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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Alface na horta

Como já falei aqui, este ano iniciei uma aventura hortícola no pequeno espaço que tenho nas traseiras!
Como aquilo é "relativamente" solarengo, havia que tentar...

Uma das espécies escolhidas foi a alface. E, no dia 9 de Abril (um pouco tarde para a alface, percebi-o agora), tudo começou assim...


Numa pequena caixa de esferovite (que tinha transportado codornizes uns dias antes...) espalhei um punhado de sementes de uma forma "mais ou menos" aleatória.
Ao fim de 1 semana (15 de Abril) já havia fumo branco a sair da capela!


As sementes começavam a germinar. E, para meu espanto, ao contrário do que tinha sucedido com os espinafres cuja taxa de sucesso fora extremamente baixa (5 em 18), as alfaces estavam todas a "sair da casca"!
Passado sensivelmente um mês (5 de Maio), a coisa prometia. Parece que ia comer salada todo o Verão.


O problema foi quando aquilo começou a crescer. Percebi que tinha posto sementes a mais. :)
Quer dizer, não estava a contar que germinassem todas! E como ficou tudo ao monte, acabou por crescer tudo ao "molhe"!
Resultado, apenas uma parte sobreviveu! (22 de Maio)


Mesmo assim, a taxa de ocupação por centímetro quadrado continuava demasiado elevada. Assim, um pouco ao jeito dos políticos actuais face à crise instalada, optei por sacrificar alguns pés de alface em detrimento dos mais crescidinhos. Estava visto que ali não ia dar nada... Tinha que os mudar!

Então, armado em ambientalista, surgiu-me a ideia de reutilizar as chamadas garrafas PET para fazer a transplantação. Isso, e mais uma caixa de codornizes (confesso que estiveram em promoção no pingo doce...). Esta operação foi realizada a 29 de Maio.



Ontem, dia 7 de Maio, sensivelmente 2 meses depois de as ter semeado, as minhas alfaces estavam com muito bom aspecto e a prometer boa colheita.



Umas mais viçosas que outras mas qualquer uma delas a prometer que chegará à minha mesa! :)

Resumindo, para quem pratica o mesmo tipo de entertenimento ou planeia fazê-lo, é bom que não cometa os mesmos erros que eu. Ou seja:

1) Semeei muito tarde. Deveria tê-lo feito 2 meses mais cedo, no início de Fevereiro. Se o tivesse feito, provavelmente por esta altura já estaria a comer a minha alface.
2) Tenham cuidado porque as sementes de alface tem uma elevada taxa de sucesso no que diz respeito à germinação. Portanto é bom que espalhem as sementes respeitando distâncias. Ou então, se usarem garrafas como eu, basta uma semente por copo.
3) Nestes primeiros meses, muito cuidado com o sol. As meninas são muito sensíveis. Houve um dia em que, por descuido, elas apanharam um pouco de sol a mais e foi o suficiente para queimar alguns pés. Foi também esta a razão por apenas uma parte das sementes germinadas terem sobrivido.

Agora vamos a ver quando é que as como!
Se é que elas vão chegar a esse ponto. :)



quarta-feira, 6 de junho de 2012

O Festim dos Corvos

Sinopse

Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como rei das Ilhas de Ferro não são só as ilhas que tremem. O Olho de Corvo tem o objectivo declarado de conquistar Westeros. E o seu povo parece acreditar nele. Mas será ele capaz?
Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida do apoio da família, e rodeada por um conselho que ela própria considera incapaz, é ainda confrontada com a presença ameaçadora de uma nova corrente militante da Fé. Como se desenvencilhará de um tal enredo?
A guerra está prestes a terminar mas as terras fluviais continuam assoladas por bandos de salteadores. Apesar da morte do Jovem Lobo, Correrrio ainda resiste ao poderio dos Lannister, e Jaime parte para conquistar o baluarte dos Tully. O mesmo Jaime que jurara solenemente a Catelyn Stark não voltar a pegar em armas contra os Tully ou os Stark. Mas todos sabem que o Regicida é um homem sem honra. Ou não será bem assim?

