (ok, mini-zoo...) que fica em Avintes, Vila Nova de Gaia.
A altura não é a melhor, confesso. Com um belo parque de merendas, parque infantil, bares e explanadas deve ser óptimo no Verão com os dias mais quentes... Hei-de lá voltar com farnel para passar lá o dia. Fica registado.
Quanto aos animais, apesar de a "mostra" não ser por aí além em termos de diversidade, oferece-nos um leque agradável de espécies. Desde répteis, aves de rapina, "macacada", insectos e até pinguins, há bastante para ver.
Logo à entrada, cães da pradaria :)
Engraçados os pequenotes... em espaço aberto e sem qualquer receio dos visitantes.
Junto a estes, o reptilário, com uma pequena mostra destes nossos amigos. Tartarugas, iguanas (montes delas...), cobras, lagartos e afins e ainda com um espectáculo/demonstração com bastante interação com o público.
Apenas a título de curiosidade e para que alguns pensem 2 vezes antes de fazer asneira, a maioria das iguanas que lá estavam (dezenas) foram dadas ao zoo porque os donos nunca pensaram que elas crescessem tanto!!!
Outro espectáculo/demonstração que fazem é a das aves de rapina. Abutre, Falcão, Águia-pesqueira e Coruja das Neves fazem a delícia dos visitantes com os seus voos rasantes. O abutre ainda consegui apanhar em pleno voo...
...os restantes, só estacionados.
Claro que não podia faltar o reino da macacada! Macaco-"isto", macaco-"aquilo", lemur-"assim", lemur-"assado", não faltavam lá primos e primas! :)
E no meio da macacada, acho que apanhei um acabadinho de fumar umas ganzas... olhem os olhos do desgraçado.
Papagaios, araras e "passarinhos" coloridos que respondiam "olá" a quem se metesse com eles...
Quanto ao resto, kangurus, pinguins, hipopótamos-bébé, pantera-das-neves, mabecos, etc, compunham o lote de animais do zoo. Como referi no início, a diversidade não é muita mas é suficiente para se passar um bom bocado, principalmente para quem tem pikena(o)s.
Ah, outra coisa, além das 3 que eu levei, aquilo estava infestado de pavoas!!! :)
E curiosas, sempre a espreitar...
A altura não é a melhor, confesso. Com um belo parque de merendas, parque infantil, bares e explanadas deve ser óptimo no Verão com os dias mais quentes... Hei-de lá voltar com farnel para passar lá o dia. Fica registado.
Quanto aos animais, apesar de a "mostra" não ser por aí além em termos de diversidade, oferece-nos um leque agradável de espécies. Desde répteis, aves de rapina, "macacada", insectos e até pinguins, há bastante para ver.
Logo à entrada, cães da pradaria :)
Engraçados os pequenotes... em espaço aberto e sem qualquer receio dos visitantes.
Junto a estes, o reptilário, com uma pequena mostra destes nossos amigos. Tartarugas, iguanas (montes delas...), cobras, lagartos e afins e ainda com um espectáculo/demonstração com bastante interação com o público.
Apenas a título de curiosidade e para que alguns pensem 2 vezes antes de fazer asneira, a maioria das iguanas que lá estavam (dezenas) foram dadas ao zoo porque os donos nunca pensaram que elas crescessem tanto!!!
Outro espectáculo/demonstração que fazem é a das aves de rapina. Abutre, Falcão, Águia-pesqueira e Coruja das Neves fazem a delícia dos visitantes com os seus voos rasantes. O abutre ainda consegui apanhar em pleno voo...
...os restantes, só estacionados.
Claro que não podia faltar o reino da macacada! Macaco-"isto", macaco-"aquilo", lemur-"assim", lemur-"assado", não faltavam lá primos e primas! :)
E no meio da macacada, acho que apanhei um acabadinho de fumar umas ganzas... olhem os olhos do desgraçado.
Papagaios, araras e "passarinhos" coloridos que respondiam "olá" a quem se metesse com eles...
Quanto ao resto, kangurus, pinguins, hipopótamos-bébé, pantera-das-neves, mabecos, etc, compunham o lote de animais do zoo. Como referi no início, a diversidade não é muita mas é suficiente para se passar um bom bocado, principalmente para quem tem pikena(o)s.
Ah, outra coisa, além das 3 que eu levei, aquilo estava infestado de pavoas!!! :)
E curiosas, sempre a espreitar...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Passagem deliciosa...
Comecei esta semana a ler "O Jogo do Anjo" de Carlos Ruiz Zafon, excelente autor e do qual já muito tinha apreciado o seu "A Sombra do Vento".
Ontem, deliciei-me com esta passagem:
"Estavam os meus companheiros de alojamento amontoados de encontro à janela a ver se captavam uma visão fugaz das monumentais nádegas de Marujita num daqueles vaivéns que as espalhavam como massa de folar de Páscoa de encontro ao vidro da sua clarabóia, quando soou a campaínha da pensão."
Ainda estou a tentar imaginar o vaivém da massa do folar...
Ontem, deliciei-me com esta passagem:
"Estavam os meus companheiros de alojamento amontoados de encontro à janela a ver se captavam uma visão fugaz das monumentais nádegas de Marujita num daqueles vaivéns que as espalhavam como massa de folar de Páscoa de encontro ao vidro da sua clarabóia, quando soou a campaínha da pensão."
Imagem rapinada daqui.
Ainda estou a tentar imaginar o vaivém da massa do folar...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Dívida de Sangue (A Saga do Sangue Fresco, #2)
Sinopse
Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric - um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.
De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…
Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos...
Opinião
Impulsionado pela série televisiva True Blood, decidi, ainda no ano passado, avançar com a leitura dos livros que lhe deram origem. E, se o primeiro livro me permitiu "re-visualizar" a primeira temporada da série, este iniciou o desvio entre a saga dos livros e a saga televisa já que, comparativamente com a segunda temporada da série, apenas tem em comum o enredo principal e as aventuras de Sookie com os vampiros sendo que no desfecho das várias histórias que vão surgindo no dia a dia de Sookie, a coisa sai completamente ao lado.
Aliás, uma das grandes, senão mesmo abissais, diferenças, é a morte de Lafayette logo no início deste livro, enquanto que na série, ele desempenha um papel essencial sendo, inclusive, uma das minhas personagens favoritas.
Mas, cingindo-me apenas ao livro, posso dizer que foi uma leitura agradável mas que ficou muito além das expectativas. Não gostei muito da forma como a autora introduziu a ménade, logo no início com um ataque a Sookie e depois deixou-a em lume brando (esquecida mesmo!) até que o desenrolar nos acontecimentos forçassem o seu reaparecimento. Pareceu-me demasiado forçado este aparecimento de mais uma "criatura mítica". Também em relação aos acontecimentos em Dallas, pareceu-me que em certas alturas a autora deveria ter sido mais explícita e avançar com mais detalhes sobre as situações em que Sookie era embrulhada. Gostei, contudo, do intensificar da relação com Eric que irá desempenhar um papel de maior relevo daqui para a frente (é o que dá ler com este atraso todo... toda a gente já comentou :) ).
