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terça-feira, 24 de abril de 2012

Já somos assim tantos...

... os fãs de George R.R. Martin ou foi apenas o advento da série televisa Game of Thrones que trouxe este pessoal todo à Fnac do Norteshopping na sexta-feira passada?
Sinceramente, não fazia ideia que As Crónicas de Gelo e Fogo tinham atingido este nível de popularidade!
E tudo, para que este senhor nos desse a honra de assinar (no máximo) dois livrinhos da saga...


O evento estava marcado para as 19h mas só consegui chegar por volta das 19h30 e o aspecto era este:

Impressionante!
Claro que lá chegado, não podia desistir e, por fim, uns minutos depois das 20h30 lá consegui chegar junto do mestre e receber 3 carimbos!!! Tinha levado A Glória dos Traidores (volume 5 e aquele que foi, até agora, o ex-libris destas crónicas) e ainda comprei os 2 que me faltavam: O Mar de Ferro e A Dança dos Dragões.


No final, tive direito a um "sarrabisco" destes nos 3 livros que referi.

Proveitoso, hein? :)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O Monte dos Vendavais

Sinopse
O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

Opinião
Esta obra era um daqueles clássicos que por muitos livros que leiamos e por muitos anos que passamos a ler, havemos sempre de o ver nas prateleiras das livrarias e, em especial, na Internet, em sites dedicados a livros, leituras e críticas. Há já algum tempo que o tinha comprado e aguardava uma oportunidade para o ler. Essa oportunidade surgiu numa leitura conjunta levada a cabo no Goodreads.
Confesso, portanto, que estava bastante entusiasmado quando parti para esta leitura. Infelizmente, rapidamente perdi o ânimo e fiquei bastante desiludido com este clássico.
Tudo começa com uma visita de Mr. Lockwood ao seu senhorio, Mr. Heathcliff que consegue ser uma pessoa ainda mais fechada e reservada que ele próprio. A arrogância, a rudeza e a má-educação de todos os moradores são de tal ordem do "outro mundo" que ao fim das primeiras 60~80 páginas a única questão que se colocava era: mas o que é isto? um manicómio com loucos a sério lá dentro!!!
Só depois começamos a perceber as raízes da história de todas as personagens e o que as levou a chegar àquele ponto e aí, outra questão se colocava: mas em que estado de loucura é que estava a autora para escrever daquela maneira e para criar uma verdadeira "realidade paralela" em que os intervenientes são completamente desiquilibrados (isto para não dizer chanfrados mesmo!!!)?
E todo o resto do livro se desenvolve nesta loucura até que uns vão morrendo atrás de outros... Para ser coerente com o resto, o final acaba também por ser um completo desconsolo, totalmente insosso...
Resumindo, ainda bem que o li numa leitura conjunta caso contrário, ia acabar por arrastar a leitura e ia-se tornar um suplício acabá-lo, tamanho é o interesse que me foi despertando... Enfim, há clássicos e clássicos.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Popeye? Talvez...

A maioria dos leitores deste blog deve-se lembrar, com certeza, do famoso marinheiro que ia buscar a sua força aos célebres espinafres... servidos em lata na altura! Sempre que tinha que salvar a sua "bela" Olívia das mãos do vilão Brutus, lá aviava uma latinha de espinafres e aí vai milho!!!

Pois bem, ultimamente tenho feito umas experiências hortícolas e os espinafres foram a faísca inicial. Qual Popeye armado em salvador com os seus espinafres para a sopa das miúdas, em finais de Outubro do ano passado decidi semear espinafres. Arranjei umas covettes e, aí vai disto. É claro que não lhes disse que era para a sopa, caso contrário tinham-me sabotado a plantação...

Tudo começou a 29 de Outubro de 2011...




A coisa até parecia prometer mas ao fim de 3 semanas, de 18 sementes apenas 3 tinham germinado... Algo me dizia que faltava qualquer coisa... mas deixei ficar a "marinar" e lá acabaram por germinar mais duas sementes. O Outono acabou (aconselhavam no pacote das sementes a semear em Outubro/Novembro...), o Inverno foi passando e os malditos espinafres não tinham maneira de crescer.
Mas não desisti! Chegou a Primavera e, aparentemente, começaram a arrebitar... De duas, passaram a quatro folhas, depois seis, oito... e por aí adiante.
Resolvi então retirá-los da incubadora e colocá-los em vaso. Só que entretanto descobri o que me faltava. Seguindo os conselhos os meus consultores hortícolas (cunhados Susana e Antero), adicionei o ingrediente secreto quando os transplantei: húmus de minhoca! Sim, era o que me faltava e funcionou!!!

