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terça-feira, 29 de maio de 2012

Flor de maracujá

O maracujá lá da "quinta" começou há poucos dias a dar flor.
Vamos lá a ver de depois dá "maracujázes"!!!



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Goodbye House

Foi bom, muito bom!
Foram 8 temporadas (sensivelmente 8 anos) durante as quais fui acompanhando as aventuras deste magnífico personagem e de brilhantes interpretações.
Sem dúvida, uma das séries que marcará o panorama televisivo no que diz respeito TV Series. Daquelas que vou guardar todos os episódios...



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Castelo Mendo

Já há bastante tempo que não postava fotografia.
Aí vai agora... uma série feita em Castelo Mendo, Beira Interior.







quarta-feira, 23 de maio de 2012

Quinta nas traseiras...

Bem, quinta não... mas uma pequena horta. :)

Já tinha começado o ano passado com algumas plantas aromáticas (oregãos, salsa, hortelã, manjericão, etc.) mas este ano decidi avançar mesmo. Em Novembro do ano passado, semeei espinafres. Demorou, mas lá rebentaram e agora estão a crescer e a espalhar-se. Tomei-lhe o gosto e avancei.

Semeei tomate-cherry, alface e duas feijocas que a F. trouxe da escola num pequeno copo de plástico. Depois, ainda comprei (já germinado, pronto a transplantar) mais uma série de moradore(a)s.
Eis algumas vistas da horta:

Alface frisada e Alface roxa (oferecidas gentilmente pela Susana e pelo Antero)

Alface lisa já transplantada (o artefacto por cima pretende ser um
espanta-pássaros, depois voltarei a este assunto)

Tomate-cherry (estacado ontem...)

Courgette (na altura em que começou a dar flor e a aparecer
 as primeiras courgettes)

Ainda tenho mais mas ficam para posts futuros. Isso e a minha história com a sementeira dos tomates e da alface...

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sobremesa caseira...

... é ir à minha "pseudo-horta" buscar morangos caseirinhos!!!

E como estamos em alturas de troika, só há um para cada...



Quando nascerem mais, volto a fazer uma sobremesa caseira. :)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Os Jogos da Fome II e III

Sinopse
Contra todas as expectativas, não só Katniss Everdeen venceu os Jogos da Fome, como pela primeira vez na história desta competição dois tributos conseguiram sair da arena com vida. Mas o que para Katniss e Peeta não passou de uma estratégia desesperada para não terem de escolher entre matar ou morrer, para os espectadores de todos os distritos foi um acto de desafio ao poder opressivo do Capitólio. Agora, Katniss e Peeta tornaram-se os rostos de uma rebelião que nunca esteve nos seus planos. E o Capitólio não olhará a meios para se vingar... O segundo volume da trilogia "Os Jogos da Fome" mantém um ritmo constante de adrenalina e promete tornar-se uma das leituras mais viciantes do ano.

Sinopse
Katniss Everdeen não devia estar viva. Mas, apesar dos planos do Capitólio, a rapariga em chamas sobreviveu e está agora junto de Gale, da mãe e da irmã no Distrito 13. Recuperando pouco a pouco dos ferimentos que sofreu na arena, Katniss procura adaptar-se à nova realidade: Peeta foi capturado pelo Capitólio, o Distrito 12 já não existe e a revolução está prestes a começar. Agora estão todos a contar com Katniss para continuar a desempenhar o seu papel, assumir a responsabilidade por inúmeras vidas e mudar para sempre o destino de Panem - independentemente de tudo aquilo que terá de sacrificar…


