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terça-feira, 23 de abril de 2013

The 80's revival

Back to the 80's!!!
This is good music, really good to go along with this sunny days :)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Kitchen of Thrones

Estreou no domingo passado a 3ª temporada de Game Of Thrones, a espectacular série da HBO baseada nos livros de George R.R. Martin. Mais uma vez, a série promete, tendo já batido recordes de audiência nos EUA.
É, aliás, a temporada por que todos os fãs da série anseiam. Se seguir os acontecimentos dos livros será verdadeiramente épica.
E para comemorar este regresso da saga aos écrans, deixo aqui um vídeo com um receita de culinária westerosiana que está muito engraçado: Winterfell Honeyed Chicken.
Vou, inclusive, tentar executá-la lá em casa... Só não prometo comer a galinha com um facalhão à Rambo!

quarta-feira, 13 de março de 2013

A Cabana

Sinopse
E se Deus marcasse um encontro consigo? As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada. Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana. Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.

Opinião
Este foi o último livro de 2012. E que maneira terrível de fechar o ano em termos de leituras... Demorei 3 semanas para ler estas 248 páginas e houve uma altura em que duvidei se chegaria ou não ao fim. Sem querer ferir susceptibilidades, vou deixar aqui uma opinião muito sincera.
Comprei este livro na Feira do Livro do Porto do ano passado, muito por influência da constante presença da obra nos tops e escaparates das livrarias e também por alguma curiosidade sobre a abordagem que seria feita ao assunto. O facto de não ser religioso nem acreditar na existência de Deus como o Criador acabou por me dificultar bastante a leitura. Apesar do o início da história ser interessante, a partir do momento em que Mack regressa à cabana para conversar com Deus, tudo estagna! Tudo gira em torno de conversas banais, completamente "ocas" e sem sentido, pelo menos para mim... Acho até que a forma que o autor escolheu para "dar forma" a Deus (uma cozinheira negra, um lenhador/carpinteiro e um ser/coisa que só se vê desfocado...) parece vinda directamente do país das maravilhas da lendária Alice...
E o final, bem... wordless... Acho que era a única saída possível, depois de toda aquela "fantuchada".
Definitivamente, não aconselho. E, sinceramente, não consigo compreender todos os epítetos que estão associados a esta obra: "o livro que mudará a sua vida", "leitura obrigatória", "milhões de exemplares vendidos", etc.

terça-feira, 5 de março de 2013

Game of Thrones - Season 3

Finalmente está a chegar a 3ª temporada de Game Of Thrones e, para os fãs, a temporada que mais ansiavam. Se seguirem os livros, vai ser verdadeiramente épico!


sexta-feira, 1 de março de 2013

A Filha do Capitão

Sinopse
A Filha do Capitão é a história de uma grande paixão em tempo de guerra. Quem sabe se a vida do capitão Afonso Brandão teria sido totalmente diferente se, naquela noite fria e húmida de 1917, não se tivesse apaixonado por uma bela francesa de olhos verdes e palavras meigas. O oficial do exército português estava nas trincheiras da Flandres, em plena carnificina da I Guerra Mundial, quando viu o seu amor testado pela mais dura das provas. Em segredo, o Alto Comando alemão preparava um ataque decisivo, uma ofensiva tão devastadora que lhe permitiria vencer a guerra num só golpe, e tencionava quebrar a linha de defesa dos aliados num pequeno sector do vale do Lys. O sítio onde estavam os portugueses. Tendo como pano de fundo o cenário trágico da participação de Portugal na Grande Guerra, A Filha do Capitão traz-nos a comovente história de uma paixão impossível e, num ritmo vivo e empolgante, assinala o regresso do grande romance às letras portuguesas. O Capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível. Mas o seu amor iria enfrentar um duro teste. O Alto Comando alemão, reunido em segredo em Mons, decidiu que chegara a hora de lançar a grande ofensiva para derrotar os aliados e ganhar a guerra, e escolheu o vale do Lys como palco do ataque final. À sua espera, ignorando o terrível cataclismo prestes a desabar sobre si, estava o Corpo Expedicionário Português. Decorrendo durante a odisseia trágica da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, A Filha do Capitão conta-nos a inesquecível aventura de um punhado de soldados nas trincheiras da Flandres e traz-nos uma paixão impossível entre um oficial português e uma bonita francesa. Mais do que uma simples história de amor, esta é uma comovente narrativa sobre a amizade, mas também sobre a vida e sobre a morte, sobre Deus e a condição humana, a arte e a ciência, o acaso e o destino.