Opinião
(atenção, contém alguns spoilers para quem não leu os anteriores)
Hora de pausa para um cházinho, s.f.f. :)
É este o sentimento durante e após a leitura de O Festim dos Corvos. Depois da tormenta e da glória de Martin nos volumes 5 e 6 (A Tormenta de Espadas e A Glória dos Traidores), Martin viu-se obrigado, até para nos dar algum descanso, a pausar a acção e a situar-nos na história, pegando em várias personagens que poderiam, eventualmente, ficar "perdidas" após os acontecimentos anteriores e reposicionando-as quer geograficamente quer politicamente na intriga do jogo dos tronos.
Gostei bastante da deslocalização para Sul, onde Martin nos levou (por mais tempo) para as terras de Dorne e para o mundo dos Martell. Gostei bastante da introdução destes novos jogadores. A sede de vingança pela morte do príncipe Oberyn é tal que até as sobrinhas se preparam para a guerra. E também por terras de Dorne, não falta intriga política e jogos manhosos pelo poder. Nesta matéria, Martin é mesmo um especialista.
Por outro lado, acompanhamos Arya na sua saída (fuga) de Westeros, a caminho das terras livres, mais precisamente Bravos, sempre acompanhada em pensamento pelas palavras de Jaqen Hgar e a imagem de Syrio, o seu bravosi professor de esgrima.
Por outro lado, em Kings Landing acompanhamos com mais detalhe, o apanhar dos cacos de Cersei, depois da louça partida com a morte do pai e a fuga de Tyrion. E aqui, Martin tenta-nos dar uma outra perspectiva da rainha, deixando-nos entrar na cabela dela e tentar perceber até que nível ela é capaz de jogar o já famoso Jogo dos Tronos.
Apenas um pequeno reparo no que diz respeito a Brienne. Acho que houve um exagero de atenção prestada a esta personagem e à sua demanda (quanto a mim) sem sentido. Acaba por ser a verdadeira barata tonta no meio da guerra! Ora atrás de uns, ora procurando outros, ora fugindo, etc. Teria preferido perder mais tempo (ou até ler mais páginas) com as andanças de outros personagens que com esta "cavaleira" errante.
Nesta pausa para chá/café tivemos também oportunidade de deambular pelas Ilhas de Ferro e perceber a guerra pela sucessão que se está prestes a travar com vários pretendentes ao ao lugar deixado vago após a morte da lula gigante, Balon Greyjoy.
Venha o próximo...
Ainda me faltam 3 volumes!

terça-feira, 5 de junho de 2012

The BOSS

Não é todos os dias que este Senhor nos visita!
E ao que parece, deu show no domingo! Só podia...

Bruce Springsteen - Shackled and Drawn

As suas músicas foram sempre escritas com muito sentido e reflectindo as suas vivências e momentos. Esta não é excepção. Uma das mais fortes críticas ao mundo actual, em especial à banca e à actual crise que rebentou precisamente nos Estado Unidos e que afectou principalmente a sua classe trabalhadora.
Este excerto é bem exemplificativo:

Gambling man rolls the dice, working man pays the bills
It's still fat and easy up on bankers hill
Up on bankers hill the party's going strong
Down here below we're shackled and drawn

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Parabéns atrasados...

Esqueci-me... mas este meu cantinho fez ontem 3 anos!
Já tirou as fraldas!!!
Próxima etapa, substituição da dentição...


terça-feira, 29 de maio de 2012

Flor de maracujá

O maracujá lá da "quinta" começou há poucos dias a dar flor.
Vamos lá a ver de depois dá "maracujázes"!!!



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Goodbye House

Foi bom, muito bom!
Foram 8 temporadas (sensivelmente 8 anos) durante as quais fui acompanhando as aventuras deste magnífico personagem e de brilhantes interpretações.
Sem dúvida, uma das séries que marcará o panorama televisivo no que diz respeito TV Series. Daquelas que vou guardar todos os episódios...



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Castelo Mendo

Já há bastante tempo que não postava fotografia.
Aí vai agora... uma série feita em Castelo Mendo, Beira Interior.







quarta-feira, 23 de maio de 2012

Quinta nas traseiras...

Bem, quinta não... mas uma pequena horta. :)

Já tinha começado o ano passado com algumas plantas aromáticas (oregãos, salsa, hortelã, manjericão, etc.) mas este ano decidi avançar mesmo. Em Novembro do ano passado, semeei espinafres. Demorou, mas lá rebentaram e agora estão a crescer e a espalhar-se. Tomei-lhe o gosto e avancei.

Semeei tomate-cherry, alface e duas feijocas que a F. trouxe da escola num pequeno copo de plástico. Depois, ainda comprei (já germinado, pronto a transplantar) mais uma série de moradore(a)s.
Eis algumas vistas da horta:

Alface frisada e Alface roxa (oferecidas gentilmente pela Susana e pelo Antero)

Alface lisa já transplantada (o artefacto por cima pretende ser um
espanta-pássaros, depois voltarei a este assunto)

Tomate-cherry (estacado ontem...)

