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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Badoca Safari Park II

Depois de uma visita geral ao parque e com a merendinha no papo, tinha chegado a hora do Safari, a tal actividade que acaba por ser a atracção principal do parque.
Assim uma espécie de mini-mini-mini safari africano com espécies efectivamente invulgares por estas bandas. Dignas de um qualquer programa da BBC ou da National Geographic sobre o continente africano. :)


Carneiro da montanha, Girafas, Zebras, Órix, Búfalos do Congo, Elandes, Gnus, Avestruzes, Ímpalas, etc. Tudo à solta e com um à vontade impressionante face ao tractor e às carruagens do safari.



Outra espécie invulgar por terras lusas é o Tigre de Bengala. Aliás, começa a ser uma espécie invulgar em qualquer sítio já que enfrentas sérios perigos de extinção devido, sobretudo, à caça furtiva e à constante diminuição do seu território natural.
Este estava bem fechadinho... caso contrário não haveriam animais selvagens para ver no safari. :)


Depois do safari, chegou a hora da interacção com os Lémures. Muito engraçado, sem dúvida. A primeira coisa que nos vem à cabeça é, sem dúvida, o filme de animação Madagáscar e a famosa banda sonora "I Like to Move it, move it".



Por último, reservamos para o final da tarde a voltinha de charrete que nos permitiu visitar a ilha dos grandes primatas. Os primos lá do sítio...



Enfim, trata-se de um espaço extremamente agradável e onde se pode passar um dia excelente. Principalmente para quem tem pequenada.
O único (e grande) problema para malta como eu é que "fica longe pra xuxu"!!!
Apesar de ser apenas a 1h30 de Lisboa, fica a 4h30 do Porto! O que é um bocadinho, convenhamos... Mas como tinha passado o fim de semana em Lisboa, ficou mais perto e assim aproveitei.
Muito bom!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A Lego Tale

A Lego lançou este Verão uma nova colecção baseada no Senhor dos Anéis - A Irmandade do Anel.
Para todos os fãs de Tolkien e da Lego, isto vai ser um must have.


Eu vou já preparar a carta para o Pai Natal! :)
E para entreter, aqui ficam 3 vídeos feitos pela Lego que contam algumas partes da história da Irmandade.
Geniais :)








Para quem quiser comprar, estão (para já) disponíveis na loja online da Lego. Não sei quando estarão à venda em Portugal.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Badoca Safari Park I

O Badoca Safari Park é um parque natural, situado na costa alentejana, entre a Vila Nova de Santo André e Santiago do Cacém, conhecido, essencialmente, pelas espécies diferentes que o habitam e pelo Safari (à tuga, claro!) que permite aos visitantes um contacto (quase) directo com espécies selvagens que deambulam, livremente, numa secção delimitada do parque.

Mas o Safari é apenas uma, de entre várias, atracções que o parque disponibiliza aos visitantes. Além de várias outras espécies muito pouco comuns de se encontrar por estas bandas, há também as sessões de alimentação dos lemures, apresentações de aves de rapina, passeios de charrete, rafting africano, aldeia africana, etc. O suficiente para preencher, e bem, um dia inteiro!
O ideal, para usufruir o máximo possível da visita ao parque, é consultar os horários dos vários espectáculos para se poder assistir a tudo (ou a quase tudo). Infelizmente, chegamos já um pouco tarde pelo que falhamos o espectáculo das aves de rapina (o que não incomodou muito porque já assistimos a vários, o último deles aqui) e acabámos por não ir fazer o rafting africano (era à mesma hora da sessão dos lemúres).
Logo após a entrada no parque, fomos ver o jardim das aves exóticas onde, por incrível que pareça, apanhamos uma tartaruga que começou a correr e a fugir quando nos viu!!! O que eu corri para conseguir uma "chapa"! :)))

Outro local muito interessante no parque é a Aldeia Africana. Além de várias espécies diferentes e invulgares (suricatas, cabras anãs, lamas, cangurus, cabras girgentanas (!), etc...) existe ainda uma série de símbolos e estatuetas africanas bem como um vasto parque de merendas (1000 m2) em pleno pinhal. Sombrinha não faltará! Ah, e vários divertimenos para a criançada que é sempre um delírio para eles e um descanso para os pais. :)


E foi por aqui que almoçamos, em plena aldeia. :)
Da parte da tarde, vieram as maiores emoções.

To be continued...


terça-feira, 10 de julho de 2012

O Cego de Sevilha

Sinopse
É semana santa em Sevilha. Um empresário de renome é encontrado atado, amordaçado e morto em frente da sua televisão. As feridas auto-infligidas deixam perceber a luta que travou para evitar o horror das imagens que foi forçado a ver. Quando confrontado com esta macabra cena, o habitualmente desapaixonado detective de homicídios Javier Falcón sente um medo inexplicável.

