Já não escrevia aqui neste espaço há mais de 4 meses... alguma preguiça, falta de tempo e outras coisas que tais mantiveram-me afastado.
E, subitamente, eis que surge novamente a vontade de partilhar as tais "aventuras e desventuras". E porquê? Porque neste fim de semana aconteceu a minha estreia em provas de trail running. Onde? Na Serra D'Arga, numa prova organizada pelo supra-sumo do trail em Portugal, o grande Carlos Sá!
O Grande Trail da Serra D'Arga!
Foi uma prova absolutamente BRUTAL! Para ser sincero, nunca pensei que uma prova destas pudesse ser tão, tão, mas tão violentamente desgastante!
O início serviu logo para mostrar ao que íamos... dos 252m aos 718m de altitude em apenas 3Km! Aquilo mais parecia uma prova de escalada. E não faltaram os chamados elementos naturais, pedra, lama, pedra, chuva, pedra, vento, pedra, nevoeiro... uff. Ainda não tinha chegado a este primeiro pico e já me questionava se iria conseguir chegar ao fim da prova. Depois de atingido o pico, alguns passos para recuperar e, toca a descer em direcção a Arga de S. João. E não, as descidas NÃO são a parte mais fácil deste género de corrida. Foi, aliás, uma descida extremamente técnica por pedra e lama a uma velocidade (olhando agora para trás) verdadeiramente vertiginosa. E nem o facto de ver um companheiro escorregar e cair à minha frente me fez abrandar o passo. (obviamente que eu e quem me seguia parámos para ver se estava tudo bem e depois de feitas as verificações às escoriações, lá seguimos todos novamente...).
Arga de S. João, 7Km, 1º abastecimento, com sólidos. O meu pensamento nesta altura era um só: se apanho mais uma subida como aquela inicial, desfaleço! Depois de abastecido com alguns sólidos (mel, banana, laranja, etc...) pus-me novamente em marcha. Desta vez o trilho/caminho a seguir era menos técnico e mais "agradável" para as pernas. Sem grandes subidas nem grandes descidas lá se fez até ao posto de abastecimento seguinte (apenas água) situado no Mosteiro de S. João de Arga. Estava no kilómetro 10/11 (mais coisa menos coisa) e faltava, portanto, cerca de metade do percurso. Logo após a saída do mosteiro, mais uma subida/escalada, desta vez em solo mole (com aderência muito complicada), na qual só não chamei um guindaste para me puxar porque era curta... Ultrapassado mais este obstáculo, toca a seguir e, como é apanágio no trail, toca a subir. O que me valeu nesta fase foi o facto da subida ser pouco íngreme e relativamente curta, cerca de 1,5 a 2 Km.
Novamente a descer, desta vez por trilhos mais "suaves" para as pernas mas ainda com muita pedra, comecei a sentir as primeiras dores musculares na "barriga" das pernas, resultado da descida vertiginosa que tinha feito na primeira metade. Pausa na descida para mais um abastecimento (sólidos) em Trás-Âncora (ou seria Mousela?). Estava no kilómetro 14/15 e já me imaginava a terminar a corrida. Novamente o mesmo tipo de combustível ao qual adicionei um pouco de Coca-Cola, na esperança de que a injecção de cafeína surtisse algum efeito lá mais para o final...
Mais uma vez em marcha e terminada a descida, toca a correr em alcatrão. E foi aqui que tudo começou a complicar. Fui atingido pelas primeiras cãimbras na "barriga" das pernas. Optei por andar em vez de correr para tentar soltar os músculos e, aparentemente, resultou. O problema era que uma das piores partes do percurso estava para chegar e, em apenas 1~2Km estourei completamente. Atingi aquilo que se pode chamar de estado de exaustão total! Com uma passada em falso (escorreguei na lama), o músculo da coxa direita esticou e tive que parar cerca de 10 minutos para ele voltar a relaxar. O que me valeu nesta fase foi um companheiro de luta que me deu um pouco de sal enquanto eu recuperava. Fui ainda ajudado por um elemento da organização que não me "largou" enquanto eu ali estava. Perguntei-lhe quanto faltava ao que ele me respondeu cerca de 2Km. Bem, mais 2 menos 2, não vou desistir agora! E lá arrepiei caminho, por um trilho muito, mas mesmo muito técnico, cheio de lama, ao longo de um encosta com o rio a correr cheio de força lá em baixo. Cãimbras em cima cãimbras lá consegui chegar à estrada e fazer o kilómetro final. Meio a passo meio em corrida lenta, lá cheguei ao fim. Completamente exausto das pernas... ainda bem que terminou ali, não teria dado para muito mais...
E assim correu a minha primeira aventura no Trail.
Resultado final: 2h27m46s e uma honrosa 224º posição, num total de 605 participantes.
Foi a primeira e não há-de ser a última corrida de trail. Longe disso!!! Venha a próxima!
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
Isto não é como começa...
...mas sim como acaba!
Este fim de semana lembrei-me desta famosa expresão de Jorge Jesus, à 2 épocas atrás, em relação ao início de época de Vilas Boas.
A "modos que", este fim de semana acabou por ter só uma cor, AZUL E BRANCO!
Por isso, dedicado aos portistas, deixo esta bela peça, It's Alright, it's ok!
E para os passarinhos vermelhuscos, deixo esta... After You!
P.S. - ainda ando à procura da previsão meterológica para esta semana... mas em graus Kelvin!
Este fim de semana lembrei-me desta famosa expresão de Jorge Jesus, à 2 épocas atrás, em relação ao início de época de Vilas Boas.
A "modos que", este fim de semana acabou por ter só uma cor, AZUL E BRANCO!
Por isso, dedicado aos portistas, deixo esta bela peça, It's Alright, it's ok!