Courgette (na altura em que começou a dar flor e a aparecer
 as primeiras courgettes)

Ainda tenho mais mas ficam para posts futuros. Isso e a minha história com a sementeira dos tomates e da alface...

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sobremesa caseira...

... é ir à minha "pseudo-horta" buscar morangos caseirinhos!!!

E como estamos em alturas de troika, só há um para cada...



Quando nascerem mais, volto a fazer uma sobremesa caseira. :)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Os Jogos da Fome II e III

Sinopse
Contra todas as expectativas, não só Katniss Everdeen venceu os Jogos da Fome, como pela primeira vez na história desta competição dois tributos conseguiram sair da arena com vida. Mas o que para Katniss e Peeta não passou de uma estratégia desesperada para não terem de escolher entre matar ou morrer, para os espectadores de todos os distritos foi um acto de desafio ao poder opressivo do Capitólio. Agora, Katniss e Peeta tornaram-se os rostos de uma rebelião que nunca esteve nos seus planos. E o Capitólio não olhará a meios para se vingar... O segundo volume da trilogia "Os Jogos da Fome" mantém um ritmo constante de adrenalina e promete tornar-se uma das leituras mais viciantes do ano.

Sinopse
Katniss Everdeen não devia estar viva. Mas, apesar dos planos do Capitólio, a rapariga em chamas sobreviveu e está agora junto de Gale, da mãe e da irmã no Distrito 13. Recuperando pouco a pouco dos ferimentos que sofreu na arena, Katniss procura adaptar-se à nova realidade: Peeta foi capturado pelo Capitólio, o Distrito 12 já não existe e a revolução está prestes a começar. Agora estão todos a contar com Katniss para continuar a desempenhar o seu papel, assumir a responsabilidade por inúmeras vidas e mudar para sempre o destino de Panem - independentemente de tudo aquilo que terá de sacrificar…


Opinião
Depois de ter lido o primeiro volume no final do ano passado, e sabendo que o filme baseado nos livros iria estrear em Março, optei por terminar a leitura da trilogia de "uma assentada". Além disso, tratando-se de livros relativamente curtos e orientados para a malta young-adult, a sua leitura acaba por ser bastante fluida e rápida.
Apesar de o primeiro livro me ter deixado um pouco desconsolado, no que diz respeito essencialmente à construção das personagens, acho que a autora conseguiu com o segundo livro dar a volta a esta questão. Deste, gostei. Acho que o desenrolar da história de Katniss e Peeta (e de Panem) só podia seguir este caminho e a forma de vingança escolhida pelo Presidente Snow acaba por transformar o final da história (com Katniss e Peeta a ganharem os jogos) no início de uma nova (o regresso à arena), desta vez com muito mais acção e muito melhores descrições no regresso à arena dos jogos.
Na minha opinião, neste segundo livro a autora finalmente consegue agarrar os leitores e prendê-los à história, com fases em que quase nos "impede" de fechar o livro e voltar no dia seguinte. Muita acção, algumas reviravoltas e um final que, apesar de mais ou menos esperado, não deixa de ser surpreendente.

Aliás, o final é um verdadeiro rastilho (muito curto) para despoletar a leitura do terceiro! Por isso, apesar de não ter esse hábito, li os dois de seguida.

Infelizmente, o terceiro veio-se a revelar nova desilusão. Notei, em demasia, a falta de descrições sobre os acontecimentos e, acima de tudo, a incapacidade da autora em nos transmitir as emoções das várias personagens durante o desenrolar dos acontecimentos. Muitas das vezes, foi tudo demasiadamente resumido para fazer a história andar para a frente. E o final, bem... o final achei-o paupérrimo comparativamente com o resto da obra. Ao terceiro volume, e depois de tantas voltas e reviravoltas, a autora falhou redondamente na machadada final. Poderia ter terminado de várias maneiras, menos da forma como o fez. Demasiado insípido, demasiado "frio"...

Considerando a trilogia no seu todo, acho que a autora conseguiu "inventar" uma história muito interessante que poderia ter dado origem a bem mais do que estes simples 3 volumes. O universo no qual se desenrola é credível, as personagens são cativantes e a ideia de rebelião consegue sempre agarrar os leitores na ânsia de saber/ler o que se vai passar e como vai acabar. Acredito que o objectivo era desenvolver a história e contá-la tendo em conta um público alvo específico no qual eu já não me enquadro.
Acho que posso comparar esta trilogia a uma curva de Gauss. Teve um pico no meio mas o início e o fim ficaram muito aquém de algo que poderia (e deveria) ter sido nivelado para manter uma certa uniformidade...

Resta agora ver a adaptação cinematográfica... Pode ser que me agrade.