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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mouros...

Desta vez, não fui apenas a Lisboa...


Fui à verdadeira Mouraria!!!
Depois não digam que não são mouros...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

2ª rodada

Esta semana houve outra vez sobremesa caseira...


Foi só recolhê-los, e "empratá-los"! :)


E desta vez, além de haver um morango extra (que foi dividido, obviamente, pelas duas pikenas), o tamanho deles era bem maior!

terça-feira, 3 de julho de 2012

This is gold!

Gold on the Ceiling!
É outro tema forte do último álbum dos The Black Keys, e faz companhia a Lonely Boy, que já aqui passou.


Em Novembro vão-se estrear aqui por terras lusas, no Pavilhão Atlântico. Não era má ideia ir vê-los...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O Espelho de Salomão

Sinopse
Um documento escrito numa língua esquecida indica um caminho perigoso que leva ao tesouro dos visigodos. Alejandra Espinosa, uma jovem historiadora desempregada, ouve uma conversa, num encontro de ex-colegas da faculdade, na qual é referido um estranhíssimo livro, descoberto por acaso, ao catalogar-se a biblioteca de um particular. O livro é escrito em ulfilano, o antigo alfabeto dos visigodos. Há um prólogo no qual se afirma que é cópia de um texto medieval.Intrigada, suspeitando que se trata de uma falsificação, um tema que a apaixona, Alejandra decide investigar. A investigação provoca uma série de acontecimentos que parecem fazer parte de uma sequência iniciada muitos séculos atrás, no tempo dos reis visigodos. Uma trama oculta envolve as mais variadas personagens e sociedades secretas. Em pouco tempo, Alejandra chega a uma conclusão: todos os que se aproximam do livro são expostos ao perigo de uma morte violenta.

Opinião
Além da fantasia, o romance histórico é o género literário que mais prazer me dá a ler. Como sou (e sempre fui) um apaixonado pela história, tudo o que meta aventuras e desventuras com historiadores deixa-me sempre colado ao livro. E este é um deles.
Apesar de não ser daqueles romances do estilo "papa-páginas", como os do Dan Brown ou do nosso José Rodrigues dos Santos, este Espelho de Salomão de León Arsenal lê-se muitíssimo bem, em grande parte porque está excelentemente bem estruturado.
A forma como o autor vai introduzindo os "dados históricos" no enredo consegue manter o leitor dentro da história sem nunca se perder em extensas e improfícuas explicações e particularidades históricas que, na maior parte dos casos, acaba por desviar a atenção do leitor para o essencial. Neste ponto, a obra está excelente.
Em relação à história, acompanhamos Alejandra Espinosa, uma historiadora desempregrada que, após uma conversa furtuita entre amigos, se vê envolvida na tentativa de interpretação de um texto antigo, da era dos Visigodos,  que por sua vez a levará a uma investigação sobre um antigo tesouro. Para apimentar mais a história e para lhe dar aquele condimento especial, nada melhor do que a introdução de Sociedades Secretas que tentam a todo o custo proteger o segredo.
Em resumo, uma excelente leitura. Apesar de não apresentar um enredo propriamente original, a leitura  leve e bem estruturada acaba por se tornar cativante e distraída.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Conversas perdidas...

Sabedoria precoce, ou talvez não...

No carro, estava eu a falar com a Carla sobre qualquer coisa quando surge esta pérola:

Eu - blah, blah, blah...
Carla - Eu estou apenas a opinar sobre o assunto...
(nisto, vindo lá de trás como que saído do nada)
F. - Ó mãe, sabes o que quer dizer "pinar"?
Carla - Humm?
(e com a maior das simplicidades, explica ela)
F. - "Pinar" é fazer sexo!

Tenho definitivamente que lhe impor regras em relação ao "Opinar" no banco de trás...

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O meu musicol...

Estes 5 indie-rockers londrinos vão lançar o seu álbum de estreia em Agosto.
Os aperitivos são excelentes.
Nome da banda, Spector. A seguir com atenção...





segunda-feira, 18 de junho de 2012

82ª Feira do Livro

Terminou ontem mais uma edição da Feira do Livro do Porto, a 82ª.
Este ano contive-me... nas visitas! Só lá fui uma vez... o tempo não deu tréguas...
Em compensação, acho que fiz boas compras... entre livros do dia, promoções pague 2 leve 3 e pague 3 leve 4, etc...

Eis o figurino:


- O Punhal do Soberano (A Saga do Assassino #2), de Robin Hobb
- O Regresso do Assassino (Vol. #1), de Robin Hobb
- Os Filhos da Droga, de Christianne F.
- A Cabana, de William P. Young
- A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo (Millennium #2), de Stieg Larsson
- A Águia do Império (Saga da Águia #1), de Simon Scarrow
- Herança (Ciclo da Herança #4), de Christopher Paolini
- Duna, de Frank Herbert
- O Nome do Vento (Crónica do Regicida #1), de Patrick Rothfuss