O terceiro livro ainda está lá na estante, à espera... Mas, ou a autora me surpreende com o terceiro ou tenho a ligeira impressão que não irei terminar a saga...
Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric - um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.
De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…
Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos...
Opinião
Impulsionado pela série televisiva True Blood, decidi, ainda no ano passado, avançar com a leitura dos livros que lhe deram origem. E, se o primeiro livro me permitiu "re-visualizar" a primeira temporada da série, este iniciou o desvio entre a saga dos livros e a saga televisa já que, comparativamente com a segunda temporada da série, apenas tem em comum o enredo principal e as aventuras de Sookie com os vampiros sendo que no desfecho das várias histórias que vão surgindo no dia a dia de Sookie, a coisa sai completamente ao lado.
Aliás, uma das grandes, senão mesmo abissais, diferenças, é a morte de Lafayette logo no início deste livro, enquanto que na série, ele desempenha um papel essencial sendo, inclusive, uma das minhas personagens favoritas.
Mas, cingindo-me apenas ao livro, posso dizer que foi uma leitura agradável mas que ficou muito além das expectativas. Não gostei muito da forma como a autora introduziu a ménade, logo no início com um ataque a Sookie e depois deixou-a em lume brando (esquecida mesmo!) até que o desenrolar nos acontecimentos forçassem o seu reaparecimento. Pareceu-me demasiado forçado este aparecimento de mais uma "criatura mítica". Também em relação aos acontecimentos em Dallas, pareceu-me que em certas alturas a autora deveria ter sido mais explícita e avançar com mais detalhes sobre as situações em que Sookie era embrulhada. Gostei, contudo, do intensificar da relação com Eric que irá desempenhar um papel de maior relevo daqui para a frente (é o que dá ler com este atraso todo... toda a gente já comentou :) ).
O terceiro livro ainda está lá na estante, à espera... Mas, ou a autora me surpreende com o terceiro ou tenho a ligeira impressão que não irei terminar a saga...
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Balanço de leitura 2011
Excelente ano o de 2011 no que à leitura diz respeito.
Consegui cumprir os objectivos a que me tinha proposto e ainda consegui ir um pouco mais além. Foi também, pela qualidade dos livros que li, um ano de excelente colheita.
No início de 2011 tinha-me proposto ler:
- 2 clássicos portugueses (li Amor de Perdição e As Pupilas do Senhor Reitor)
- a saga Sangue Fresco (li os volumes I e II)
- um (ou dois) volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (li dois, A Tormenta de Espadas e a Glória dos Traidores)
- o Hobbit (lido e com muito, mas mesmo muito prazer)
Eis a lista de 2011.
No total, foram 17 livros e 6221 páginas devoradas o que dá uma média de 518 páginas por mês. Nada mau...
O destaque positivo vai, sem qualquer dúvida para O Hobbit, simplesmente porque sou um fanático de Tolkien e da Terra Média. :)
Mas, fanatismo à parte, destaco a obra de Gary Jennings sobre a civilização Azteca que é absolutamente fantástica, o volume 6 (A Glória dos Traidores) de As Crónicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin que nos consegue cortar a respiração de princípio a fim, e o Deixa-me Entrar de John Ajvide Lindqvist que nos leva numa aventura vampiresca, mostrando a problemática do lado não humano da "coisa".
A desilusão do ano tive-a com Ken Follet. Apesar de ser um consagrado autor, com diversos best-sellers nas livrarias, não gostei do seu A Ameaça. Como thriller, achei-o muito fraco e previsível. No entanto, mantenho em aberto o autor e tenho algumas obras suas em lista de espera... A ver vamos.
Para 2012, o desafio são 20 livros! Arrojado? Talvez. Conseguirei atingir esta meta? Daqui a um ano falamos. :)
Quanto à selecção das obras para este ano que se inicia, tentarei ler:
- 2 clássicos portugueses
- mais 2 volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (já li 6 e ainda faltam 4!)
- terminar a trilogia d'Os jogos da Fome (o primeiro volume já está)
- iniciar a saga Millennium de Stieg Larsson (aproveitar que vai estrear o filme...)
- iniciar a Série da Águia de Simon Scarrow (tenho que mandar vir o primeiro...)
Quanto ao resto, tudo o que vier por acréscimo, será sempre bem vindo.
Consegui cumprir os objectivos a que me tinha proposto e ainda consegui ir um pouco mais além. Foi também, pela qualidade dos livros que li, um ano de excelente colheita.
No início de 2011 tinha-me proposto ler:
- 2 clássicos portugueses (li Amor de Perdição e As Pupilas do Senhor Reitor)
- a saga Sangue Fresco (li os volumes I e II)
- um (ou dois) volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (li dois, A Tormenta de Espadas e a Glória dos Traidores)
- o Hobbit (lido e com muito, mas mesmo muito prazer)
Eis a lista de 2011.
No total, foram 17 livros e 6221 páginas devoradas o que dá uma média de 518 páginas por mês. Nada mau...
O destaque positivo vai, sem qualquer dúvida para O Hobbit, simplesmente porque sou um fanático de Tolkien e da Terra Média. :)
Mas, fanatismo à parte, destaco a obra de Gary Jennings sobre a civilização Azteca que é absolutamente fantástica, o volume 6 (A Glória dos Traidores) de As Crónicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin que nos consegue cortar a respiração de princípio a fim, e o Deixa-me Entrar de John Ajvide Lindqvist que nos leva numa aventura vampiresca, mostrando a problemática do lado não humano da "coisa".
A desilusão do ano tive-a com Ken Follet. Apesar de ser um consagrado autor, com diversos best-sellers nas livrarias, não gostei do seu A Ameaça. Como thriller, achei-o muito fraco e previsível. No entanto, mantenho em aberto o autor e tenho algumas obras suas em lista de espera... A ver vamos.
Para 2012, o desafio são 20 livros! Arrojado? Talvez. Conseguirei atingir esta meta? Daqui a um ano falamos. :)
Quanto à selecção das obras para este ano que se inicia, tentarei ler:
- 2 clássicos portugueses
- mais 2 volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (já li 6 e ainda faltam 4!)
- terminar a trilogia d'Os jogos da Fome (o primeiro volume já está)
- iniciar a saga Millennium de Stieg Larsson (aproveitar que vai estrear o filme...)
- iniciar a Série da Águia de Simon Scarrow (tenho que mandar vir o primeiro...)
Quanto ao resto, tudo o que vier por acréscimo, será sempre bem vindo.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
O meu musicol ...
Hoje trago-vos Loch Lomond. Com nome de lago escocês, são uma banda americana, de Portland, formada por Ritchie Young em 2003. Very calm and smooth music, baseada na guitarra e na melodiosa voz de Ritchie.
Wax & Wire saiu em 2009, no EP Night Bats e tem sido um sucesso, especialmente como banda sonora de vários vídeos "radicais", como este de Danny MacAskill. Aqui fica uma versão caseira.
Do último álbum, Little Me Will Start a Storm, deixo outra excelente música:
Elephants and Little Girls.
