Sinopse
É semana santa em Sevilha. Um empresário de renome é encontrado atado, amordaçado e morto em frente da sua televisão. As feridas auto-infligidas deixam perceber a luta que travou para evitar o horror das imagens que foi forçado a ver. Quando confrontado com esta macabra cena, o habitualmente desapaixonado detective de homicídios Javier Falcón sente um medo inexplicável.
Opinião
Creio que este foi o primeiro policial que li e, sinceramente, confesso que não é o meu género literário preferido.
A história desenrola-se sob a perspectiva do detective de homícidios Javier Fálcon que, na investigação de um assassínio macabro, ver-se-á envolvido numa viagem ao passado da sua família, nomeadamente do seu pai.
Não obstante os meus gostos literários se orientarem para outra "prateleira", a leitura deste Cego de Sevilha acabou por ser agradável. No entanto, para um policial, achei que lhe faltaram aqueles pontos de suspense e acção que, supostamente, devem caracterizar o género.
A introdução é boa. Um homicídio com características macabras que activa imediatamente a curiosidade do leitor sobre a trama. Uma excelente "ponta do véu" que, quanto a mim, podia ter sido melhor explorada. Gostei do caminho seguido pelo assassino (sim, porque não ficamos só pela primeira morte...) e do facto de só no final do livro nos começarmos a aperceber quem poderia ser o "mau da fita". Como qualquer bom policial, há que manter o suspense até ao fim e esperar um "ahhhh" final do leitor quando descobre o assassino.
No entanto, o que menos gostei no livro foi a mistura entre a génese dos crimes (e do próprio assassino) e a história de vida do inspector Falcón. Não me cativou o modo como o caminho seguido pelo inspector para desvendar o mistério dependeu da sua própria história de vida e na descoberta de quem foi, na realidade, o seu pai.
Concluindo, além de uma leitura agradável, permitiu-me "arrumar" um livro que já estava na prateleira à espera há cerca de 4~5 anos...
terça-feira, 10 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Mouros...
Desta vez, não fui apenas a Lisboa...
Fui à verdadeira Mouraria!!!
Depois não digam que não são mouros...
Fui à verdadeira Mouraria!!!
Depois não digam que não são mouros...
quarta-feira, 4 de julho de 2012
2ª rodada
Esta semana houve outra vez sobremesa caseira...
Foi só recolhê-los, e "empratá-los"! :)
E desta vez, além de haver um morango extra (que foi dividido, obviamente, pelas duas pikenas), o tamanho deles era bem maior!
Foi só recolhê-los, e "empratá-los"! :)
E desta vez, além de haver um morango extra (que foi dividido, obviamente, pelas duas pikenas), o tamanho deles era bem maior!
terça-feira, 3 de julho de 2012
This is gold!
Gold on the Ceiling!
É outro tema forte do último álbum dos The Black Keys, e faz companhia a Lonely Boy, que já aqui passou.
Em Novembro vão-se estrear aqui por terras lusas, no Pavilhão Atlântico. Não era má ideia ir vê-los...
É outro tema forte do último álbum dos The Black Keys, e faz companhia a Lonely Boy, que já aqui passou.
Em Novembro vão-se estrear aqui por terras lusas, no Pavilhão Atlântico. Não era má ideia ir vê-los...
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O Espelho de Salomão
Sinopse
Um documento escrito numa língua esquecida indica um caminho perigoso que leva ao tesouro dos visigodos. Alejandra Espinosa, uma jovem historiadora desempregada, ouve uma conversa, num encontro de ex-colegas da faculdade, na qual é referido um estranhíssimo livro, descoberto por acaso, ao catalogar-se a biblioteca de um particular. O livro é escrito em ulfilano, o antigo alfabeto dos visigodos. Há um prólogo no qual se afirma que é cópia de um texto medieval.Intrigada, suspeitando que se trata de uma falsificação, um tema que a apaixona, Alejandra decide investigar. A investigação provoca uma série de acontecimentos que parecem fazer parte de uma sequência iniciada muitos séculos atrás, no tempo dos reis visigodos. Uma trama oculta envolve as mais variadas personagens e sociedades secretas. Em pouco tempo, Alejandra chega a uma conclusão: todos os que se aproximam do livro são expostos ao perigo de uma morte violenta.
Opinião
Além da fantasia, o romance histórico é o género literário que mais prazer me dá a ler. Como sou (e sempre fui) um apaixonado pela história, tudo o que meta aventuras e desventuras com historiadores deixa-me sempre colado ao livro. E este é um deles.
Apesar de não ser daqueles romances do estilo "papa-páginas", como os do Dan Brown ou do nosso José Rodrigues dos Santos, este Espelho de Salomão de León Arsenal lê-se muitíssimo bem, em grande parte porque está excelentemente bem estruturado.
A forma como o autor vai introduzindo os "dados históricos" no enredo consegue manter o leitor dentro da história sem nunca se perder em extensas e improfícuas explicações e particularidades históricas que, na maior parte dos casos, acaba por desviar a atenção do leitor para o essencial. Neste ponto, a obra está excelente.