O "Punhal do Soberano" já estava quase certo como aquirido já que depois de ter gostado bastante do primeiro volume da saga, estava apenas à espera de oportunidade para me atirar aos restantes volumes. Já o Regresso do Assassino, também de Hobb foi oferta na Saída de Emergência (pague 2, leve 3).
Os Filhos da Droga é um livro que já tenho "debaixo de olho" há muitos, muitos anos. Sempre me suscitou alguma curiosidade e como a temática é sempre actual, vou satsifazer a minha curiosidade.
"A Cabana" era livro do dia, portanto a metade do preço. Fazia parte da minha lista "curious-about-it" pelo que aproveitei. Veremos o que sai daqui...
O segundo volume da saga Millennium veio fazer companhia ao primeiro que já está na prateleira desde a feira do ano passado. As críticas que tenho lido sobre a saga aguçam-me o apetite. Está em lista de espera para leitura.
Quanto à Saga da Águia, finalmente adquiri o volume 1! Tenho o 2 na prateleira (também) à espera desde a feira do ano passado. Este ano vou, concerteza, iniciar a leitura desta saga. Até porque é um tema que sempre me fascinou, a história romana.
D'A Herança, não estou à espera de grande coisa mas como já li os 3 anteriores, tenho que terminar a leitura da saga... O mais certo é Galbatorix ser derrotado e Eragon ser elevado a "o maior lá da terra" mas veremos...
A Duna foi um verdadeiro achado! Já estava a pagar os 3 livros na banca da Saída de Emergência quando reparei, num pequeno escaparate meio escondido com livros a 8€ e entre eles, o Duna berrava: leva-me, leva-me!!! E eu fiz-lhe a vontade. :)
O Nome do Vento também foi uma pechincha na Leya. Estava praticamente a metade do preço. Também já estava na wishlist há uns meses.

Tempo ainda para os tradicionais clássicos portugueses. Desta vez vieram mais 2:


Mais um de Eça de Queirós (A Relíquia) e meu primeiro livro de Almeida Garret. Tenho ideia de o ter lido na escola há muitos anos atrás mas confesso que não tenho ideia nenhuma do conteúdo.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Casa às costas?

Quando as filhas se armam em espertas, dá nisto:

Eu - L. vai para dentro que está frio.
L - Não vou porque tu não mandas cá fora.
Eu - Ah vais, vais porque aqui quem manda sou eu!
L (pensa um bocado e tenta virar a conversa...) - Ó pai, tu compraste esta casa?
Eu - Sim, comprei.
Ao aperceber-se que, sendo a casa minha (eu é que mando), atira esta:
L - Mas como é que a trouxeste para aqui se ela não cabe na carrinha?


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Alface na horta

Como já falei aqui, este ano iniciei uma aventura hortícola no pequeno espaço que tenho nas traseiras!
Como aquilo é "relativamente" solarengo, havia que tentar...

Uma das espécies escolhidas foi a alface. E, no dia 9 de Abril (um pouco tarde para a alface, percebi-o agora), tudo começou assim...


Numa pequena caixa de esferovite (que tinha transportado codornizes uns dias antes...) espalhei um punhado de sementes de uma forma "mais ou menos" aleatória.
Ao fim de 1 semana (15 de Abril) já havia fumo branco a sair da capela!


As sementes começavam a germinar. E, para meu espanto, ao contrário do que tinha sucedido com os espinafres cuja taxa de sucesso fora extremamente baixa (5 em 18), as alfaces estavam todas a "sair da casca"!
Passado sensivelmente um mês (5 de Maio), a coisa prometia. Parece que ia comer salada todo o Verão.


O problema foi quando aquilo começou a crescer. Percebi que tinha posto sementes a mais. :)
Quer dizer, não estava a contar que germinassem todas! E como ficou tudo ao monte, acabou por crescer tudo ao "molhe"!
Resultado, apenas uma parte sobreviveu! (22 de Maio)


Mesmo assim, a taxa de ocupação por centímetro quadrado continuava demasiado elevada. Assim, um pouco ao jeito dos políticos actuais face à crise instalada, optei por sacrificar alguns pés de alface em detrimento dos mais crescidinhos. Estava visto que ali não ia dar nada... Tinha que os mudar!

Então, armado em ambientalista, surgiu-me a ideia de reutilizar as chamadas garrafas PET para fazer a transplantação. Isso, e mais uma caixa de codornizes (confesso que estiveram em promoção no pingo doce...). Esta operação foi realizada a 29 de Maio.



Ontem, dia 7 de Maio, sensivelmente 2 meses depois de as ter semeado, as minhas alfaces estavam com muito bom aspecto e a prometer boa colheita.



Umas mais viçosas que outras mas qualquer uma delas a prometer que chegará à minha mesa! :)

Resumindo, para quem pratica o mesmo tipo de entertenimento ou planeia fazê-lo, é bom que não cometa os mesmos erros que eu. Ou seja:

1) Semeei muito tarde. Deveria tê-lo feito 2 meses mais cedo, no início de Fevereiro. Se o tivesse feito, provavelmente por esta altura já estaria a comer a minha alface.
2) Tenham cuidado porque as sementes de alface tem uma elevada taxa de sucesso no que diz respeito à germinação. Portanto é bom que espalhem as sementes respeitando distâncias. Ou então, se usarem garrafas como eu, basta uma semente por copo.
3) Nestes primeiros meses, muito cuidado com o sol. As meninas são muito sensíveis. Houve um dia em que, por descuido, elas apanharam um pouco de sol a mais e foi o suficiente para queimar alguns pés. Foi também esta a razão por apenas uma parte das sementes germinadas terem sobrivido.

Agora vamos a ver quando é que as como!
Se é que elas vão chegar a esse ponto. :)