Opinião
Depois de ter lido o primeiro volume no final do ano passado, e sabendo que o filme baseado nos livros iria estrear em Março, optei por terminar a leitura da trilogia de "uma assentada". Além disso, tratando-se de livros relativamente curtos e orientados para a malta young-adult, a sua leitura acaba por ser bastante fluida e rápida.
Apesar de o primeiro livro me ter deixado um pouco desconsolado, no que diz respeito essencialmente à construção das personagens, acho que a autora conseguiu com o segundo livro dar a volta a esta questão. Deste, gostei. Acho que o desenrolar da história de Katniss e Peeta (e de Panem) só podia seguir este caminho e a forma de vingança escolhida pelo Presidente Snow acaba por transformar o final da história (com Katniss e Peeta a ganharem os jogos) no início de uma nova (o regresso à arena), desta vez com muito mais acção e muito melhores descrições no regresso à arena dos jogos.
Na minha opinião, neste segundo livro a autora finalmente consegue agarrar os leitores e prendê-los à história, com fases em que quase nos "impede" de fechar o livro e voltar no dia seguinte. Muita acção, algumas reviravoltas e um final que, apesar de mais ou menos esperado, não deixa de ser surpreendente.

Aliás, o final é um verdadeiro rastilho (muito curto) para despoletar a leitura do terceiro! Por isso, apesar de não ter esse hábito, li os dois de seguida.

Infelizmente, o terceiro veio-se a revelar nova desilusão. Notei, em demasia, a falta de descrições sobre os acontecimentos e, acima de tudo, a incapacidade da autora em nos transmitir as emoções das várias personagens durante o desenrolar dos acontecimentos. Muitas das vezes, foi tudo demasiadamente resumido para fazer a história andar para a frente. E o final, bem... o final achei-o paupérrimo comparativamente com o resto da obra. Ao terceiro volume, e depois de tantas voltas e reviravoltas, a autora falhou redondamente na machadada final. Poderia ter terminado de várias maneiras, menos da forma como o fez. Demasiado insípido, demasiado "frio"...

Considerando a trilogia no seu todo, acho que a autora conseguiu "inventar" uma história muito interessante que poderia ter dado origem a bem mais do que estes simples 3 volumes. O universo no qual se desenrola é credível, as personagens são cativantes e a ideia de rebelião consegue sempre agarrar os leitores na ânsia de saber/ler o que se vai passar e como vai acabar. Acredito que o objectivo era desenvolver a história e contá-la tendo em conta um público alvo específico no qual eu já não me enquadro.
Acho que posso comparar esta trilogia a uma curva de Gauss. Teve um pico no meio mas o início e o fim ficaram muito aquém de algo que poderia (e deveria) ter sido nivelado para manter uma certa uniformidade...

Resta agora ver a adaptação cinematográfica... Pode ser que me agrade.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Hold on!

Esta é dedicada a todos os "vermelhos" que por aqui passam.
Espírio aberto e... HOLD ON!
Para o ano há mais :)

Alabama Shakes - Hold On

terça-feira, 24 de abril de 2012

Já somos assim tantos...

... os fãs de George R.R. Martin ou foi apenas o advento da série televisa Game of Thrones que trouxe este pessoal todo à Fnac do Norteshopping na sexta-feira passada?
Sinceramente, não fazia ideia que As Crónicas de Gelo e Fogo tinham atingido este nível de popularidade!
E tudo, para que este senhor nos desse a honra de assinar (no máximo) dois livrinhos da saga...


O evento estava marcado para as 19h mas só consegui chegar por volta das 19h30 e o aspecto era este:

Impressionante!
Claro que lá chegado, não podia desistir e, por fim, uns minutos depois das 20h30 lá consegui chegar junto do mestre e receber 3 carimbos!!! Tinha levado A Glória dos Traidores (volume 5 e aquele que foi, até agora, o ex-libris destas crónicas) e ainda comprei os 2 que me faltavam: O Mar de Ferro e A Dança dos Dragões.


No final, tive direito a um "sarrabisco" destes nos 3 livros que referi.