Em relação à história, acompanhamos Alejandra Espinosa, uma historiadora desempregrada que, após uma conversa furtuita entre amigos, se vê envolvida na tentativa de interpretação de um texto antigo, da era dos Visigodos, que por sua vez a levará a uma investigação sobre um antigo tesouro. Para apimentar mais a história e para lhe dar aquele condimento especial, nada melhor do que a introdução de Sociedades Secretas que tentam a todo o custo proteger o segredo.
Em resumo, uma excelente leitura. Apesar de não apresentar um enredo propriamente original, a leitura leve e bem estruturada acaba por se tornar cativante e distraída.
Um documento escrito numa língua esquecida indica um caminho perigoso que leva ao tesouro dos visigodos. Alejandra Espinosa, uma jovem historiadora desempregada, ouve uma conversa, num encontro de ex-colegas da faculdade, na qual é referido um estranhíssimo livro, descoberto por acaso, ao catalogar-se a biblioteca de um particular. O livro é escrito em ulfilano, o antigo alfabeto dos visigodos. Há um prólogo no qual se afirma que é cópia de um texto medieval.Intrigada, suspeitando que se trata de uma falsificação, um tema que a apaixona, Alejandra decide investigar. A investigação provoca uma série de acontecimentos que parecem fazer parte de uma sequência iniciada muitos séculos atrás, no tempo dos reis visigodos. Uma trama oculta envolve as mais variadas personagens e sociedades secretas. Em pouco tempo, Alejandra chega a uma conclusão: todos os que se aproximam do livro são expostos ao perigo de uma morte violenta.
Opinião
Além da fantasia, o romance histórico é o género literário que mais prazer me dá a ler. Como sou (e sempre fui) um apaixonado pela história, tudo o que meta aventuras e desventuras com historiadores deixa-me sempre colado ao livro. E este é um deles.
Apesar de não ser daqueles romances do estilo "papa-páginas", como os do Dan Brown ou do nosso José Rodrigues dos Santos, este Espelho de Salomão de León Arsenal lê-se muitíssimo bem, em grande parte porque está excelentemente bem estruturado.
A forma como o autor vai introduzindo os "dados históricos" no enredo consegue manter o leitor dentro da história sem nunca se perder em extensas e improfícuas explicações e particularidades históricas que, na maior parte dos casos, acaba por desviar a atenção do leitor para o essencial. Neste ponto, a obra está excelente.
Em relação à história, acompanhamos Alejandra Espinosa, uma historiadora desempregrada que, após uma conversa furtuita entre amigos, se vê envolvida na tentativa de interpretação de um texto antigo, da era dos Visigodos, que por sua vez a levará a uma investigação sobre um antigo tesouro. Para apimentar mais a história e para lhe dar aquele condimento especial, nada melhor do que a introdução de Sociedades Secretas que tentam a todo o custo proteger o segredo.
Em resumo, uma excelente leitura. Apesar de não apresentar um enredo propriamente original, a leitura leve e bem estruturada acaba por se tornar cativante e distraída.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Conversas perdidas...
Sabedoria precoce, ou talvez não...
No carro, estava eu a falar com a Carla sobre qualquer coisa quando surge esta pérola:

Eu - blah, blah, blah...
Carla - Eu estou apenas a opinar sobre o assunto...
(nisto, vindo lá de trás como que saído do nada)
F. - Ó mãe, sabes o que quer dizer "pinar"?
Carla - Humm?
(e com a maior das simplicidades, explica ela)
F. - "Pinar" é fazer sexo!
Tenho definitivamente que lhe impor regras em relação ao "Opinar" no banco de trás...
No carro, estava eu a falar com a Carla sobre qualquer coisa quando surge esta pérola:

Eu - blah, blah, blah...
Carla - Eu estou apenas a opinar sobre o assunto...
(nisto, vindo lá de trás como que saído do nada)
F. - Ó mãe, sabes o que quer dizer "pinar"?
Carla - Humm?
(e com a maior das simplicidades, explica ela)
F. - "Pinar" é fazer sexo!
Tenho definitivamente que lhe impor regras em relação ao "Opinar" no banco de trás...
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O meu musicol...
Estes 5 indie-rockers londrinos vão lançar o seu álbum de estreia em Agosto.
Os aperitivos são excelentes.
Nome da banda, Spector. A seguir com atenção...
Os aperitivos são excelentes.
Nome da banda, Spector. A seguir com atenção...
segunda-feira, 18 de junho de 2012
82ª Feira do Livro
Terminou ontem mais uma edição da Feira do Livro do Porto, a 82ª.
- O Punhal do Soberano (A Saga do Assassino #2), de Robin Hobb
- O Regresso do Assassino (Vol. #1), de Robin Hobb
- Os Filhos da Droga, de Christianne F.
- A Cabana, de William P. Young
- A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo (Millennium #2), de Stieg Larsson
- A Águia do Império (Saga da Águia #1), de Simon Scarrow
- Herança (Ciclo da Herança #4), de Christopher Paolini
- Duna, de Frank Herbert
- O Nome do Vento (Crónica do Regicida #1), de Patrick Rothfuss
O "Punhal do Soberano" já estava quase certo como aquirido já que depois de ter gostado bastante do primeiro volume da saga, estava apenas à espera de oportunidade para me atirar aos restantes volumes. Já o Regresso do Assassino, também de Hobb foi oferta na Saída de Emergência (pague 2, leve 3).
