O melhor seria mesmo dizer Que rico Naco na Pedra!!!
Trata-se de um restaurante, em Braga, onde é possível aliar 3 factores que, na grande maioria dos restaurante, se encontram dissociados: qualidade, quantidade, apelo visual.
Aqui, é possível comer com qualidade (só de pensar no naco já me estou a salivar...), em quantidade mais do que suficiente para se sair de lá de "pança cheia" e, qual cereja no topo do bolo (ou do prato), com um apelo visual que nos põe a comer com os olhos os pratos das mesas vizinhas até sermos servidos. :)
Foi, sem dúvida, o restaurante onde melhor comi com os olhos. :)
Ora vejam lá se não é de salivar:
A isto chama-se Tornedó à Naco.
Para que conste, além do belo naco ali a brilhar, tem batatas a murro, um pedaço de pão torrado (bem regadinho com azeite), uma fatia de presunto (provavelmente a esconder as partes baixas do naco...), legumes salteados com bastante alho para segurar o naco e uma bela flor de tomate (a sério que era tomate, embora eu não saiba com que artes é que eles o conseguem transformar assim...).
Eu e a Carla deliciámo-nos com este verdadeiro "tornado" mas, para as miúdas, optei por pedir um bitoque, que é sempre mais soft e a probabilidade de elas torcerem o nariz é sempre mais baixa.
Mas até o raio do bitoque vinha com uns preciosismos que elas ficaram, por momentos, apenas a fitá-lo! :)
Posto isto, claro que não podíamos faltar à chamada das sobremesas. Quanto mais não fosse pela curiosidade em ver a forma como eles as apresentariam. E, mais uma vez, a veia artística a vir ao de cima:
Já não me recordo do nome das sobremesas, mas este é daqueles casos em que uma imagem valem bem mais do que mil palavras!
No final, dirão alguns que não é para o bolso de todos. Não é bem verdade. Apesar de não ser um restaurante barato, não foi, nem de longe nem de perto, dos mais caros onde já fui. Diria que o preço médio por pessoa ronda os 15 a 20 €. E se forem durante a semana, ao almoço, poderão optar pela "diária" que, em finais de 2011 (quando lá fui) era de 7€.
Não é para lá ir todos os dias, mas de vez em quando sabe bem comer com prazer e poder saborear estas maravilhas da arte culinária.
Para mais informações ou reservas, consultem o site: Naco na Pedra
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Aprendiz de Assassino
Sinopse
O jovem Fitz é filho bastardo do nobre Príncipe Cavalaria e cresce na corte do Rei Sagaz. Marginalizado por todos, o rapaz refugia-se nos estábulos reais, mas cedo o seu sangue revela o Talento mágico e, por ordens do rei, é secretamente iniciado nas temidas artes do assassino. Quando salteadores bárbaros atacam as costas, Fitz enfrenta a sua primeira e perigosa missão que o lançará num ninho de intrigas. E embora alguns o encarem como uma ameaça ao trono, talvez ele seja a chave para a sobrevivência do reino. Com uma narrativa povoada de encantamentos, heroísmo e desonra, paixão e aventura, o Aprendiz de Assassino inicia um das séries mais bem-amadas da fantasia épica.
Opinião
Aprendiz de Assassino foi a minha estreia com Robin Hobb. Sendo a fantasia o meu género favorito de leitura, Robin Hobb era daquelas autoras que, mais cedo ou mais tarde, haveria de chegar ao meu "regaço".
E as opiniões que já tinha lido sobre a Saga do Assassino já mais do que justificavam que eu a começasse a ler.
E, de facto, as expectativas que tinha foram confirmadas. Este primeiro livro serve como introdução ao mundo dos Seis Ducados, uma espécie de Middle Earth ou a Westeros de Martin, e à apresentação da Fitz, a estrela da Saga (pelo menos é o que tudo indica...). Fitz é filho bastardo do Príncipe Cavalaria, primeiro na linha de herdeiros na corte do Rei Sagaz. Como tal, acaba por ser marginalizado por toda a corte, acabando por ser criado por Castro, o mestre dos cavalos de Cavalaria. Tendo em conta a sua linhagem, e o facto de ter sangue real, o Rei acaba por iniciá-lo nas artes do assassino, colocando Breu como seu mestre e mentor na referida arte.
