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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

10th anniversary

Este ano faz 10 anos que saiu um dos melhores álbuns (pelo menos para mim...) de sempre: Give Up dos The Postal Service.
E para comemorar a efeméride, a banda voltou-se a reunir e vai entrar em tour. O local de actuação mais perto aqui deste cantinho será Barcelona, em Maio, no Barcelona Primavera Sound. Pena... era melhor que viessem ao Optimus Primareva Sound, aqui no Parque da Cidade da inbicta.
Além das várias datas da tour, vai também ser lançada uma edição especial de Give Up com 2 novos temas, sendo que um deles já "circula" aí pela net e pelas rádios... A Tattered Line of String



E, para relembrar, deixo aqui um dos temas que mais marcaram o álbum, We Will Become Silhouettes.



Apenas uma nota, The Postal Service não é bem uma banda... foi mais uma espécie de projecto paralelo de Ben Gibbard, o vocalista dos Death Cab for Cutie, uma excelente banda com excelentes trabalhos nos últimos anos... um dia destes hão-de passar aqui pelo "cantinho".

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Clube de Combate

Sinopse
A primeira regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A segunda regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A terceira regra do Clube de Combate é: dois homens por luta.
No mundo apocalíptico de Tyler Durden, os rituais secretos de combate são vividos como um desafio a todos os limites. O que é a lealdade? Que sentido faz pertencer a um grupo? A solidão é uma libertação ou a imagem íntima do terror?
Clube de Combate, adaptado ao cinema, em 1999, por David Fincher e com as interpretações de Brad Pitt e Edward Norton, foi um livro que marcou uma geração.

Opinião
Este é (mais) um dos livros que tinha para lá, na estante, comprado numa promoção e que aguardava a sua vez, como tantos outros. :)
Não tinha visto o filme e não fazia a mínima ideia do que iria sair daquelas páginas. Confesso que o título não me é muito sugestivo, razão principal, talvez, para que nunca tenha tido curiosidade em ver o filme...
O livro conta-nos a história de um funcionário de uma empresa de seguros de automóveis que sofre de insónias e que é aconselhado pelo seu médico a frequentar grupos de auto-ajuda. Numa dessas reuniões acaba por conhecer uma mulher, Marla, que desempenhará um importante papel no decorrer da história. Mas o papel principal será desempenhado por Tyler Durden, alguém que o narrador conhece numa das suas viagens e que irá revolucionar por completo a sua vida, nomeadamente com a criação do Clube de Combate.
O final acaba por ser algo esperado mas mesmo assim, um pouco surpreendente.
A leitura é razoavelmente agradável e, como é pequeno (208 páginas), fez-se a bom ritmo. Não foi, no entanto, um livro que me tivesse marcado... nem pela positiva, nem pela negativa... foi mesmo daqueles assim-assim.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

da ressurreição...

Já vai para mais de 2 meses que aqui não ponho os pés os dedos.
Falta de tempo, muito trabalho mas também alguma falta de vontade... enfim, digamos que meti uma licença sabática e esqueci-me de avisar :)
Contra-senso relativamente ao título do blog, já sei...
Nos entretantos, muita coisa se tem passado e rondado aqui o estaminé...
Livros, musicol, passeios e até a "pseudo-horta" lá de casa tem tido desenvolvimentos. Vamos lá a ver se consigo retomar a actividade de escrita cibernética.

Para já, deixo aqui uma das músicas que mais tenho ouvido nos últimos tempos... não há viagem de carro com a pequenada em que elas não peçam para eu por esta música... nem nos 5 minutos do percurso casa-escola... :)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

An expected journey

at least to me!
Há já vários meses que aguardava a estreia e ontem, claro, lá fui ver...
The Hobbit: an unexpected journey


Primeira reacção pré-durante-pós visualização: saudades da Terra Média! :)

Desde o primeiro filme da trilogia d'O Senhor dos Anéis, em 2001(já lá vão 11 anos...) que sou um verdadeiro fã(nático) de Tolkien e do mundo que ele criou. Além do cinema, já vi algumas vezes a trilogia em casa e já li vários dos livros que J. R. R. Tolkien nos deixou. Posto isto, aguardava, obviamente com grande expectativa, o regresso ao écran da Terra Média, desta vez com o Hobbit.
Durante este ano, fui acompanhando com vários posts a produção do filme seguindo os video logs que Jackson punha cá fora, para aguçar o apetite dos fãs.
Também tinha tido oportunidade de ler o livro no final do ano passado pelo que a "história" ainda estava relativamente fresca...

E foi precisamente por ter lido o livro, bastante mais "soft" que a trilogia já que são apenas 254 páginas e a escrita está claramente vocacionada para um público mais juvenil, que estava com algum receio em relação a esta adaptação. É que, para quem não sabe, estamos novamente perante uma trilogia! Sim, Peter Jackson optou por dividir a história em 3 filmes. Claro que os interesses de Hollywood devem ter falado bem mais alto nesta questão mas... nada como esperar para ver!