Muito bom, para ouvir nas calmas, sentadinhos no sofá...
Wax & Wire saiu em 2009, no EP Night Bats e tem sido um sucesso, especialmente como banda sonora de vários vídeos "radicais", como este de Danny MacAskill. Aqui fica uma versão caseira.
Do último álbum, Little Me Will Start a Storm, deixo outra excelente música:
Elephants and Little Girls.
Muito bom, para ouvir nas calmas, sentadinhos no sofá...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Os Jogos da Fome
Sinopse
Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas do que foi a América do Norte Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica.
Opinião
Li este Jogos da Fome inserido naquilo que foi a minha primeira leitura conjunta, através de um grupo de leitura do Goodreads. Apesar de não ter planeado para 2011 (pretendia iniciar a trilogia em 2012), esta leitura acabou por se tornar agradável e aumentar os meus números de leitura relativos a 2011 (noutro post farei o balanço do ano que passou).
O enredo é muito interessante. Um regime totalitário, composto por 12 distritos naquilo que outrora foi a América do Norte, e que governa uma nação de uma forma escravizante e que, para marcar o seu poderio, criou os Jogos da Fome, competição em que participam 2 adolescentes de cada distrito onde o único objectivo é chegar ao final vivo! É matar ou morrer!
O livro divide-se, essencialmente, em duas partes. Na primeira parte é feita a introdução à história de Panem e à vida no distrito 12 sob a perspectiva de Katniss Everdeen. Aqui, achei que a autora poderia ter feito bastante mais e melhor. A introdução acaba por ser um pouco vaga e, na minha opinião, algo mais poderia ter sido dito em relação à vida no distrito 12 e à construção de outras personagens que dessem outro tipo de envolvência à história. Quanto à segunda parte, considero-a como o ponto forte, quiçá, da trilogia. Através dos olhos de Katniss, a autora faz-nos acompanhar os jogos de princípio a fim, com todas as vicissitudes inerentes a um jogo do tipo matar ou morrer com adolescentes! Apesar da brutalidade do jogo (estamos a falar de adolescentes entre os 12 e os 18 anos) e mesmo não entrando em grandes detalhes em relação às mortes que vão ocorrendo na arena (algumas delas até demasiado insossas e completamente previsíveis) a escrita consegue-nos manter colados ao livro e dá-nos vontade de o ler de uma assentada!
No geral, acabou por ser uma leitura agradável e cuja escrita, virada para o young-adult, acaba por ser bastante simples o que facilita o "agarrar" dos leitores à história.
Talvez pelas leituras que fiz em 2011 (ano de colheita de qualidade!), os Jogos da Fome acabou por me "saber a pouco". Fez-me falta uma maior descrição da história de Panem, o porquê da criação dos jogos e, acima de tudo, mais detalhe na descrição dos jogos. No entanto, tem a virtude de agarrar o leitor à história.
Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas do que foi a América do Norte Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica.
Opinião
Li este Jogos da Fome inserido naquilo que foi a minha primeira leitura conjunta, através de um grupo de leitura do Goodreads. Apesar de não ter planeado para 2011 (pretendia iniciar a trilogia em 2012), esta leitura acabou por se tornar agradável e aumentar os meus números de leitura relativos a 2011 (noutro post farei o balanço do ano que passou).
O enredo é muito interessante. Um regime totalitário, composto por 12 distritos naquilo que outrora foi a América do Norte, e que governa uma nação de uma forma escravizante e que, para marcar o seu poderio, criou os Jogos da Fome, competição em que participam 2 adolescentes de cada distrito onde o único objectivo é chegar ao final vivo! É matar ou morrer!
O livro divide-se, essencialmente, em duas partes. Na primeira parte é feita a introdução à história de Panem e à vida no distrito 12 sob a perspectiva de Katniss Everdeen. Aqui, achei que a autora poderia ter feito bastante mais e melhor. A introdução acaba por ser um pouco vaga e, na minha opinião, algo mais poderia ter sido dito em relação à vida no distrito 12 e à construção de outras personagens que dessem outro tipo de envolvência à história. Quanto à segunda parte, considero-a como o ponto forte, quiçá, da trilogia. Através dos olhos de Katniss, a autora faz-nos acompanhar os jogos de princípio a fim, com todas as vicissitudes inerentes a um jogo do tipo matar ou morrer com adolescentes! Apesar da brutalidade do jogo (estamos a falar de adolescentes entre os 12 e os 18 anos) e mesmo não entrando em grandes detalhes em relação às mortes que vão ocorrendo na arena (algumas delas até demasiado insossas e completamente previsíveis) a escrita consegue-nos manter colados ao livro e dá-nos vontade de o ler de uma assentada!
No geral, acabou por ser uma leitura agradável e cuja escrita, virada para o young-adult, acaba por ser bastante simples o que facilita o "agarrar" dos leitores à história.
Talvez pelas leituras que fiz em 2011 (ano de colheita de qualidade!), os Jogos da Fome acabou por me "saber a pouco". Fez-me falta uma maior descrição da história de Panem, o porquê da criação dos jogos e, acima de tudo, mais detalhe na descrição dos jogos. No entanto, tem a virtude de agarrar o leitor à história.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
The Hobbit :: Trailer
Depois deste pequeno interregno de Natal, we're back on business!
E nada melhor do que o universo de Tolkien para voltar a postar!
Finalmente, aí está o primeiro trailer oficial do The Hobbit. Pena que ainda falta um ano...
E também já saiu o production video #5, desta vez dedicado à impressionante operação de logística associada às filmagens on location ou seja, no exterior. É verdadeiramente impressionante a envergadura da operação.
E nada melhor do que o universo de Tolkien para voltar a postar!
Finalmente, aí está o primeiro trailer oficial do The Hobbit. Pena que ainda falta um ano...
E também já saiu o production video #5, desta vez dedicado à impressionante operação de logística associada às filmagens on location ou seja, no exterior. É verdadeiramente impressionante a envergadura da operação.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Gastronomia transmontana
É isto!
Alheira de Mirandela com grelos e batata cozida! Maravilha...
Obrigado M. pelas genuínas e caseirinhas. :)
Alheira de Mirandela com grelos e batata cozida! Maravilha...
Obrigado M. pelas genuínas e caseirinhas. :)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
The Smurfs
Ou, os Estrumfes, como lhes chamavamos no meu tempo chegaram este ano ao cinema e, esta semana, a minha casa. :)
Quarta à noite, véspera de feriado, dava direito às "pikenas" de ficarem acordadas até mais tarde e planeei uma sessão de cinema para vermos os Smurfs. Sinceramente, não esperava este tipo de filme. Sem contar, fartei-me de rir, e elas viram até ao fim sem adormecer! É um filme muito engraçado e o papel desempenhado pelo Gargamel é delirante...
Além da miudagem é, sem dúvida, um filme para ser visto por adultos, nem que seja para relembrar velhos tempos e a famosa smurf song, Lalalalalala, Sing a Happy Song.
Aqui fica o trailer.