Quando os envasei, no dia 9 de Abril, estavam assim:

E passado uma semana, no dia 15 de Abril já estavam assim:


Sei que não parece muito grande a diferença mas para quem está, deseperadamente, à espera deles para fazer sopa, diria que estão com muito bom aspecto!

Aliás, por este andar conto recolher folhas de espinafre para a sopa no primeiro trimestre de 2013!!!
E mais, talvez dê para esparregado lá para meados de 2014... quem sabe.

Entretanto, as miúdas agradecem, não há sopa de espinafres!



segunda-feira, 16 de abril de 2012

Palácio da Brejoeira

(retirada daqui)

O Palácio e Quinta da Brejoeira são uma verdadeira pérola, escondida no coração do Alto Minho, junto a Monção. Já há alguns anos que tinha ouvido falar da "Brejoeira" mas, sinceramente, associava a alguma quinta/herdade no sul.
Famosa pelo Alvarinho, foi pela sua magnífica aguardente vínica velha que me conquistou... Para os apreciadores, podem consultar no site a ficha técnica.

Mas no que diz respeito ao Palácio e à Quinta, é um espaço que vale a pena conhecer. Aliás, o Palácio é monumento nacional desde 1910 e tem uma história muito curiosa, desde os tempos da monarquia até à sua proprietária actual que ainda vive no mesmo. No entanto, só em 2010 foram abertas as portas do Palácio e da Quinta ao turismo.
O Palácio oferece diferentes tipos de visitas, desde os jardins ao interior do Palácio, passando pelas extensas vinhas e pela adega antiga.

Nesta panorâmica podemos ver o que eles designam por vinha velha, ou seja, a secção de vinhas mais antiga da Quinta, e que corresponde a sensivelmente um terço do total do espaço de vinhas na quinta.
Além da vinha, a visita incluia ainda um passeio pelo bosque, iniciado na Avenida das Tílias...
... passagem pelos jardins...
... e, claro, pela adega :)
(estava um pouco escuro, mas dava para sentir a "essência" da aguardente nos cascos de carvalho... e que essência!)
Quanto ao Palácio, era também muito bonito mas interdito a fotografias e/ou filmagens pelo que só tenho exteriores.


Malta do Norte, é marcar na agenda porque vale muito a pena! Apenas a 1h30 do Porto, para quem não conhece, marquem a visita e passem por lá que é muito bonito. Depois, sempre podem ir conhecer Monção e atestar o depósito em Espanha. :)
A diferença já dá para a viagem...

P.S. - se puderem e tiverem tempo (€€€) tragam uma garrafinha de lá... isso é que é o bolo no topo da cereja! :)


terça-feira, 3 de abril de 2012

O meu musicol...

A very good and interesting sound...

sexta-feira, 30 de março de 2012

O Jogo do Anjo

Sinopse
Na turbulenta Barcelona dos anos de 1920, um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe a proposta de um misterioso editor para escrever um livro como nunca existiu, em troca de uma fortuna e, talvez, de muito mais.

Com um estilo deslumbrante e impecável precisão narrativa, o autor de A Sombra do Vento transporta-nos de novo à Barcelona de o Cemitério dos Livros Esquecidos para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos, onde o encantamento dos livros, a paixão e a amizade se conjugam num romance magistral.

Opinião
Já conhecia Zafon desde a leitura do seu magistral "A Sombra do Vento", e ansiava por relê-lo mas por vezes são tantos livros em fila de espera para ler e outros tantos em fila de espera para adquirir que alguns acabam por ficar perdidos no tempo... Até que, numa conversa ocasional com um outro leitor, ele nos empresa "O Jogo do Anjo". :)
Em tantos anos de leitura, foi apenas o segundo livro emprestado que li... (obrigado A.P.)