Como referi, este primeiro livro serve essencialmente para nos introduzir o mundo dos Seis Ducados. Apresenta-nos a Corte, a ameaça dos Navios Vermelhos que sequestram as pessoas das vilas costeiras e as devolvem vazias de qualquer sentimento e emoção (acto que nos é traduzido por Forjamento), e as intrigas e jogos de poder, nomeadamente a aliança com o povo do Reino das Montanhas, na qual Fitz terá um papel preponderante.
Gostei da escrita, simples mas cativante, sem grandes floreados que nos façam perder o rumo da história. O desenrolar da acção também está muito bem equilibrado, com fases de introdução e apresentação de novas personagens e outras em que quase nos sentimos a correr e vaguear de um lado para o outro com Fitz. Contudo, e como não somos todos perfeitos (incluindo eu :) ), não achei muita piada ao nome das personagens. Não sei se terá sido opção da tradução ou da própria autora mas a utilização de nomes como Sagaz, Cavalaria, Veracidade, D. Despachada, Tempero, Mãos (!?!?) não são, na minha opinião, as melhores escolhas para nomear personagens... Bem, pelo menos há um "Castro" lá pelo meio, e esse é um nome bem portuguesinho... :)
No geral, apreciei bastante o livro e irei, ainda este ano, avançar na saga. Sem qualquer dúvida! Venham de lá os restantes 4!
O jovem Fitz é filho bastardo do nobre Príncipe Cavalaria e cresce na corte do Rei Sagaz. Marginalizado por todos, o rapaz refugia-se nos estábulos reais, mas cedo o seu sangue revela o Talento mágico e, por ordens do rei, é secretamente iniciado nas temidas artes do assassino. Quando salteadores bárbaros atacam as costas, Fitz enfrenta a sua primeira e perigosa missão que o lançará num ninho de intrigas. E embora alguns o encarem como uma ameaça ao trono, talvez ele seja a chave para a sobrevivência do reino. Com uma narrativa povoada de encantamentos, heroísmo e desonra, paixão e aventura, o Aprendiz de Assassino inicia um das séries mais bem-amadas da fantasia épica.
Opinião
Aprendiz de Assassino foi a minha estreia com Robin Hobb. Sendo a fantasia o meu género favorito de leitura, Robin Hobb era daquelas autoras que, mais cedo ou mais tarde, haveria de chegar ao meu "regaço".
E as opiniões que já tinha lido sobre a Saga do Assassino já mais do que justificavam que eu a começasse a ler.
E, de facto, as expectativas que tinha foram confirmadas. Este primeiro livro serve como introdução ao mundo dos Seis Ducados, uma espécie de Middle Earth ou a Westeros de Martin, e à apresentação da Fitz, a estrela da Saga (pelo menos é o que tudo indica...). Fitz é filho bastardo do Príncipe Cavalaria, primeiro na linha de herdeiros na corte do Rei Sagaz. Como tal, acaba por ser marginalizado por toda a corte, acabando por ser criado por Castro, o mestre dos cavalos de Cavalaria. Tendo em conta a sua linhagem, e o facto de ter sangue real, o Rei acaba por iniciá-lo nas artes do assassino, colocando Breu como seu mestre e mentor na referida arte.
Como referi, este primeiro livro serve essencialmente para nos introduzir o mundo dos Seis Ducados. Apresenta-nos a Corte, a ameaça dos Navios Vermelhos que sequestram as pessoas das vilas costeiras e as devolvem vazias de qualquer sentimento e emoção (acto que nos é traduzido por Forjamento), e as intrigas e jogos de poder, nomeadamente a aliança com o povo do Reino das Montanhas, na qual Fitz terá um papel preponderante.