Quarta à noite, véspera de feriado, dava direito às "pikenas" de ficarem acordadas até mais tarde e planeei uma sessão de cinema para vermos os Smurfs. Sinceramente, não esperava este tipo de filme. Sem contar, fartei-me de rir, e elas viram até ao fim sem adormecer! É um filme muito engraçado e o papel desempenhado pelo Gargamel é delirante...
Além da miudagem é, sem dúvida, um filme para ser visto por adultos, nem que seja para relembrar velhos tempos e a famosa smurf song, Lalalalalala, Sing a Happy Song.
Aqui fica o trailer.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Sangue Asteca - Vol. II
Sinopse
Em 1530, depois de Hernán Cortés quase extinguir o povo Asteca, o Rei de Espanha, ordena ao bispo do México que lhe faculte informação acerca dos costumes do povo Asteca. O bispo, frei Juan de Zumárraga, redige um documento baseado no testemunho de um ancião. Um homem humilde e submisso que vai chocar a moralidade e os preconceitos do mundo civilizado. O nome dele é Mixtli - Nuvem obscura. Após Orgulho Asteca, Mixtli, o mais robusto e memorável de todos os Astecas, continua o relato da sua vida em Sangue Asteca. Mixtli já não é um jovem inocente. A sua infância, as suas viagens e batalhas, a perversidade da corte e os amores perdidos fizeram de Mixtli um homem marcado pelas cicatrizes de uma vida atribulada e muitas vezes trágica. O realismo e o desfecho desta maravilhoso livro, contam uma história que o leitor jamais irá esquecer. A História de Mixtli é em grande parte a história do próprio povo Asteca: épica e de uma dignidade heróica. Este é o princípio e o fim de uma colossal civilização.
Opinião
Este Sangue Asteca é a continuação de Orgulho Asteca, dois volumes que representam a tradução do original Aztec de Gary Jennings.
Em primeiro lugar, realço pela negativa a qualidade da tradução/revisão feita nesta edição (1ª se não estou em erro). São tantas, mas tantas as gralhas que se encontram no livro que irritam até o mais calmo leitor. É inadmissível, numa obra desta natureza e de elevada qualidade, deixarem passar tantas gralhas, tantos erros e tantas "más construções" de frases. Simplesmente inadmissível!
Quanto à obra, excelente. Depois de no primeiro volume nos ter sido apresentado Mixtli e ter sido feita a descrição das suas vivências desde os tempos de criança e adolescência até à sua ascensão a Pochteca, uma espécie de "caixeiro viajante/comerciante" da altura, em Sangue Asteca temos oportunidade de acompanhar a vida altura de Mixtli, as suas aventuras como comerciante, a sua ascensão a Mixtlin (o sufixo "lin" era sinal de nobreza), a sua busca pelas raízes do povo asteca e, por fim, a trágica chegada do povo branco (espanhóis) e a queda daquela que foi uma das mais gloriosas civilizações sul americanas.
Como já tinha referido para o Vol. I, o trabalho de pesquisa do autor é notável e neste segundo volume, continua a levar-nos a percorrer as várias regiões em torno da grande Nação Méxica, acompanhando as incursões de Mixtli como Pochteca, na procura de novos produtos e novidades bem como, numa fase posterior, em busca das raízes do povo asteca, antes de se fixar naquela que terá sido uma das maiores e mais explendorosas cidades dos "índios", Tenochtitlán.
O último terço do livro ficou reservado para a chegada dos espanhóis e para uma versão do que terá sido o declínio e o quase extermínio dos Mexicatl, às mãos dos espanhóis e das suas super avançadas armas de guerra. Enquanto que os guerreiros méxica lutavam com as chamadas maquahuitl, os espanhóis dispunham de bestas, arcabuzes e canhões o que se traduzia numa imensa vantagem e num poder de destruição avassalador. E aqui refiro "versão" porque me parece que houve muito "autor" na descrição da tomada d' O Mundo Único (baptizado como Nova Espanha depois da conquista).
Engraçado foi também a perspectiva do autor sobre Malintzin ou a Malinche. Malintzin era uma escrava méxica que acabou por ser entregue/adquirida por Cortés (o grande conquistador do Novo Mundo) e que desempenhou as funções de tradutora e que ficou conhecida na história como a grande traidora das civilizações locais. Ao contrário da perspectiva de Laura Esquivel em A Malinche, Gary Jennings não se retrai nas acusações e na forma como retrata Malintzin colocando-a ao mesmo nível de Cortés na responsabilidade pelos vários massacres e quase extermínio dos indígenas.
Em resumo, trata-se de um excelente trabalho de investigação por parte do autor que nos transporta até um mundo diferente onde nos é apresentada uma civilização que conseguiu atingir patamares altíssimos quer em termos de riqueza, quer em termos de desenvolvimento e organização social e que tinha, tal como outras civilizações, os seus aspectos menos bons. Podemos eventualmente ficar estupefactos e criticar veementemente os sacrificios e execuções que eram realizadas na altura por questões religiosas mas convém não esquecer que na mesma época, aqueles que na escola aprendemos a chamar conquistadores, acabaram por exterminar outras civilizações na sua busca pelo ouro e na imposição da sua religião.
Em 1530, depois de Hernán Cortés quase extinguir o povo Asteca, o Rei de Espanha, ordena ao bispo do México que lhe faculte informação acerca dos costumes do povo Asteca. O bispo, frei Juan de Zumárraga, redige um documento baseado no testemunho de um ancião. Um homem humilde e submisso que vai chocar a moralidade e os preconceitos do mundo civilizado. O nome dele é Mixtli - Nuvem obscura. Após Orgulho Asteca, Mixtli, o mais robusto e memorável de todos os Astecas, continua o relato da sua vida em Sangue Asteca. Mixtli já não é um jovem inocente. A sua infância, as suas viagens e batalhas, a perversidade da corte e os amores perdidos fizeram de Mixtli um homem marcado pelas cicatrizes de uma vida atribulada e muitas vezes trágica. O realismo e o desfecho desta maravilhoso livro, contam uma história que o leitor jamais irá esquecer. A História de Mixtli é em grande parte a história do próprio povo Asteca: épica e de uma dignidade heróica. Este é o princípio e o fim de uma colossal civilização.
Opinião
Este Sangue Asteca é a continuação de Orgulho Asteca, dois volumes que representam a tradução do original Aztec de Gary Jennings.
Em primeiro lugar, realço pela negativa a qualidade da tradução/revisão feita nesta edição (1ª se não estou em erro). São tantas, mas tantas as gralhas que se encontram no livro que irritam até o mais calmo leitor. É inadmissível, numa obra desta natureza e de elevada qualidade, deixarem passar tantas gralhas, tantos erros e tantas "más construções" de frases. Simplesmente inadmissível!
Quanto à obra, excelente. Depois de no primeiro volume nos ter sido apresentado Mixtli e ter sido feita a descrição das suas vivências desde os tempos de criança e adolescência até à sua ascensão a Pochteca, uma espécie de "caixeiro viajante/comerciante" da altura, em Sangue Asteca temos oportunidade de acompanhar a vida altura de Mixtli, as suas aventuras como comerciante, a sua ascensão a Mixtlin (o sufixo "lin" era sinal de nobreza), a sua busca pelas raízes do povo asteca e, por fim, a trágica chegada do povo branco (espanhóis) e a queda daquela que foi uma das mais gloriosas civilizações sul americanas.