Opinião
Bom, este é daqueles livros em que, pela sinopse, ficamos a saber quase tudo!
É, também, um dos primeiros livros de José Rodrigues dos Santos (o 2º, me parece...), numa altura em que o famoso herói Tomás Noronha, provavelmente, ainda não era nascido. :)
De facto, trata-se de uma história de amor em tempo de guerra. Mas além da história de amor, que serve como pano de fundo, JRS transporta-nos para o início do século XX e dá-nos uma ideia do que foi a colaboração portuguesa na 1ª grande guerra. O autor apresenta-nos um retrato bastante fiel do que terá sido a famosa guerra das trincheiras e de como o Corpo Expedicionário Português a viveu na zona da Flandres. Tudo isto enquanto o panorama político nacional se desenrolava num verdadeiro turbilhão, nos tempos que antecederam a chegada do Estado Novo.
Acaba por ser um bom romance histórico, no sentido em que somos transportados para um período do qual apenas ouvimos falar, e sem grande detalhe (pelo menos no meu caso). De facto, as dificuldades por que passou o CEP foram enormes e as diferenças entre as suas "condições de guerra" e as dos aliados, bem como dos próprios alemães, eram absolutamente abissais. Desde a higiene pessoal (o banho semanal era algo estranho para os portugueses...), à qualidade do vestuário, às condições nas próprias trincheiras, etc.
Uma história muito interessante e uma leitura que recomendo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

10th anniversary

Este ano faz 10 anos que saiu um dos melhores álbuns (pelo menos para mim...) de sempre: Give Up dos The Postal Service.
E para comemorar a efeméride, a banda voltou-se a reunir e vai entrar em tour. O local de actuação mais perto aqui deste cantinho será Barcelona, em Maio, no Barcelona Primavera Sound. Pena... era melhor que viessem ao Optimus Primareva Sound, aqui no Parque da Cidade da inbicta.
Além das várias datas da tour, vai também ser lançada uma edição especial de Give Up com 2 novos temas, sendo que um deles já "circula" aí pela net e pelas rádios... A Tattered Line of String



E, para relembrar, deixo aqui um dos temas que mais marcaram o álbum, We Will Become Silhouettes.



Apenas uma nota, The Postal Service não é bem uma banda... foi mais uma espécie de projecto paralelo de Ben Gibbard, o vocalista dos Death Cab for Cutie, uma excelente banda com excelentes trabalhos nos últimos anos... um dia destes hão-de passar aqui pelo "cantinho".

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Clube de Combate

Sinopse
A primeira regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A segunda regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A terceira regra do Clube de Combate é: dois homens por luta.
No mundo apocalíptico de Tyler Durden, os rituais secretos de combate são vividos como um desafio a todos os limites. O que é a lealdade? Que sentido faz pertencer a um grupo? A solidão é uma libertação ou a imagem íntima do terror?
Clube de Combate, adaptado ao cinema, em 1999, por David Fincher e com as interpretações de Brad Pitt e Edward Norton, foi um livro que marcou uma geração.

Opinião
Este é (mais) um dos livros que tinha para lá, na estante, comprado numa promoção e que aguardava a sua vez, como tantos outros. :)
Não tinha visto o filme e não fazia a mínima ideia do que iria sair daquelas páginas. Confesso que o título não me é muito sugestivo, razão principal, talvez, para que nunca tenha tido curiosidade em ver o filme...
O livro conta-nos a história de um funcionário de uma empresa de seguros de automóveis que sofre de insónias e que é aconselhado pelo seu médico a frequentar grupos de auto-ajuda. Numa dessas reuniões acaba por conhecer uma mulher, Marla, que desempenhará um importante papel no decorrer da história. Mas o papel principal será desempenhado por Tyler Durden, alguém que o narrador conhece numa das suas viagens e que irá revolucionar por completo a sua vida, nomeadamente com a criação do Clube de Combate.
O final acaba por ser algo esperado mas mesmo assim, um pouco surpreendente.
A leitura é razoavelmente agradável e, como é pequeno (208 páginas), fez-se a bom ritmo. Não foi, no entanto, um livro que me tivesse marcado... nem pela positiva, nem pela negativa... foi mesmo daqueles assim-assim.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

da ressurreição...

Já vai para mais de 2 meses que aqui não ponho os pés os dedos.
Falta de tempo, muito trabalho mas também alguma falta de vontade... enfim, digamos que meti uma licença sabática e esqueci-me de avisar :)
Contra-senso relativamente ao título do blog, já sei...
Nos entretantos, muita coisa se tem passado e rondado aqui o estaminé...
Livros, musicol, passeios e até a "pseudo-horta" lá de casa tem tido desenvolvimentos. Vamos lá a ver se consigo retomar a actividade de escrita cibernética.

Para já, deixo aqui uma das músicas que mais tenho ouvido nos últimos tempos... não há viagem de carro com a pequenada em que elas não peçam para eu por esta música... nem nos 5 minutos do percurso casa-escola... :)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

An expected journey

at least to me!
Há já vários meses que aguardava a estreia e ontem, claro, lá fui ver...
The Hobbit: an unexpected journey


Primeira reacção pré-durante-pós visualização: saudades da Terra Média! :)

Desde o primeiro filme da trilogia d'O Senhor dos Anéis, em 2001(já lá vão 11 anos...) que sou um verdadeiro fã(nático) de Tolkien e do mundo que ele criou. Além do cinema, já vi algumas vezes a trilogia em casa e já li vários dos livros que J. R. R. Tolkien nos deixou. Posto isto, aguardava, obviamente com grande expectativa, o regresso ao écran da Terra Média, desta vez com o Hobbit.
Durante este ano, fui acompanhando com vários posts a produção do filme seguindo os video logs que Jackson punha cá fora, para aguçar o apetite dos fãs.
Também tinha tido oportunidade de ler o livro no final do ano passado pelo que a "história" ainda estava relativamente fresca...