Gostei da escrita, simples mas cativante, sem grandes floreados que nos façam perder o rumo da história. O desenrolar da acção também está muito bem equilibrado, com fases de introdução e apresentação de novas personagens e outras em que quase nos sentimos a correr e vaguear de um lado para o outro com Fitz. Contudo, e como não somos todos perfeitos (incluindo eu :) ), não achei muita piada ao nome das personagens. Não sei se terá sido opção da tradução ou da própria autora mas a utilização de nomes como Sagaz, Cavalaria, Veracidade, D. Despachada, Tempero, Mãos (!?!?) não são, na minha opinião, as melhores escolhas para nomear personagens... Bem, pelo menos há um "Castro" lá pelo meio, e esse é um nome bem portuguesinho... :)
No geral, apreciei bastante o livro e irei, ainda este ano, avançar na saga. Sem qualquer dúvida! Venham de lá os restantes 4!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
The Black Keys
Awsome! Awsome! Awsome!
A música é estrondosa mas o vídeo... é demais!!! Simplicity? Why not?!?
Rock Power!!!
A música é estrondosa mas o vídeo... é demais!!! Simplicity? Why not?!?
Rock Power!!!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
dEUS
Vai estar entre nós hoje...
Concerto no Teatro Sá da Bandeira :)
Deixo aqui o último vídeo oficial, Ghost. (atenção aos mais sensíveis... as últimas cenas podem impressionar...)
E a minha favorita de sempre... Instant Street.
Concerto no Teatro Sá da Bandeira :)
Deixo aqui o último vídeo oficial, Ghost. (atenção aos mais sensíveis... as últimas cenas podem impressionar...)
E a minha favorita de sempre... Instant Street.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Park & Zoo Santo Inácio
Aproveitando este solarengo mês de Janeiro e a borla dada às crianças (promoção do mês de Janeiro), aproveitamos o domingo para passar o dia no Park & Zoo de Santo Inácio. Para quem não conhece, é um misto entre parque de lazer e jardim zoológico (ok, mini-zoo...) que fica em Avintes, Vila Nova de Gaia.
A altura não é a melhor, confesso. Com um belo parque de merendas, parque infantil, bares e explanadas deve ser óptimo no Verão com os dias mais quentes... Hei-de lá voltar com farnel para passar lá o dia. Fica registado.
Quanto aos animais, apesar de a "mostra" não ser por aí além em termos de diversidade, oferece-nos um leque agradável de espécies. Desde répteis, aves de rapina, "macacada", insectos e até pinguins, há bastante para ver.
Logo à entrada, cães da pradaria :)
Engraçados os pequenotes... em espaço aberto e sem qualquer receio dos visitantes.
Junto a estes, o reptilário, com uma pequena mostra destes nossos amigos. Tartarugas, iguanas (montes delas...), cobras, lagartos e afins e ainda com um espectáculo/demonstração com bastante interação com o público.
Apenas a título de curiosidade e para que alguns pensem 2 vezes antes de fazer asneira, a maioria das iguanas que lá estavam (dezenas) foram dadas ao zoo porque os donos nunca pensaram que elas crescessem tanto!!!
Outro espectáculo/demonstração que fazem é a das aves de rapina. Abutre, Falcão, Águia-pesqueira e Coruja das Neves fazem a delícia dos visitantes com os seus voos rasantes. O abutre ainda consegui apanhar em pleno voo...
...os restantes, só estacionados.
Claro que não podia faltar o reino da macacada! Macaco-"isto", macaco-"aquilo", lemur-"assim", lemur-"assado", não faltavam lá primos e primas! :)
E no meio da macacada, acho que apanhei um acabadinho de fumar umas ganzas... olhem os olhos do desgraçado.
Papagaios, araras e "passarinhos" coloridos que respondiam "olá" a quem se metesse com eles...
Quanto ao resto, kangurus, pinguins, hipopótamos-bébé, pantera-das-neves, mabecos, etc, compunham o lote de animais do zoo. Como referi no início, a diversidade não é muita mas é suficiente para se passar um bom bocado, principalmente para quem tem pikena(o)s.
Ah, outra coisa, além das 3 que eu levei, aquilo estava infestado de pavoas!!! :)
E curiosas, sempre a espreitar...
A altura não é a melhor, confesso. Com um belo parque de merendas, parque infantil, bares e explanadas deve ser óptimo no Verão com os dias mais quentes... Hei-de lá voltar com farnel para passar lá o dia. Fica registado.
Quanto aos animais, apesar de a "mostra" não ser por aí além em termos de diversidade, oferece-nos um leque agradável de espécies. Desde répteis, aves de rapina, "macacada", insectos e até pinguins, há bastante para ver.