Como já tinha referido para o Vol. I, o trabalho de pesquisa do autor é notável e neste segundo volume, continua a levar-nos a percorrer as várias regiões em torno da grande Nação Méxica, acompanhando as incursões de Mixtli como Pochteca, na procura de novos produtos e novidades bem como, numa fase posterior, em busca das raízes do povo asteca, antes de se fixar naquela que terá sido uma das maiores e mais explendorosas cidades dos "índios", Tenochtitlán.
O último terço do livro ficou reservado para a chegada dos espanhóis e para uma versão do que terá sido o declínio e o quase extermínio dos Mexicatl, às mãos dos espanhóis e das suas super avançadas armas de guerra. Enquanto que os guerreiros méxica lutavam com as chamadas maquahuitl, os espanhóis dispunham de bestas, arcabuzes e canhões o que se traduzia numa imensa vantagem e num poder de destruição avassalador. E aqui refiro "versão" porque me parece que houve muito "autor" na descrição da tomada d' O Mundo Único (baptizado como Nova Espanha depois da conquista).
Engraçado foi também a perspectiva do autor sobre Malintzin ou a Malinche. Malintzin era uma escrava méxica que acabou por ser entregue/adquirida por Cortés (o grande conquistador do Novo Mundo) e que desempenhou as funções de tradutora e que ficou conhecida na história como a grande traidora das civilizações locais. Ao contrário da perspectiva de Laura Esquivel em A Malinche, Gary Jennings não se retrai nas acusações e na forma como retrata Malintzin colocando-a ao mesmo nível de Cortés na responsabilidade pelos vários massacres e quase extermínio dos indígenas.
Em resumo, trata-se de um excelente trabalho de investigação por parte do autor que nos transporta até um mundo diferente onde nos é apresentada uma civilização que conseguiu atingir patamares altíssimos quer em termos de riqueza, quer em termos de desenvolvimento e organização social e que tinha, tal como outras civilizações, os seus aspectos menos bons. Podemos eventualmente ficar estupefactos e criticar veementemente os sacrificios e execuções que eram realizadas na altura por questões religiosas mas convém não esquecer que na mesma época, aqueles que na escola aprendemos a chamar conquistadores, acabaram por exterminar outras civilizações na sua busca pelo ouro e na imposição da sua religião.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Principauté de Monaco
Ou, em bom português, o Principado do Mónaco. De volta às férias...
Tive a felicidade de passar pelo Mónaco no último Agosto, durante as férias que gozamos em Antibes e, realmente, foi mesmo uma felicidade poder visitar aquilo que considero como um "mundo à parte".
Luxo, luxo e... ainda mais luxo! É tudo aquilo que encontramos por lá. Desde o parque automóvel até aos bares/esplanadas, restaurantes, passando pelos magníficos jardins, é tudo fabuloso!
O Principado do Mónaco, que se reduz praticamente à cidade de Montecarlo, é um impressionante emaranhado de estradas e tuneis, parques de estacionamento subterrâneos e vários prédios quase colados porque não há, literalmente, uma nesga de terreno livre para se fazer o que quer que seja. É impressão minha ou aquilo está sobrelotado?!?
Já lá vão uns aninhos largos quando conheci (virtualmente) pela primeira vez o Mónaco e mais concretamente, o circuito de Fórmula 1. Dado que era um grande aficionado (ok, viciado mesmo...) do Grande Prémio do Mónaco, passei horas e horas a percorrê-lo naquilo que foi o primeiro grande jogo de fórmula 1 para PC. Falo do Formula 1 Grand Prix da Microprose. Grande jogo, velhos tempos... conhecia a pista de trás para a frente pelo que ia convencido que, assim que me encontrasse numa das ruas do circuito, iria conseguir "posicionar-me" e encontrar rumo. Mas no meio de tantos túneis, viadutos e cruzamentos, andei por lá perdido até dar com o posto de turismo e o parque subterrâneo do casino. E é que nem pensei duas vez, apesar do preço do parque.
Lá pousamos a "biatura" e fomos explorar as riquezas daquele novo mundo! Como estava no parque do casino, por baixo dos jardins do casino, a primeira maravilha com que nos deparámos foi, obviamente, o Casino. :)
E o Hotel de Paris, do outro lado.
Encontrei-me, então, num ponto conhecido do circuito, pelo que a partir dali já sabia onde estava "o resto da pista". :)
Depois de um almoço em plenos "Jardins do Casino" (claro que levava marmita, impensável ir a um restaurante!!!) e de umas voltas pela zona, terminadas pela já habitual aquisição de postais, lá pegamos no carro e fomos fazer o circuito!
Foi absolutamente fantástico. Dei duas voltas e na terceira a Carla já estava a olhar para mim ao que eu lhe respondi: que foi, o grande prémio são 78 voltas!!! ainda estou na 3ª!!!
Lá estacionamos novamente e fomos conhecer a zona das boxes, a recta da meta e a zona das piscinas.
E como "uma vez não é vez" decidimos ir a uma esplanada "nas boxes". Não é muito perceptível na fotografia anterior mas depois do insuflável e até ao final da "recta da meta", a zona das boxes estava preenchida com várias esplanadas. Por uma Coronna, um drink sem alcool e um gelado pagamos cerca de 20€!!! Assim não me sobra dinheiro para o aparcamento do iate!!!
E foi assim, um belo dia passado no Mónaco. Antes de virmos embora ainda tentei passar pela zona da Vieille Ville, local onde está situado o Palácio do Principe Alberto e o Museu Oceanográfico mas como o acesso era pedonal e os parques novamente a pagar (e bem) optamos por regressar.
É certo que ficou muito por ver mas acho que o "cheirinho" a que tivemos direito já foi muito bom. Tão cedo não voltarei lá...
Tive a felicidade de passar pelo Mónaco no último Agosto, durante as férias que gozamos em Antibes e, realmente, foi mesmo uma felicidade poder visitar aquilo que considero como um "mundo à parte".
Luxo, luxo e... ainda mais luxo! É tudo aquilo que encontramos por lá. Desde o parque automóvel até aos bares/esplanadas, restaurantes, passando pelos magníficos jardins, é tudo fabuloso!
O Principado do Mónaco, que se reduz praticamente à cidade de Montecarlo, é um impressionante emaranhado de estradas e tuneis, parques de estacionamento subterrâneos e vários prédios quase colados porque não há, literalmente, uma nesga de terreno livre para se fazer o que quer que seja. É impressão minha ou aquilo está sobrelotado?!?