Proveitoso, hein? :)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O Monte dos Vendavais

Sinopse
O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

Opinião
Esta obra era um daqueles clássicos que por muitos livros que leiamos e por muitos anos que passamos a ler, havemos sempre de o ver nas prateleiras das livrarias e, em especial, na Internet, em sites dedicados a livros, leituras e críticas. Há já algum tempo que o tinha comprado e aguardava uma oportunidade para o ler. Essa oportunidade surgiu numa leitura conjunta levada a cabo no Goodreads.
Confesso, portanto, que estava bastante entusiasmado quando parti para esta leitura. Infelizmente, rapidamente perdi o ânimo e fiquei bastante desiludido com este clássico.
Tudo começa com uma visita de Mr. Lockwood ao seu senhorio, Mr. Heathcliff que consegue ser uma pessoa ainda mais fechada e reservada que ele próprio. A arrogância, a rudeza e a má-educação de todos os moradores são de tal ordem do "outro mundo" que ao fim das primeiras 60~80 páginas a única questão que se colocava era: mas o que é isto? um manicómio com loucos a sério lá dentro!!!
Só depois começamos a perceber as raízes da história de todas as personagens e o que as levou a chegar àquele ponto e aí, outra questão se colocava: mas em que estado de loucura é que estava a autora para escrever daquela maneira e para criar uma verdadeira "realidade paralela" em que os intervenientes são completamente desiquilibrados (isto para não dizer chanfrados mesmo!!!)?
E todo o resto do livro se desenvolve nesta loucura até que uns vão morrendo atrás de outros... Para ser coerente com o resto, o final acaba também por ser um completo desconsolo, totalmente insosso...
Resumindo, ainda bem que o li numa leitura conjunta caso contrário, ia acabar por arrastar a leitura e ia-se tornar um suplício acabá-lo, tamanho é o interesse que me foi despertando... Enfim, há clássicos e clássicos.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Popeye? Talvez...

A maioria dos leitores deste blog deve-se lembrar, com certeza, do famoso marinheiro que ia buscar a sua força aos célebres espinafres... servidos em lata na altura! Sempre que tinha que salvar a sua "bela" Olívia das mãos do vilão Brutus, lá aviava uma latinha de espinafres e aí vai milho!!!

Pois bem, ultimamente tenho feito umas experiências hortícolas e os espinafres foram a faísca inicial. Qual Popeye armado em salvador com os seus espinafres para a sopa das miúdas, em finais de Outubro do ano passado decidi semear espinafres. Arranjei umas covettes e, aí vai disto. É claro que não lhes disse que era para a sopa, caso contrário tinham-me sabotado a plantação...

Tudo começou a 29 de Outubro de 2011...




A coisa até parecia prometer mas ao fim de 3 semanas, de 18 sementes apenas 3 tinham germinado... Algo me dizia que faltava qualquer coisa... mas deixei ficar a "marinar" e lá acabaram por germinar mais duas sementes. O Outono acabou (aconselhavam no pacote das sementes a semear em Outubro/Novembro...), o Inverno foi passando e os malditos espinafres não tinham maneira de crescer.
Mas não desisti! Chegou a Primavera e, aparentemente, começaram a arrebitar... De duas, passaram a quatro folhas, depois seis, oito... e por aí adiante.
Resolvi então retirá-los da incubadora e colocá-los em vaso. Só que entretanto descobri o que me faltava. Seguindo os conselhos os meus consultores hortícolas (cunhados Susana e Antero), adicionei o ingrediente secreto quando os transplantei: húmus de minhoca! Sim, era o que me faltava e funcionou!!!

Quando os envasei, no dia 9 de Abril, estavam assim:

E passado uma semana, no dia 15 de Abril já estavam assim:


Sei que não parece muito grande a diferença mas para quem está, deseperadamente, à espera deles para fazer sopa, diria que estão com muito bom aspecto!

Aliás, por este andar conto recolher folhas de espinafre para a sopa no primeiro trimestre de 2013!!!
E mais, talvez dê para esparregado lá para meados de 2014... quem sabe.

Entretanto, as miúdas agradecem, não há sopa de espinafres!