Logo à entrada, cães da pradaria :)
Engraçados os pequenotes... em espaço aberto e sem qualquer receio dos visitantes.
Junto a estes, o reptilário, com uma pequena mostra destes nossos amigos. Tartarugas, iguanas (montes delas...), cobras, lagartos e afins e ainda com um espectáculo/demonstração com bastante interação com o público.
Apenas a título de curiosidade e para que alguns pensem 2 vezes antes de fazer asneira, a maioria das iguanas que lá estavam (dezenas) foram dadas ao zoo porque os donos nunca pensaram que elas crescessem tanto!!!
Outro espectáculo/demonstração que fazem é a das aves de rapina. Abutre, Falcão, Águia-pesqueira e Coruja das Neves fazem a delícia dos visitantes com os seus voos rasantes. O abutre ainda consegui apanhar em pleno voo...
...os restantes, só estacionados.
Claro que não podia faltar o reino da macacada! Macaco-"isto", macaco-"aquilo", lemur-"assim", lemur-"assado", não faltavam lá primos e primas! :)
E no meio da macacada, acho que apanhei um acabadinho de fumar umas ganzas... olhem os olhos do desgraçado.
Papagaios, araras e "passarinhos" coloridos que respondiam "olá" a quem se metesse com eles...
Quanto ao resto, kangurus, pinguins, hipopótamos-bébé, pantera-das-neves, mabecos, etc, compunham o lote de animais do zoo. Como referi no início, a diversidade não é muita mas é suficiente para se passar um bom bocado, principalmente para quem tem pikena(o)s.
Ah, outra coisa, além das 3 que eu levei, aquilo estava infestado de pavoas!!! :)
E curiosas, sempre a espreitar...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Passagem deliciosa...
Comecei esta semana a ler "O Jogo do Anjo" de Carlos Ruiz Zafon, excelente autor e do qual já muito tinha apreciado o seu "A Sombra do Vento".
Ontem, deliciei-me com esta passagem:
"Estavam os meus companheiros de alojamento amontoados de encontro à janela a ver se captavam uma visão fugaz das monumentais nádegas de Marujita num daqueles vaivéns que as espalhavam como massa de folar de Páscoa de encontro ao vidro da sua clarabóia, quando soou a campaínha da pensão."
Ainda estou a tentar imaginar o vaivém da massa do folar...
Ontem, deliciei-me com esta passagem:
"Estavam os meus companheiros de alojamento amontoados de encontro à janela a ver se captavam uma visão fugaz das monumentais nádegas de Marujita num daqueles vaivéns que as espalhavam como massa de folar de Páscoa de encontro ao vidro da sua clarabóia, quando soou a campaínha da pensão."
Imagem rapinada daqui.
Ainda estou a tentar imaginar o vaivém da massa do folar...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Dívida de Sangue (A Saga do Sangue Fresco, #2)
Sinopse
Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric - um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.
De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…
Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos...
Opinião
Impulsionado pela série televisiva True Blood, decidi, ainda no ano passado, avançar com a leitura dos livros que lhe deram origem. E, se o primeiro livro me permitiu "re-visualizar" a primeira temporada da série, este iniciou o desvio entre a saga dos livros e a saga televisa já que, comparativamente com a segunda temporada da série, apenas tem em comum o enredo principal e as aventuras de Sookie com os vampiros sendo que no desfecho das várias histórias que vão surgindo no dia a dia de Sookie, a coisa sai completamente ao lado.
Aliás, uma das grandes, senão mesmo abissais, diferenças, é a morte de Lafayette logo no início deste livro, enquanto que na série, ele desempenha um papel essencial sendo, inclusive, uma das minhas personagens favoritas.
Mas, cingindo-me apenas ao livro, posso dizer que foi uma leitura agradável mas que ficou muito além das expectativas. Não gostei muito da forma como a autora introduziu a ménade, logo no início com um ataque a Sookie e depois deixou-a em lume brando (esquecida mesmo!) até que o desenrolar nos acontecimentos forçassem o seu reaparecimento. Pareceu-me demasiado forçado este aparecimento de mais uma "criatura mítica". Também em relação aos acontecimentos em Dallas, pareceu-me que em certas alturas a autora deveria ter sido mais explícita e avançar com mais detalhes sobre as situações em que Sookie era embrulhada. Gostei, contudo, do intensificar da relação com Eric que irá desempenhar um papel de maior relevo daqui para a frente (é o que dá ler com este atraso todo... toda a gente já comentou :) ).