Já lá vão uns aninhos largos quando conheci (virtualmente) pela primeira vez o Mónaco e mais concretamente, o circuito de Fórmula 1. Dado que era um grande aficionado (ok, viciado mesmo...) do Grande Prémio do Mónaco, passei horas e horas a percorrê-lo naquilo que foi o primeiro grande jogo de fórmula 1 para PC. Falo do Formula 1 Grand Prix da Microprose. Grande jogo, velhos tempos... conhecia a pista de trás para a frente pelo que ia convencido que, assim que me encontrasse numa das ruas do circuito, iria conseguir "posicionar-me" e encontrar rumo. Mas no meio de tantos túneis, viadutos e cruzamentos, andei por lá perdido até dar com o posto de turismo e o parque subterrâneo do casino. E é que nem pensei duas vez, apesar do preço do parque.
Lá pousamos a "biatura" e fomos explorar as riquezas daquele novo mundo! Como estava no parque do casino, por baixo dos jardins do casino, a primeira maravilha com que nos deparámos foi, obviamente, o Casino. :)
E o Hotel de Paris, do outro lado.
Encontrei-me, então, num ponto conhecido do circuito, pelo que a partir dali já sabia onde estava "o resto da pista". :)
Depois de um almoço em plenos "Jardins do Casino" (claro que levava marmita, impensável ir a um restaurante!!!) e de umas voltas pela zona, terminadas pela já habitual aquisição de postais, lá pegamos no carro e fomos fazer o circuito!
Foi absolutamente fantástico. Dei duas voltas e na terceira a Carla já estava a olhar para mim ao que eu lhe respondi: que foi, o grande prémio são 78 voltas!!! ainda estou na 3ª!!!
Lá estacionamos novamente e fomos conhecer a zona das boxes, a recta da meta e a zona das piscinas.
E como "uma vez não é vez" decidimos ir a uma esplanada "nas boxes". Não é muito perceptível na fotografia anterior mas depois do insuflável e até ao final da "recta da meta", a zona das boxes estava preenchida com várias esplanadas. Por uma Coronna, um drink sem alcool e um gelado pagamos cerca de 20€!!! Assim não me sobra dinheiro para o aparcamento do iate!!!
E foi assim, um belo dia passado no Mónaco. Antes de virmos embora ainda tentei passar pela zona da Vieille Ville, local onde está situado o Palácio do Principe Alberto e o Museu Oceanográfico mas como o acesso era pedonal e os parques novamente a pagar (e bem) optamos por regressar.
É certo que ficou muito por ver mas acho que o "cheirinho" a que tivemos direito já foi muito bom. Tão cedo não voltarei lá...
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
O meu musicol ...
Para este fim de tarde, a escolha recai sobre uma banda que descobri no lançamento do seu segundo álbum.
Falo dos islandeses FM Belfast que editaram em Junho/2011 o álbum Don't Want to Sleep.
Apesar de ter achado o álbum pouco mais que razoável, há no entanto uma música que sobressai: New Year.
Ainda não tem teledisco oficial pelo que fica aqui esta versão...
A vantagem de ter percebido que este era o segundo álbum foi o facto de ter ido à procura do primeiro e ter descoberto uma verdadeira preciosidade que classifico como um dos melhores álbuns que ouvi nos últimos anos. Aliás, classifico-o mesmo como soberbo!!! How to Make Friends, de 2008, é muito, mas muito melhor do que este segundo saído este ano.
Tem vários temas muito bons mas há um que me marcou e que não me canso de ouvir: Underwear.
A simplicidade levada ao extremo. Uma verdadeira lição de como transformar pouco mais de meia dúzia de palavras numa música fabulosa.
Falo dos islandeses FM Belfast que editaram em Junho/2011 o álbum Don't Want to Sleep.
Apesar de ter achado o álbum pouco mais que razoável, há no entanto uma música que sobressai: New Year.
Ainda não tem teledisco oficial pelo que fica aqui esta versão...
A vantagem de ter percebido que este era o segundo álbum foi o facto de ter ido à procura do primeiro e ter descoberto uma verdadeira preciosidade que classifico como um dos melhores álbuns que ouvi nos últimos anos. Aliás, classifico-o mesmo como soberbo!!! How to Make Friends, de 2008, é muito, mas muito melhor do que este segundo saído este ano.
Tem vários temas muito bons mas há um que me marcou e que não me canso de ouvir: Underwear.
A simplicidade levada ao extremo. Uma verdadeira lição de como transformar pouco mais de meia dúzia de palavras numa música fabulosa.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Mais uma investida...
... mais uma "catrefada" de lagartas. :)
Desta vez, a rusga foi na cidreira.
Parecem cogumelos num bosque... aparecem por todo o lado!!!
Olhem o tamanho que a "general" já levava...
A continuar assim, aplico-lhe a "poda total"!!!
Desta vez, a rusga foi na cidreira.
Parecem cogumelos num bosque... aparecem por todo o lado!!!
Olhem o tamanho que a "general" já levava...
A continuar assim, aplico-lhe a "poda total"!!!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Assim é difícil...
As lagartas não me dão descanso!!!
Depois de ter remodelado a minha horta, fruto do ataque "brutal" que sofri por parte de um exército de lagartas, eis que descobri que, afinal, só tinha eliminado os grandes generais! O pelotão de pequenas lagartas continuou o seu efeito nefasto sobre as minhas aromáticas... Malditas!!!
Já há cerca de 15 dias, tinha decidido fazer uma inspeção surpresa, com especial enfoque na Cidreira, na Salsa, no Manjericão e na Hortelã. Comecei a notar algumas folhas roídas, indicação clara que estava novamente sob fogo inimigo. E eis que as apanhei... sem exagerar, eram dezenas!!! A maior parte ainda mini-lagartas, e outras mesmo em tamanho micro já começavam a fazer das suas... As primeiras comecei a retirá-las "à mão", depois desisti e passei ao corte das folhas. :)
Estas são algumas fotos que eu fiz da inspeção à Cidreira, a maior vítima. Depois de a ter limpo, em conjunto com as restantes aromáticas, optei por afastá-las (fisicamente sem se tocarem) de modo a evitar qualquer tipo de contágio ou transferência de lagartas entre elas...
Mas hoje, eis que decido ir espreitar o Manjericão e deparo-me com isto:
Mas que praga, o raio das lagartas!!!
Solução: eliminação total!
Quero ver onde é que elas vão aparecer agora... e o que vão comer! :)
Também acho que não matei o desgraçado... espero que volte a rebentar na próxima primavera...
Depois de ter remodelado a minha horta, fruto do ataque "brutal" que sofri por parte de um exército de lagartas, eis que descobri que, afinal, só tinha eliminado os grandes generais! O pelotão de pequenas lagartas continuou o seu efeito nefasto sobre as minhas aromáticas... Malditas!!!
Já há cerca de 15 dias, tinha decidido fazer uma inspeção surpresa, com especial enfoque na Cidreira, na Salsa, no Manjericão e na Hortelã. Comecei a notar algumas folhas roídas, indicação clara que estava novamente sob fogo inimigo. E eis que as apanhei... sem exagerar, eram dezenas!!! A maior parte ainda mini-lagartas, e outras mesmo em tamanho micro já começavam a fazer das suas... As primeiras comecei a retirá-las "à mão", depois desisti e passei ao corte das folhas. :)
Mas hoje, eis que decido ir espreitar o Manjericão e deparo-me com isto:
Mas que praga, o raio das lagartas!!!