E foi precisamente por ter lido o livro, bastante mais "soft" que a trilogia já que são apenas 254 páginas e a escrita está claramente vocacionada para um público mais juvenil, que estava com algum receio em relação a esta adaptação. É que, para quem não sabe, estamos novamente perante uma trilogia! Sim, Peter Jackson optou por dividir a história em 3 filmes. Claro que os interesses de Hollywood devem ter falado bem mais alto nesta questão mas... nada como esperar para ver!

Aliado à expectativa de voltar à Terra Média e de rever alguns "velhos amigos" como Gandalf, Bilbo, Elrond e afins, a realização de Peter Jackson traz 2 aliciantes tecnológicos. Por um lado, o 3D, introduzido por Cameron em Avatar (nada de novo) e por outro lado, as 48 fps ou seja, 48 frames por segundo, o dobro daquilo a que estamos habituados a ver em cinema. Bem, o resultado é absolutamente fenomenal. O 3D e as 48 fps naqueles cenários belíssimos da Nova Zelândia são de abismar!
No entanto, há algo que não me "encaixou" muito bem nisto dos 48 fps... Não sei se foi uma questão "física" minha ou se foi do equipamento utilizado para a projecção. Nas cenas com mais acção e movimentos mais rápidos, a coisa fica demasiado forçada... sinceramente, parece que de repente vemos o filme em fast forward... Não sei se é por a minha visão não estar ainda habituada às 48 frames ou se teria algo a ver com o equipamento de projecção. Apenas para informação, vi na sala 3 do NorteShopping, a única da cadeia Lusomundo na zona do Porto com este tipo de projecção.

Em relação ao filme, e sem querer entrar em spoilers, acho que esta primeira parte está muitíssimo bem conseguida. Jackson começa o filme com a narração da história da conquista de Eribor aos anões por parte de Smaug. Jackson consegue assim, logo no início, explicar-nos a origem da aventura com que nos vai presentear na continuação do filme e nos restantes dois. O resto está praticamente igual ao livro, a partir do qual aproveita praticamente todos os detalhes, até os mais infímos (diálogos incluídos). Existem, obviamente, algumas adaptações, obrigatórias na transposição para o cinema mas que em nada prejudica o desenrolar dos acontecimentos.

Uma última nota para a banda sonora que continua soberba! Mais uma vez, Howard Shore esmerou-se... então a música dos anões sobre a quest que estão prestes a desempenhar é magnífica! É daquelas que nos fica na cabeça e no dia a seguir ainda a trauteamos sem darmos por isso. :)
Aqui fica, para quem quiser trautear um pouco...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Romance em Amesterdão

Sinopse
Mariana e Zé Pedro passaram quinze longos anos sem se tornarem a ver. O tempo que poderia ter sido suficiente para fazer desmaiar a sua paixão vivida em Amesterdão. Os mesmos quinze anos que fizeram Mariana imaginar, milhares de vezes, o reencontro; e Zé Pedro desesperar de alguma vez voltar a encontrá-la. Quando, subitamente, numa azafamada manhã, numa estação de metro, se voltaram a encontrar. Quando tudo parecia ter sido diluído no tempo, eis que o passado volta a ser vivido no presente. Um romance apaixonante!

Opinião
Adquiri este livro há uns meses atrás (quase 1 ano!) numa promoção online da Editorial Presença. Apesar de se tratar de um autor desconhecido para mim, já tinha visto vários livros seus nos escaparates das livrarias, tendo alguns atingido lugares cimeiros nos tops de venda nacionais. Havia chegado o tempo de conhecer mais um autor português.
Zé Pedro é um escritor que, rendido ao fracasso das suas obras, decide emigrar para Amesterdão e trabalhar como empregado de mesa. Mariana é uma mulher que, prestes a dar um importante passo na sua vida, decide fazer uma semana de férias em Amesterdão. E é nessa altura que as suas vidas se cruzam pela primeira vez e ambos vivem uma semana muito intensa, quebrada pelo regresso de Mariana a Portugal. Só após 15 anos se voltam a encontrar e a reacender a faísca que ainda se escondia no íntimo de cada um. Mas entretanto, as realidades pessoais de cada um alteraram-se, Zé Pedro retomou a escrita e é dono de uma pequena livraria e Mariana, advogada num conhecido escritório, casou-se e tem uma filha com precisamente 15 anos!
O resto da história desenrola-se à volta do trio Zé Pedro, Mariana e Ricardo e dos seus encontros, desencontros e demais peripécias que normalmente rodeiam este tipo de histórias.
Apesar de não ser daqueles romances de "encher o olho", que deslumbram ou que nos fazem devorar páginas, acabou por se tornar uma leitura muito agradável, assim num estilo de light-book. A escrita é fluída, bem estruturada e centrada nas personagens e seus sentimentos.
Um autor a quem voltarei... Primeiro porque ainda tenho lá outro livro dele na estante e, acima de tudo, porque é português. :)