Opinião
Creio que este foi o primeiro policial que li e, sinceramente, confesso que não é o meu género literário preferido.
A história desenrola-se sob a perspectiva do detective de homícidios Javier Fálcon que, na investigação de um assassínio macabro, ver-se-á envolvido numa viagem ao passado da sua família, nomeadamente do seu pai.
Não obstante os meus gostos literários se orientarem para outra "prateleira", a leitura deste Cego de Sevilha acabou por ser agradável. No entanto, para um policial, achei que lhe faltaram aqueles pontos de suspense e acção que, supostamente, devem caracterizar o género.
A introdução é boa. Um homicídio com características macabras que activa imediatamente a curiosidade do leitor sobre a trama. Uma excelente "ponta do véu" que, quanto a mim, podia ter sido melhor explorada. Gostei do caminho seguido pelo assassino (sim, porque não ficamos só pela primeira morte...) e do facto de só no final do livro nos começarmos a aperceber quem poderia ser o "mau da fita". Como qualquer bom policial, há que manter o suspense até ao fim e esperar um "ahhhh" final do leitor quando descobre o assassino.
No entanto, o que menos gostei no livro foi a mistura entre a génese dos crimes (e do próprio assassino) e a história de vida do inspector Falcón. Não me cativou o modo como o caminho seguido pelo inspector para desvendar o mistério dependeu da sua própria história de vida e na descoberta de quem foi, na realidade, o seu pai.
Concluindo, além de uma leitura agradável, permitiu-me "arrumar" um livro que já estava na prateleira à espera há cerca de 4~5 anos...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mouros...

Desta vez, não fui apenas a Lisboa...


Fui à verdadeira Mouraria!!!
Depois não digam que não são mouros...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

2ª rodada

Esta semana houve outra vez sobremesa caseira...


Foi só recolhê-los, e "empratá-los"! :)


E desta vez, além de haver um morango extra (que foi dividido, obviamente, pelas duas pikenas), o tamanho deles era bem maior!

terça-feira, 3 de julho de 2012

This is gold!

Gold on the Ceiling!
É outro tema forte do último álbum dos The Black Keys, e faz companhia a Lonely Boy, que já aqui passou.


Em Novembro vão-se estrear aqui por terras lusas, no Pavilhão Atlântico. Não era má ideia ir vê-los...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O Espelho de Salomão

Sinopse
Um documento escrito numa língua esquecida indica um caminho perigoso que leva ao tesouro dos visigodos. Alejandra Espinosa, uma jovem historiadora desempregada, ouve uma conversa, num encontro de ex-colegas da faculdade, na qual é referido um estranhíssimo livro, descoberto por acaso, ao catalogar-se a biblioteca de um particular. O livro é escrito em ulfilano, o antigo alfabeto dos visigodos. Há um prólogo no qual se afirma que é cópia de um texto medieval.Intrigada, suspeitando que se trata de uma falsificação, um tema que a apaixona, Alejandra decide investigar. A investigação provoca uma série de acontecimentos que parecem fazer parte de uma sequência iniciada muitos séculos atrás, no tempo dos reis visigodos. Uma trama oculta envolve as mais variadas personagens e sociedades secretas. Em pouco tempo, Alejandra chega a uma conclusão: todos os que se aproximam do livro são expostos ao perigo de uma morte violenta.

Opinião
Além da fantasia, o romance histórico é o género literário que mais prazer me dá a ler. Como sou (e sempre fui) um apaixonado pela história, tudo o que meta aventuras e desventuras com historiadores deixa-me sempre colado ao livro. E este é um deles.
Apesar de não ser daqueles romances do estilo "papa-páginas", como os do Dan Brown ou do nosso José Rodrigues dos Santos, este Espelho de Salomão de León Arsenal lê-se muitíssimo bem, em grande parte porque está excelentemente bem estruturado.
A forma como o autor vai introduzindo os "dados históricos" no enredo consegue manter o leitor dentro da história sem nunca se perder em extensas e improfícuas explicações e particularidades históricas que, na maior parte dos casos, acaba por desviar a atenção do leitor para o essencial. Neste ponto, a obra está excelente.
Em relação à história, acompanhamos Alejandra Espinosa, uma historiadora desempregrada que, após uma conversa furtuita entre amigos, se vê envolvida na tentativa de interpretação de um texto antigo, da era dos Visigodos,  que por sua vez a levará a uma investigação sobre um antigo tesouro. Para apimentar mais a história e para lhe dar aquele condimento especial, nada melhor do que a introdução de Sociedades Secretas que tentam a todo o custo proteger o segredo.
Em resumo, uma excelente leitura. Apesar de não apresentar um enredo propriamente original, a leitura  leve e bem estruturada acaba por se tornar cativante e distraída.