Aliado à expectativa de voltar à Terra Média e de rever alguns "velhos amigos" como Gandalf, Bilbo, Elrond e afins, a realização de Peter Jackson traz 2 aliciantes tecnológicos. Por um lado, o 3D, introduzido por Cameron em Avatar (nada de novo) e por outro lado, as 48 fps ou seja, 48 frames por segundo, o dobro daquilo a que estamos habituados a ver em cinema. Bem, o resultado é absolutamente fenomenal. O 3D e as 48 fps naqueles cenários belíssimos da Nova Zelândia são de abismar!
No entanto, há algo que não me "encaixou" muito bem nisto dos 48 fps... Não sei se foi uma questão "física" minha ou se foi do equipamento utilizado para a projecção. Nas cenas com mais acção e movimentos mais rápidos, a coisa fica demasiado forçada... sinceramente, parece que de repente vemos o filme em fast forward... Não sei se é por a minha visão não estar ainda habituada às 48 frames ou se teria algo a ver com o equipamento de projecção. Apenas para informação, vi na sala 3 do NorteShopping, a única da cadeia Lusomundo na zona do Porto com este tipo de projecção.

Em relação ao filme, e sem querer entrar em spoilers, acho que esta primeira parte está muitíssimo bem conseguida. Jackson começa o filme com a narração da história da conquista de Eribor aos anões por parte de Smaug. Jackson consegue assim, logo no início, explicar-nos a origem da aventura com que nos vai presentear na continuação do filme e nos restantes dois. O resto está praticamente igual ao livro, a partir do qual aproveita praticamente todos os detalhes, até os mais infímos (diálogos incluídos). Existem, obviamente, algumas adaptações, obrigatórias na transposição para o cinema mas que em nada prejudica o desenrolar dos acontecimentos.

Uma última nota para a banda sonora que continua soberba! Mais uma vez, Howard Shore esmerou-se... então a música dos anões sobre a quest que estão prestes a desempenhar é magnífica! É daquelas que nos fica na cabeça e no dia a seguir ainda a trauteamos sem darmos por isso. :)
Aqui fica, para quem quiser trautear um pouco...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Romance em Amesterdão

Sinopse
Mariana e Zé Pedro passaram quinze longos anos sem se tornarem a ver. O tempo que poderia ter sido suficiente para fazer desmaiar a sua paixão vivida em Amesterdão. Os mesmos quinze anos que fizeram Mariana imaginar, milhares de vezes, o reencontro; e Zé Pedro desesperar de alguma vez voltar a encontrá-la. Quando, subitamente, numa azafamada manhã, numa estação de metro, se voltaram a encontrar. Quando tudo parecia ter sido diluído no tempo, eis que o passado volta a ser vivido no presente. Um romance apaixonante!

Opinião
Adquiri este livro há uns meses atrás (quase 1 ano!) numa promoção online da Editorial Presença. Apesar de se tratar de um autor desconhecido para mim, já tinha visto vários livros seus nos escaparates das livrarias, tendo alguns atingido lugares cimeiros nos tops de venda nacionais. Havia chegado o tempo de conhecer mais um autor português.
Zé Pedro é um escritor que, rendido ao fracasso das suas obras, decide emigrar para Amesterdão e trabalhar como empregado de mesa. Mariana é uma mulher que, prestes a dar um importante passo na sua vida, decide fazer uma semana de férias em Amesterdão. E é nessa altura que as suas vidas se cruzam pela primeira vez e ambos vivem uma semana muito intensa, quebrada pelo regresso de Mariana a Portugal. Só após 15 anos se voltam a encontrar e a reacender a faísca que ainda se escondia no íntimo de cada um. Mas entretanto, as realidades pessoais de cada um alteraram-se, Zé Pedro retomou a escrita e é dono de uma pequena livraria e Mariana, advogada num conhecido escritório, casou-se e tem uma filha com precisamente 15 anos!
O resto da história desenrola-se à volta do trio Zé Pedro, Mariana e Ricardo e dos seus encontros, desencontros e demais peripécias que normalmente rodeiam este tipo de histórias.
Apesar de não ser daqueles romances de "encher o olho", que deslumbram ou que nos fazem devorar páginas, acabou por se tornar uma leitura muito agradável, assim num estilo de light-book. A escrita é fluída, bem estruturada e centrada nas personagens e seus sentimentos.
Um autor a quem voltarei... Primeiro porque ainda tenho lá outro livro dele na estante e, acima de tudo, porque é português. :)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Definição de (boas?) recordações

Um dia destes, de manhã, já um pouco atrasados para a escola e numa rua em que tenho que parar devido a um sinal de STOP, diz a L.:

L - Óh pai, anda lá... não pares!
Eu - Mas se não parar, bato nos outros carros!
L - Não faz mal...
Eu - Não faz mal?!? Mas então fico com a carrinha estragada.

Nisto, diz a F.:

F - Ah, então é melhor parar. Tenho boas recordações da carrinha e não a quero estragar.
Eu - Ai é? E que recordações são essas?
F. - Olha, por exemplo, quando fiquei com o dedo trilhado na porta... ou então daquela vez que fiquei com o pé preso!