Os Filhos da Droga é um livro que já tenho "debaixo de olho" há muitos, muitos anos. Sempre me suscitou alguma curiosidade e como a temática é sempre actual, vou satsifazer a minha curiosidade.
"A Cabana" era livro do dia, portanto a metade do preço. Fazia parte da minha lista "curious-about-it" pelo que aproveitei. Veremos o que sai daqui...
O segundo volume da saga Millennium veio fazer companhia ao primeiro que já está na prateleira desde a feira do ano passado. As críticas que tenho lido sobre a saga aguçam-me o apetite. Está em lista de espera para leitura.
Quanto à Saga da Águia, finalmente adquiri o volume 1! Tenho o 2 na prateleira (também) à espera desde a feira do ano passado. Este ano vou, concerteza, iniciar a leitura desta saga. Até porque é um tema que sempre me fascinou, a história romana.
D'A Herança, não estou à espera de grande coisa mas como já li os 3 anteriores, tenho que terminar a leitura da saga... O mais certo é Galbatorix ser derrotado e Eragon ser elevado a "o maior lá da terra" mas veremos...
A Duna foi um verdadeiro achado! Já estava a pagar os 3 livros na banca da Saída de Emergência quando reparei, num pequeno escaparate meio escondido com livros a 8€ e entre eles, o Duna berrava: leva-me, leva-me!!! E eu fiz-lhe a vontade. :)
O Nome do Vento também foi uma pechincha na Leya. Estava praticamente a metade do preço. Também já estava na wishlist há uns meses.
Tempo ainda para os tradicionais clássicos portugueses. Desta vez vieram mais 2:
Mais um de Eça de Queirós (A Relíquia) e meu primeiro livro de Almeida Garret. Tenho ideia de o ter lido na escola há muitos anos atrás mas confesso que não tenho ideia nenhuma do conteúdo.
Este ano contive-me... nas visitas! Só lá fui uma vez... o tempo não deu tréguas...
Em compensação, acho que fiz boas compras... entre livros do dia, promoções pague 2 leve 3 e pague 3 leve 4, etc...
Eis o figurino:
- O Punhal do Soberano (A Saga do Assassino #2), de Robin Hobb
- O Regresso do Assassino (Vol. #1), de Robin Hobb
- Os Filhos da Droga, de Christianne F.
- A Cabana, de William P. Young
- A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo (Millennium #2), de Stieg Larsson
- A Águia do Império (Saga da Águia #1), de Simon Scarrow
- Herança (Ciclo da Herança #4), de Christopher Paolini
- Duna, de Frank Herbert
- O Nome do Vento (Crónica do Regicida #1), de Patrick Rothfuss
O "Punhal do Soberano" já estava quase certo como aquirido já que depois de ter gostado bastante do primeiro volume da saga, estava apenas à espera de oportunidade para me atirar aos restantes volumes. Já o Regresso do Assassino, também de Hobb foi oferta na Saída de Emergência (pague 2, leve 3).
Os Filhos da Droga é um livro que já tenho "debaixo de olho" há muitos, muitos anos. Sempre me suscitou alguma curiosidade e como a temática é sempre actual, vou satsifazer a minha curiosidade.
"A Cabana" era livro do dia, portanto a metade do preço. Fazia parte da minha lista "curious-about-it" pelo que aproveitei. Veremos o que sai daqui...
O segundo volume da saga Millennium veio fazer companhia ao primeiro que já está na prateleira desde a feira do ano passado. As críticas que tenho lido sobre a saga aguçam-me o apetite. Está em lista de espera para leitura.
Quanto à Saga da Águia, finalmente adquiri o volume 1! Tenho o 2 na prateleira (também) à espera desde a feira do ano passado. Este ano vou, concerteza, iniciar a leitura desta saga. Até porque é um tema que sempre me fascinou, a história romana.
D'A Herança, não estou à espera de grande coisa mas como já li os 3 anteriores, tenho que terminar a leitura da saga... O mais certo é Galbatorix ser derrotado e Eragon ser elevado a "o maior lá da terra" mas veremos...
A Duna foi um verdadeiro achado! Já estava a pagar os 3 livros na banca da Saída de Emergência quando reparei, num pequeno escaparate meio escondido com livros a 8€ e entre eles, o Duna berrava: leva-me, leva-me!!! E eu fiz-lhe a vontade. :)
O Nome do Vento também foi uma pechincha na Leya. Estava praticamente a metade do preço. Também já estava na wishlist há uns meses.
Tempo ainda para os tradicionais clássicos portugueses. Desta vez vieram mais 2:
Mais um de Eça de Queirós (A Relíquia) e meu primeiro livro de Almeida Garret. Tenho ideia de o ter lido na escola há muitos anos atrás mas confesso que não tenho ideia nenhuma do conteúdo.
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