Solução: eliminação total!
Quero ver onde é que elas vão aparecer agora... e o que vão comer! :)
Também acho que não matei o desgraçado... espero que volte a rebentar na próxima primavera...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
The Hobbit: there and back again
Sinopse
O mundo de Tolkien ganha vida neste livro cheio de surpresas a serem descobertas em cada página. As aventuras de Bilbo Baggins, um hobbit apreciador do conforto, e de um grupo de anões têm encantado os leitores ao longo de 60 anos contadas através das mágicas imagens a cores de John Howe.
Didáctica, divertida é um grande incentivo à leitura para os mais pequenos e uma homenagem única e inesquecível à clássica história de Tolkien.
Prelúdio para a trilogia O Senhor dos Anéis.
Opinião
Uohhhh!!!
Mas que saudades que eu tinha do mundo de Tolkien...
Tive este livro na minha wishlist durante vários anos. Por esta ou por aquela razão (ou por qualquer outra coisa que não adianta escalpelizar agora) adiei por bastante tempo a compra do livro até que surgiu a oportunidade de o comprar na última Feira do Livro do Porto (bendita hora H). Aliás, a principal razão que me levou a comprar o livro (além, claro, de ser um fanático da Middle Earth) foi o facto de terem decidido, finalmente, avançar com a adaptação do Hobbit ao cinema pelas mãos do mestre Peter Jackson. Sim, esse mesmo que nos fez vibrar com a trilogia do Senhor dos Anéis entre 2001 e 2003 (uff, já lá vão 10 anos desde o primeiro filme!!!).
Ainda esperou cerca de 5 meses até pegar nele mas, como em tudo na vida, quanto maior é o tempo de espera e a ânsia de fazer, maior é o gosto que se consegue tirar depois de concluída a tarefa.
E assim foi com este Hobbit. :)
É um pouco difícil, para fanáticos como eu, tentar descrever e fazer sobressair os pontos fortes desta obra de Tolkien porque ela é absolutamente fantástica. É uma história incrivel sobre um pequeno hobbit, Bilbo Baggins, que um dia, por arrastamento e até por uma certa imposição, acaba por se juntar a um bando de 13 anões (a ver se não me engano: Thorin, Balin, Dwalin, Oin, Gloin, Kili, Fili, Ori, Nori, Dori, Bifur, Bofur, Bombur) numa aventura para resgatar um tesouro que é guardado por um dragão, de seu nome Smaug. Aliás, é graças a Gandalf que Bilbo é "requisitado" pelos anões para desempenhar o papel de "ladrão".
Ao longo do livro, vamos acompanhando as aventuras e desventuras de Bilbo desde o encontro com o trio de ogres que foram transformados em pedra (vimos isto na Irmandade do Anel), o encontro com os duendes na travessia das Misty Mountains (montanhas nebulosas), o encontro com Gollum, o achar de um anel mágico (lembram-se da expressão "one ring to rule them all"), a travessia da Mirkwood (floresta tenebrosa), o encontro com as aranhas, o encontro com os elfos da floresta e, finalmente, o encontro com Smaug.
E é muito engraçado, ao ler este prelúdio do Senhor dos Anéis, descobrir a origem de várias coisas que desempenharam um papel fundamental na trilogia. Falo, além de Gollum e do anel que Bilbo achou, da famosa espada oferecida por Bilbo a Frodo que tinha a particularidade de ficar azul perante a proximidade de Orcs e/ou Goblins e da cota de Mithril que salvou Frodo do ataque do Ogre na travessia das Minas de Mória.
Comparativamente com a trilogia do Senhor dos Aneis, achei este livro bastante mais "leve" e agradável de se ler. Talvez por ser relativamente curto (254 páginas) ou por já estar dentro do universo criado por Tolkien, devorei, "literalmente", este livro.
Já agora, deixo algumas curiosidades acerca dos anões. Balin, após sobreviver aos acontecimentos do livro regressa a Mória para se estabelecer como Rei dos Anões mas o reino acaba por ser dizimado pelos duendes. Gloin acaba por ser preponderante para o seguimento da história já que o seu descendente irá desempenhar um papel fundamental na trilogia. Falo, obviamente de Gimli, son of Gloin.
Em suma, The Hobbit é, sem qualquer dúvida, um must-read para todos os leitores fãs de Tolkien! Um verdadeiro must!!!
Para terminar, fica aqui o link para o blog oficial do filme e uma imagem dos anões, só para aguçar o apetite para quem está à espera do filme. :)
The Hobbit: an unexpected journey
O mundo de Tolkien ganha vida neste livro cheio de surpresas a serem descobertas em cada página. As aventuras de Bilbo Baggins, um hobbit apreciador do conforto, e de um grupo de anões têm encantado os leitores ao longo de 60 anos contadas através das mágicas imagens a cores de John Howe.
Didáctica, divertida é um grande incentivo à leitura para os mais pequenos e uma homenagem única e inesquecível à clássica história de Tolkien.
Prelúdio para a trilogia O Senhor dos Anéis.
Opinião
Uohhhh!!!
Mas que saudades que eu tinha do mundo de Tolkien...
Tive este livro na minha wishlist durante vários anos. Por esta ou por aquela razão (ou por qualquer outra coisa que não adianta escalpelizar agora) adiei por bastante tempo a compra do livro até que surgiu a oportunidade de o comprar na última Feira do Livro do Porto (bendita hora H). Aliás, a principal razão que me levou a comprar o livro (além, claro, de ser um fanático da Middle Earth) foi o facto de terem decidido, finalmente, avançar com a adaptação do Hobbit ao cinema pelas mãos do mestre Peter Jackson. Sim, esse mesmo que nos fez vibrar com a trilogia do Senhor dos Anéis entre 2001 e 2003 (uff, já lá vão 10 anos desde o primeiro filme!!!).
Ainda esperou cerca de 5 meses até pegar nele mas, como em tudo na vida, quanto maior é o tempo de espera e a ânsia de fazer, maior é o gosto que se consegue tirar depois de concluída a tarefa.
E assim foi com este Hobbit. :)
É um pouco difícil, para fanáticos como eu, tentar descrever e fazer sobressair os pontos fortes desta obra de Tolkien porque ela é absolutamente fantástica. É uma história incrivel sobre um pequeno hobbit, Bilbo Baggins, que um dia, por arrastamento e até por uma certa imposição, acaba por se juntar a um bando de 13 anões (a ver se não me engano: Thorin, Balin, Dwalin, Oin, Gloin, Kili, Fili, Ori, Nori, Dori, Bifur, Bofur, Bombur) numa aventura para resgatar um tesouro que é guardado por um dragão, de seu nome Smaug. Aliás, é graças a Gandalf que Bilbo é "requisitado" pelos anões para desempenhar o papel de "ladrão".
Ao longo do livro, vamos acompanhando as aventuras e desventuras de Bilbo desde o encontro com o trio de ogres que foram transformados em pedra (vimos isto na Irmandade do Anel), o encontro com os duendes na travessia das Misty Mountains (montanhas nebulosas), o encontro com Gollum, o achar de um anel mágico (lembram-se da expressão "one ring to rule them all"), a travessia da Mirkwood (floresta tenebrosa), o encontro com as aranhas, o encontro com os elfos da floresta e, finalmente, o encontro com Smaug.