Tal como "A Sombra do Vento", este "O Jogo do Anjo" leva-nos a dar uma volta por Barcelona, só que, desta vez, uns anos mais cedo, na década de 1920. É a história de David Martín, um aspirante a escritor que, graças a um "padrinho" muito especial, acaba por concretizar o seu sonho e desata a escrever pequenas histórias que lhe vão consumindo tempo e, essencialmente, saúde. Até que, ao conhecer um intrigante e obscuro editor francês, surge-lhe a oportunidade de escrever "o livro" da vida dele por uma quantia astronómica, 100 mil francos.
A escrita, mais uma vez, volta a ser brilhante. Sem ser demasiado complexa, nem demasiado básica, é absolutamente deliciosa. O humor, as ironias e o sarcasmo com que o autor nos apresenta Martín são únicos.
Não sendo um daqueles romances "eléctricos", ao estilo Dan Brown, ou um thriller devorador de páginas, não deixa de ser fantástico a capacidade do autor de nos manter agarrados ao livro, ansiando pelos próximos acontecimentos.
E há passagens que são verdadeiramente deliciosas, como estas que reti:

"...estavam os meus companheiros de alojamento amontoados de encontro à janela a ver se captavam uma visão fugaz das monumentais nádegas de Marujita num daqueles vaivéns que as espalhavam como massa de folar de Páscoa de encontro ao vidro da sua clarabóia, quando soou a campaínha da pensão."

Desmanchei-me a rir quando li isto...
É sem dúvida, um autor de leituras obrigatórias. Um dos meus preferidos.

terça-feira, 20 de março de 2012

The Boss is back...

... with his Wrecking Ball.
17º (!!!) álbum de estúdio para Bruce Springsteen, uma verdadeira lenda viva do panorama musical americano.
We Take Car of Our Own é o primeiro avanço. O conceito de american pride, característico de Springsteen continua lá, um pouco ao jeito do velhinho Born in USA.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ser pai é...

Ouvir da filha mais nova:
- Pai, compramos uma surpresa para ti mas não é para dizer, não é mãe?
 Ouvir da filha mais velha:
- Pai, o que vais querer para o pequeno-almoço. Amanhã (hoje) sou eu que te preparo!

sexta-feira, 9 de março de 2012

Alto Minho

Aproveitando este atípico "Inverão" que, desconfio, muita azia nos vai trazer daqui a alguns meses, aproveitei um dos (muitos) fins de semana solarengos para arejar.
Destino: Monção

Monção é uma pequena vila minhota, na margem do rio Minho, fazendo fronteira com a terra de nuestros hermanos (do lado de lá do rio, entenda-se). Situada entre Valença e Melgaço, a cerca de 1h30 de viagem calma desde o Porto, é um óptimo destino para uma pequena saída. E então se houver pequenada, tanto melhor como se perceberá a seguir.

Uma curiosidade relativa a Monção é o nome da sua praça central e a lenda da respectiva personagem. Trata-se da Praça Deu-la-Deu Martins e, segunda reza a lenda, durante as guerras fernandinas no séc. XIV, quando a vila se encontrava cercada pelos castelhanos, a fome reinava no interior da fortaleza e os habitantes começavam a pensar em rendição, Deu-la-Deu Martins, esposa do alcaide local, mandou recolher o pouco trigo que existia para cozer alguns pães e, do alto das muralhas da fortaleza, lançou-os aos castelhanos. Esta acto teve um efeito moral devastador sobre os galegos que assim acreditaram que a fartura ainda reinava no interior das muralhas. Levantaram o cerco e "puseram-se ao fresco"! :)

No centro histórico, encontramos várias casas antigas, com a típica construção de pedra, como a Casa do Curro, do séc. XVII, local que alberga actualmente um espaço de exposições, um auditório e a delegação do turismo.

Para quem tem pequenada, um passeio pelo centro histórico pode se tornar num tormento mas para isso, nada melhor do que esgotar as pestinhas no excelente parque de lazer à beira-rio.

E é por isto que aconselho um passeio a Monção, especialmente para quem tiver pequenada. É que neste espaço à beira-rio, "colado" às muralhas da fortaleza não faltam equipamentos para a pequenada brincar, bem como locais de sombra e estrados para passeio mesmo junto ao rio, espaço para merendas e, qual cereja no topo do bolo, a piscina municipal. :)
Obviamente que nesta altura não deu para lá ir mas em pleno Verão, deve ser uma maravilha. Programa simples, barato e retemperador de forças. :)
Passar a manhã na piscina, piquenique no parque de merendas, soltar a pequenada no "parque de recreio" e terminar com uma volta, à beira-rio, no passeio dos arcos...


Fica marcado na agenda. :)

P.S. 1 - não é o meu caso porque eu não gosto nem bebo mas, para que conste, Monção é considerado o berço do Alvarinho, categoria de vinho muito apreciada por terras lusas...

P.S. 2 - ah, já me esquecia, também é terra de lampreia!!! prato típico local :)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

The Winter is Coming

Já falta pouco mais de um mês para o início da 2ª temporada de Game of Thrones.
The countdown has just begun...