Ainda bem que ela só se lembrou das boas (?) recordações...

terça-feira, 13 de novembro de 2012

O Ouro dos Cruzados

Sinopse
A bordo do Seaquest II, no porto de Istambul, Jack Howard e a sua equipa organizam um mergulho em busca de um tesouro envolto em mistério. Esperam descobrir o fabuloso ouro que os romanos saquearam do Templo de Salomão e de que fazia parte a Menorá, o cobiçado símbolo sagrado do judaísmo, e mais tarde desaparecido em Constantinopla, na época das Cruzadas. O que o explorador vem a descobrir leva-o e à sua equipa numa aventurosa busca, ao mesmo tempo geográfica e cronológica, à volta do mundo, desde a queda do Império à ascensão viquingue e às suas navegações até ao continente americano e até aos tempos do poder Nazi, um périplo onde afloram igualmente os segredos do Vaticano. Entretanto uma obscura seita secreta, atravessa-­se no caminho dos exploradores, determinada a recuperar o ouro dos cruzados a todo o custo.

Opinião
Quando, na altura, li a sinopse deste Ouro dos Cruzados, confesso que fiquei bastante entusiasmado com esta mistura de romanos, judaísmo, vikings,  nazis e até segredos do Vaticano! Tudo apontava para uma aventura "histórica", um dos meus géneros favoritos, numa busca por um artefacto histórico de grande valor e cuja descoberta poderia acarretar um conjunto de transformações no mundo actual. Para quem não sabe, a Menorá é um dos símbolos mais importantes do judaísmo e constitui, actualmente, um dos símbolos do estado de Israel, em conjunto com a Estrela de Davi.
De facto, o início desta aventura é prometedor. Somos levados a acompanhar o trabalho de mergulho de Jack Howard e da sua equipa, no porto de Istambul (antiga Constantinopla) onde descobrem os restos de um antigo Drakar Viking que, segundo a teoria de Jack, terá pertencido a Harald Hardrada, um antigo rei Viking que participou no saque de Constantinopla. O problema é que depois veio o caos! De Istambul somos levados para Inglaterra, depois para a Gronelândia, América do Norte e finalmente América Central, em pleno território Maia. Pelo meio, há uma série de descobertas e coincidências "demasiado coincidentes" que, quanto a mim, forçam demasiado a estória a seguir o rumo desejado pelo autor e tornam aquilo que poderia ser história numa verdadeira fábula imaginária.
Além disso, creio que o autor, ao pretender misturar na mesma história, um conjunto de ingredientes para a tornar mais apetecível, daqueles que suscitam sempre a curiosidade do leitor e avivam a leitura, acabou por criar um caldo demasiado espesso e, em muitas ocasiões, muito confuso. A participação de Vikings nas cruzadas, sociedades secretas (mais uma...), mergulho em interior de iceberg (cuja descrição foi, para mim, das leituras mais confusas que alguma vez fiz... a páginas tantas já não se percebia como é que os intervenientes estavam... dentro, fora, virados para baixo, virados para cima... enfim...), chegada dos vikings à América do Norte (talvez o facto mais credível no meio de todos os outros), e, para terminar, o desembarque de Vikings na América Central, em pleno território Maia!?!
No geral, gostei da leitura. Apesar de confusa em algumas secções acaba por ser fluida. Pena é que em termos históricos (aquilo que eu realmente aprecio neste tipo de aventuras) tenha ficado um pouco aquém das expectativas. Demasiado forçado...

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Uma questão de aparelhos

Nos últimos dia de escola, a F. ficou a saber que o nosso corpo tem muitos aparelhos: digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo!
Ora se o digestivo, respiratório, circulatório e excretor foram pacíficos, o reprodutivo veio novamente levantar a questão da "semente" que o pai deu à mãe...

A F. aprendeu que o pai e a mãe "fazem sexo" para que o "espermócoiso..." se junte ao óvulo e dê origem ao ovo! Espectáculo!!!
Mais brilhante ainda foi ela dizer que só o fizemos uma vez antes de ela nascer e que depois deu para a L.! Teve que ser assim, caso contrário ela tinha visto... diz ela :)

Ainda bem que ela não se lembrou de perguntar como é que a "semente" foi lá parar. Mas palpita-me que a pergunta crucial estará para breve...

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Magnífico

Este vídeo chegou-me hoje por mail...
Espectacular! Relembra-me que tenho que voltar a tocar a guitarra... além disso, o meu coro até poderia ser em stéreo! :)



E, já agora, o original.



Para quem não conhece, a banda chama-se "Edward Sharp and The Magnetic Zeros" e o single "Home" foi extraído do primeiro álbum "Up From Below", de 2009. O álbum é absolutamente fabuloso, 5 estrelas!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O meu musicol...

Babel é o nome do 2º álbum dos Mumford & Sons. Apesar de não ter tido o mesmo impacto do 1º, a sonoridade e o banjo mantém-se.
E tem como "bónus" uma cover de "The Boxer" de Simon & Garfunkel, aqui numa versão ao vivo.