O terceiro livro ainda está lá na estante, à espera... Mas, ou a autora me surpreende com o terceiro ou tenho a ligeira impressão que não irei terminar a saga...
Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric - um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.
De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…
Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos...
Opinião
Impulsionado pela série televisiva True Blood, decidi, ainda no ano passado, avançar com a leitura dos livros que lhe deram origem. E, se o primeiro livro me permitiu "re-visualizar" a primeira temporada da série, este iniciou o desvio entre a saga dos livros e a saga televisa já que, comparativamente com a segunda temporada da série, apenas tem em comum o enredo principal e as aventuras de Sookie com os vampiros sendo que no desfecho das várias histórias que vão surgindo no dia a dia de Sookie, a coisa sai completamente ao lado.
Aliás, uma das grandes, senão mesmo abissais, diferenças, é a morte de Lafayette logo no início deste livro, enquanto que na série, ele desempenha um papel essencial sendo, inclusive, uma das minhas personagens favoritas.
Mas, cingindo-me apenas ao livro, posso dizer que foi uma leitura agradável mas que ficou muito além das expectativas. Não gostei muito da forma como a autora introduziu a ménade, logo no início com um ataque a Sookie e depois deixou-a em lume brando (esquecida mesmo!) até que o desenrolar nos acontecimentos forçassem o seu reaparecimento. Pareceu-me demasiado forçado este aparecimento de mais uma "criatura mítica". Também em relação aos acontecimentos em Dallas, pareceu-me que em certas alturas a autora deveria ter sido mais explícita e avançar com mais detalhes sobre as situações em que Sookie era embrulhada. Gostei, contudo, do intensificar da relação com Eric que irá desempenhar um papel de maior relevo daqui para a frente (é o que dá ler com este atraso todo... toda a gente já comentou :) ).
O terceiro livro ainda está lá na estante, à espera... Mas, ou a autora me surpreende com o terceiro ou tenho a ligeira impressão que não irei terminar a saga...
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Balanço de leitura 2011
Excelente ano o de 2011 no que à leitura diz respeito.
Consegui cumprir os objectivos a que me tinha proposto e ainda consegui ir um pouco mais além. Foi também, pela qualidade dos livros que li, um ano de excelente colheita.
No início de 2011 tinha-me proposto ler:
- 2 clássicos portugueses (li Amor de Perdição e As Pupilas do Senhor Reitor)
- a saga Sangue Fresco (li os volumes I e II)
- um (ou dois) volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (li dois, A Tormenta de Espadas e a Glória dos Traidores)
- o Hobbit (lido e com muito, mas mesmo muito prazer)
Eis a lista de 2011.
No total, foram 17 livros e 6221 páginas devoradas o que dá uma média de 518 páginas por mês. Nada mau...
O destaque positivo vai, sem qualquer dúvida para O Hobbit, simplesmente porque sou um fanático de Tolkien e da Terra Média. :)
Mas, fanatismo à parte, destaco a obra de Gary Jennings sobre a civilização Azteca que é absolutamente fantástica, o volume 6 (A Glória dos Traidores) de As Crónicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin que nos consegue cortar a respiração de princípio a fim, e o Deixa-me Entrar de John Ajvide Lindqvist que nos leva numa aventura vampiresca, mostrando a problemática do lado não humano da "coisa".
A desilusão do ano tive-a com Ken Follet. Apesar de ser um consagrado autor, com diversos best-sellers nas livrarias, não gostei do seu A Ameaça. Como thriller, achei-o muito fraco e previsível. No entanto, mantenho em aberto o autor e tenho algumas obras suas em lista de espera... A ver vamos.
Para 2012, o desafio são 20 livros! Arrojado? Talvez. Conseguirei atingir esta meta? Daqui a um ano falamos. :)
Quanto à selecção das obras para este ano que se inicia, tentarei ler:
- 2 clássicos portugueses
- mais 2 volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (já li 6 e ainda faltam 4!)