E é muito engraçado, ao ler este prelúdio do Senhor dos Anéis, descobrir a origem de várias coisas que desempenharam um papel fundamental na trilogia. Falo, além de Gollum e do anel que Bilbo achou, da famosa espada oferecida por Bilbo a Frodo que tinha a particularidade de ficar azul perante a proximidade de Orcs e/ou Goblins e da cota de Mithril que salvou Frodo do ataque do Ogre na travessia das Minas de Mória.
Comparativamente com a trilogia do Senhor dos Aneis, achei este livro bastante mais "leve" e agradável de se ler. Talvez por ser relativamente curto (254 páginas) ou por já estar dentro do universo criado por Tolkien, devorei, "literalmente", este livro.
Já agora, deixo algumas curiosidades acerca dos anões. Balin, após sobreviver aos acontecimentos do livro regressa a Mória para se estabelecer como Rei dos Anões mas o reino acaba por ser dizimado pelos duendes. Gloin acaba por ser preponderante para o seguimento da história já que o seu descendente irá desempenhar um papel fundamental na trilogia. Falo, obviamente de Gimli, son of Gloin.
Em suma, The Hobbit é, sem qualquer dúvida, um must-read para todos os leitores fãs de Tolkien! Um verdadeiro must!!!
Para terminar, fica aqui o link para o blog oficial do filme e uma imagem dos anões, só para aguçar o apetite para quem está à espera do filme. :)
The Hobbit: an unexpected journey
terça-feira, 15 de novembro de 2011
As Pupilas do Senhor Reitor
Sinopse
As Pupilas do Senhor Reitor, um romance de Júlio Dinis publicado em 1866, conta a história do regresso de um jovem inconsciente à vila onde nascera. Uma vez aí chegado, apaixona-se pela noiva do irmão, o que desencadeia uma série de peripécias. As aventuras amorosas de Daniel chocam com a vida de duas órfãs, Clara e Margarida, entregues aos cuidados do reitor da aldeia. Em suma, As Pupilas do Senhor Reitor traduz a vida rural portuguesa da época.
Um livro escrito com a simplicidade de estilo e o realismo de representação, que caracterizam a obra de Júlio Dinis, e recheado de situações imprevistas e de grande intensidade dramática.
Opinião
Depois de já ter lido Os Maias de Eça de Queirós e Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco, continua a minha saga de clássicos da literatura portuguesa. Desta vez, e para não repetir autores, escolhi Júlio Dinis, e as suas pupilas.
Engraçado. Acho que é a palavra que melhor define o livro.
Não achei uma obra "por aí além" mas graças à escrita simples salpicada por alguns momentos divertidos, acabou por se tornar uma leitura agradável.
A história centra-se em Daniel e nas suas paixões "fáceis" que vão colocar em risco a sua carreira e o bem-estar familiar, principalmente quando este se apaixona pela noiva do irmão, uma das pupilas do Reitor da aldeia. Acabou por ser a personagem do reitor que mais me fascinou. Desde a infância de Daniel até ao imbróglio deste com a noiva do irmão, o Reitor tudo faz para tentar afastar Daniel de sarilhos, o que faz com que por vezes surjam situações verdadeiramente cómicas.
Não deixa de ser engraçado, também, o retrato da sociedade da altura que o autor transmite. Muito conservadorismo, muita aparência, muito "diz que disse" e muita fofoquice. :)
As Pupilas do Senhor Reitor, um romance de Júlio Dinis publicado em 1866, conta a história do regresso de um jovem inconsciente à vila onde nascera. Uma vez aí chegado, apaixona-se pela noiva do irmão, o que desencadeia uma série de peripécias. As aventuras amorosas de Daniel chocam com a vida de duas órfãs, Clara e Margarida, entregues aos cuidados do reitor da aldeia. Em suma, As Pupilas do Senhor Reitor traduz a vida rural portuguesa da época.
Um livro escrito com a simplicidade de estilo e o realismo de representação, que caracterizam a obra de Júlio Dinis, e recheado de situações imprevistas e de grande intensidade dramática.
Opinião
Depois de já ter lido Os Maias de Eça de Queirós e Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco, continua a minha saga de clássicos da literatura portuguesa. Desta vez, e para não repetir autores, escolhi Júlio Dinis, e as suas pupilas.
Engraçado. Acho que é a palavra que melhor define o livro.
Não achei uma obra "por aí além" mas graças à escrita simples salpicada por alguns momentos divertidos, acabou por se tornar uma leitura agradável.
A história centra-se em Daniel e nas suas paixões "fáceis" que vão colocar em risco a sua carreira e o bem-estar familiar, principalmente quando este se apaixona pela noiva do irmão, uma das pupilas do Reitor da aldeia. Acabou por ser a personagem do reitor que mais me fascinou. Desde a infância de Daniel até ao imbróglio deste com a noiva do irmão, o Reitor tudo faz para tentar afastar Daniel de sarilhos, o que faz com que por vezes surjam situações verdadeiramente cómicas.
Não deixa de ser engraçado, também, o retrato da sociedade da altura que o autor transmite. Muito conservadorismo, muita aparência, muito "diz que disse" e muita fofoquice. :)
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Back to the Shire...
Já tinha conhecimento que Peter Jackson iria ser o realizador da sequela do Senhor dos Anéis (na realidade, é mais um prelúdio do que uma sequela, mas como só aparece agora, 10 anos depois, chamo-lhe sequela...), "The Hobbit" e que as filmagens já tinham começado.
O que eu não sabia, e que me deixou completamente a espumar, é que o Peter Jackson está a fazer um conjunto de Production Logs para os fãs (mais fanáticos, assim como eu...) acompanharem o processo das gravações.
De facto, para quem é, como eu, flashado no mundo de Tolkien e na sua Middle Earth, isto é um must see!!!
Mais uma vez, as filmagens decorrem na Nova-Zelândia e estão a ser utilizados cenários do Senhor dos Anéis, o que permite reviver todo o universo que Jackson adaptou dos livros de Tolkien.
Aqui ficam os 4 primeiros...
Está previsto estrear no final de 2012 portanto, ainda vai haver muita gente a "salivar" e sempre há espera que saiam mais diários...
O que eu não sabia, e que me deixou completamente a espumar, é que o Peter Jackson está a fazer um conjunto de Production Logs para os fãs (mais fanáticos, assim como eu...) acompanharem o processo das gravações.
De facto, para quem é, como eu, flashado no mundo de Tolkien e na sua Middle Earth, isto é um must see!!!
Mais uma vez, as filmagens decorrem na Nova-Zelândia e estão a ser utilizados cenários do Senhor dos Anéis, o que permite reviver todo o universo que Jackson adaptou dos livros de Tolkien.
Aqui ficam os 4 primeiros...
Está previsto estrear no final de 2012 portanto, ainda vai haver muita gente a "salivar" e sempre há espera que saiam mais diários...
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