- terminar a trilogia d'Os jogos da Fome (o primeiro volume já está)
- iniciar a saga Millennium de Stieg Larsson (aproveitar que vai estrear o filme...)
- iniciar a Série da Águia de Simon Scarrow (tenho que mandar vir o primeiro...)
Quanto ao resto, tudo o que vier por acréscimo, será sempre bem vindo.
Consegui cumprir os objectivos a que me tinha proposto e ainda consegui ir um pouco mais além. Foi também, pela qualidade dos livros que li, um ano de excelente colheita.
No início de 2011 tinha-me proposto ler:
- 2 clássicos portugueses (li Amor de Perdição e As Pupilas do Senhor Reitor)
- a saga Sangue Fresco (li os volumes I e II)
- um (ou dois) volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (li dois, A Tormenta de Espadas e a Glória dos Traidores)
- o Hobbit (lido e com muito, mas mesmo muito prazer)
Eis a lista de 2011.
No total, foram 17 livros e 6221 páginas devoradas o que dá uma média de 518 páginas por mês. Nada mau...
O destaque positivo vai, sem qualquer dúvida para O Hobbit, simplesmente porque sou um fanático de Tolkien e da Terra Média. :)
Mas, fanatismo à parte, destaco a obra de Gary Jennings sobre a civilização Azteca que é absolutamente fantástica, o volume 6 (A Glória dos Traidores) de As Crónicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin que nos consegue cortar a respiração de princípio a fim, e o Deixa-me Entrar de John Ajvide Lindqvist que nos leva numa aventura vampiresca, mostrando a problemática do lado não humano da "coisa".
A desilusão do ano tive-a com Ken Follet. Apesar de ser um consagrado autor, com diversos best-sellers nas livrarias, não gostei do seu A Ameaça. Como thriller, achei-o muito fraco e previsível. No entanto, mantenho em aberto o autor e tenho algumas obras suas em lista de espera... A ver vamos.
Para 2012, o desafio são 20 livros! Arrojado? Talvez. Conseguirei atingir esta meta? Daqui a um ano falamos. :)
Quanto à selecção das obras para este ano que se inicia, tentarei ler:
- 2 clássicos portugueses
- mais 2 volumes das Crónicas de Gelo e Fogo (já li 6 e ainda faltam 4!)
- terminar a trilogia d'Os jogos da Fome (o primeiro volume já está)
- iniciar a saga Millennium de Stieg Larsson (aproveitar que vai estrear o filme...)
- iniciar a Série da Águia de Simon Scarrow (tenho que mandar vir o primeiro...)
Quanto ao resto, tudo o que vier por acréscimo, será sempre bem vindo.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
O meu musicol ...
Hoje trago-vos Loch Lomond. Com nome de lago escocês, são uma banda americana, de Portland, formada por Ritchie Young em 2003. Very calm and smooth music, baseada na guitarra e na melodiosa voz de Ritchie.
Wax & Wire saiu em 2009, no EP Night Bats e tem sido um sucesso, especialmente como banda sonora de vários vídeos "radicais", como este de Danny MacAskill. Aqui fica uma versão caseira.
Do último álbum, Little Me Will Start a Storm, deixo outra excelente música:
Elephants and Little Girls.
Muito bom, para ouvir nas calmas, sentadinhos no sofá...
Wax & Wire saiu em 2009, no EP Night Bats e tem sido um sucesso, especialmente como banda sonora de vários vídeos "radicais", como este de Danny MacAskill. Aqui fica uma versão caseira.
Do último álbum, Little Me Will Start a Storm, deixo outra excelente música:
Elephants and Little Girls.
Muito bom, para ouvir nas calmas, sentadinhos no sofá...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Os Jogos da Fome
Sinopse
Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas do que foi a América do Norte Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica.
Opinião
Li este Jogos da Fome inserido naquilo que foi a minha primeira leitura conjunta, através de um grupo de leitura do Goodreads. Apesar de não ter planeado para 2011 (pretendia iniciar a trilogia em 2012), esta leitura acabou por se tornar agradável e aumentar os meus números de leitura relativos a 2011 (noutro post farei o balanço do ano que passou).
O enredo é muito interessante. Um regime totalitário, composto por 12 distritos naquilo que outrora foi a América do Norte, e que governa uma nação de uma forma escravizante e que, para marcar o seu poderio, criou os Jogos da Fome, competição em que participam 2 adolescentes de cada distrito onde o único objectivo é chegar ao final vivo! É matar ou morrer!
O livro divide-se, essencialmente, em duas partes. Na primeira parte é feita a introdução à história de Panem e à vida no distrito 12 sob a perspectiva de Katniss Everdeen. Aqui, achei que a autora poderia ter feito bastante mais e melhor. A introdução acaba por ser um pouco vaga e, na minha opinião, algo mais poderia ter sido dito em relação à vida no distrito 12 e à construção de outras personagens que dessem outro tipo de envolvência à história. Quanto à segunda parte, considero-a como o ponto forte, quiçá, da trilogia. Através dos olhos de Katniss, a autora faz-nos acompanhar os jogos de princípio a fim, com todas as vicissitudes inerentes a um jogo do tipo matar ou morrer com adolescentes! Apesar da brutalidade do jogo (estamos a falar de adolescentes entre os 12 e os 18 anos) e mesmo não entrando em grandes detalhes em relação às mortes que vão ocorrendo na arena (algumas delas até demasiado insossas e completamente previsíveis) a escrita consegue-nos manter colados ao livro e dá-nos vontade de o ler de uma assentada!
No geral, acabou por ser uma leitura agradável e cuja escrita, virada para o young-adult, acaba por ser bastante simples o que facilita o "agarrar" dos leitores à história.
Talvez pelas leituras que fiz em 2011 (ano de colheita de qualidade!), os Jogos da Fome acabou por me "saber a pouco". Fez-me falta uma maior descrição da história de Panem, o porquê da criação dos jogos e, acima de tudo, mais detalhe na descrição dos jogos. No entanto, tem a virtude de agarrar o leitor à história.
Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas do que foi a América do Norte Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica.
Opinião
Li este Jogos da Fome inserido naquilo que foi a minha primeira leitura conjunta, através de um grupo de leitura do Goodreads. Apesar de não ter planeado para 2011 (pretendia iniciar a trilogia em 2012), esta leitura acabou por se tornar agradável e aumentar os meus números de leitura relativos a 2011 (noutro post farei o balanço do ano que passou).
O enredo é muito interessante. Um regime totalitário, composto por 12 distritos naquilo que outrora foi a América do Norte, e que governa uma nação de uma forma escravizante e que, para marcar o seu poderio, criou os Jogos da Fome, competição em que participam 2 adolescentes de cada distrito onde o único objectivo é chegar ao final vivo! É matar ou morrer!
O livro divide-se, essencialmente, em duas partes. Na primeira parte é feita a introdução à história de Panem e à vida no distrito 12 sob a perspectiva de Katniss Everdeen. Aqui, achei que a autora poderia ter feito bastante mais e melhor. A introdução acaba por ser um pouco vaga e, na minha opinião, algo mais poderia ter sido dito em relação à vida no distrito 12 e à construção de outras personagens que dessem outro tipo de envolvência à história. Quanto à segunda parte, considero-a como o ponto forte, quiçá, da trilogia. Através dos olhos de Katniss, a autora faz-nos acompanhar os jogos de princípio a fim, com todas as vicissitudes inerentes a um jogo do tipo matar ou morrer com adolescentes! Apesar da brutalidade do jogo (estamos a falar de adolescentes entre os 12 e os 18 anos) e mesmo não entrando em grandes detalhes em relação às mortes que vão ocorrendo na arena (algumas delas até demasiado insossas e completamente previsíveis) a escrita consegue-nos manter colados ao livro e dá-nos vontade de o ler de uma assentada!
No geral, acabou por ser uma leitura agradável e cuja escrita, virada para o young-adult, acaba por ser bastante simples o que facilita o "agarrar" dos leitores à história.
Talvez pelas leituras que fiz em 2011 (ano de colheita de qualidade!), os Jogos da Fome acabou por me "saber a pouco". Fez-me falta uma maior descrição da história de Panem, o porquê da criação dos jogos e, acima de tudo, mais detalhe na descrição dos jogos. No entanto, tem a virtude de agarrar o leitor à história.
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