E para os passarinhos vermelhuscos, deixo esta... After You!
P.S. - ainda ando à procura da previsão meterológica para esta semana... mas em graus Kelvin!
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Sob um manto...
... de nevoeiro!
As terras de Basto literalmente imersas num denso manto de nevoeiro!
A diferença de temperatura entre o centro da vila de Cabeceiras e o topo do Outeiro, onde me encontrava era de 6ºC!
Cá em cima estava bem mais quentinho :)
As terras de Basto literalmente imersas num denso manto de nevoeiro!
A diferença de temperatura entre o centro da vila de Cabeceiras e o topo do Outeiro, onde me encontrava era de 6ºC!
Cá em cima estava bem mais quentinho :)
terça-feira, 23 de abril de 2013
The 80's revival
Back to the 80's!!!
This is good music, really good to go along with this sunny days :)
This is good music, really good to go along with this sunny days :)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Kitchen of Thrones
Estreou no domingo passado a 3ª temporada de Game Of Thrones, a espectacular série da HBO baseada nos livros de George R.R. Martin. Mais uma vez, a série promete, tendo já batido recordes de audiência nos EUA.
É, aliás, a temporada por que todos os fãs da série anseiam. Se seguir os acontecimentos dos livros será verdadeiramente épica.
E para comemorar este regresso da saga aos écrans, deixo aqui um vídeo com um receita de culinária westerosiana que está muito engraçado: Winterfell Honeyed Chicken.
Vou, inclusive, tentar executá-la lá em casa... Só não prometo comer a galinha com um facalhão à Rambo!
É, aliás, a temporada por que todos os fãs da série anseiam. Se seguir os acontecimentos dos livros será verdadeiramente épica.
E para comemorar este regresso da saga aos écrans, deixo aqui um vídeo com um receita de culinária westerosiana que está muito engraçado: Winterfell Honeyed Chicken.
Vou, inclusive, tentar executá-la lá em casa... Só não prometo comer a galinha com um facalhão à Rambo!
quarta-feira, 13 de março de 2013
A Cabana
Sinopse
E se Deus marcasse um encontro consigo? As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada. Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana. Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.
Opinião
Este foi o último livro de 2012. E que maneira terrível de fechar o ano em termos de leituras... Demorei 3 semanas para ler estas 248 páginas e houve uma altura em que duvidei se chegaria ou não ao fim. Sem querer ferir susceptibilidades, vou deixar aqui uma opinião muito sincera.
Comprei este livro na Feira do Livro do Porto do ano passado, muito por influência da constante presença da obra nos tops e escaparates das livrarias e também por alguma curiosidade sobre a abordagem que seria feita ao assunto. O facto de não ser religioso nem acreditar na existência de Deus como o Criador acabou por me dificultar bastante a leitura. Apesar do o início da história ser interessante, a partir do momento em que Mack regressa à cabana para conversar com Deus, tudo estagna! Tudo gira em torno de conversas banais, completamente "ocas" e sem sentido, pelo menos para mim... Acho até que a forma que o autor escolheu para "dar forma" a Deus (uma cozinheira negra, um lenhador/carpinteiro e um ser/coisa que só se vê desfocado...) parece vinda directamente do país das maravilhas da lendária Alice...
E o final, bem... wordless... Acho que era a única saída possível, depois de toda aquela "fantuchada".
Definitivamente, não aconselho. E, sinceramente, não consigo compreender todos os epítetos que estão associados a esta obra: "o livro que mudará a sua vida", "leitura obrigatória", "milhões de exemplares vendidos", etc.
E se Deus marcasse um encontro consigo? As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada. Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana. Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.
Opinião
Este foi o último livro de 2012. E que maneira terrível de fechar o ano em termos de leituras... Demorei 3 semanas para ler estas 248 páginas e houve uma altura em que duvidei se chegaria ou não ao fim. Sem querer ferir susceptibilidades, vou deixar aqui uma opinião muito sincera.
Comprei este livro na Feira do Livro do Porto do ano passado, muito por influência da constante presença da obra nos tops e escaparates das livrarias e também por alguma curiosidade sobre a abordagem que seria feita ao assunto. O facto de não ser religioso nem acreditar na existência de Deus como o Criador acabou por me dificultar bastante a leitura. Apesar do o início da história ser interessante, a partir do momento em que Mack regressa à cabana para conversar com Deus, tudo estagna! Tudo gira em torno de conversas banais, completamente "ocas" e sem sentido, pelo menos para mim... Acho até que a forma que o autor escolheu para "dar forma" a Deus (uma cozinheira negra, um lenhador/carpinteiro e um ser/coisa que só se vê desfocado...) parece vinda directamente do país das maravilhas da lendária Alice...
E o final, bem... wordless... Acho que era a única saída possível, depois de toda aquela "fantuchada".
Definitivamente, não aconselho. E, sinceramente, não consigo compreender todos os epítetos que estão associados a esta obra: "o livro que mudará a sua vida", "leitura obrigatória", "milhões de exemplares vendidos", etc.
terça-feira, 5 de março de 2013
Game of Thrones - Season 3
Finalmente está a chegar a 3ª temporada de Game Of Thrones e, para os fãs, a temporada que mais ansiavam. Se seguirem os livros, vai ser verdadeiramente épico!
sexta-feira, 1 de março de 2013
A Filha do Capitão
Sinopse
A Filha do Capitão é a história de uma grande paixão em tempo de guerra. Quem sabe se a vida do capitão Afonso Brandão teria sido totalmente diferente se, naquela noite fria e húmida de 1917, não se tivesse apaixonado por uma bela francesa de olhos verdes e palavras meigas. O oficial do exército português estava nas trincheiras da Flandres, em plena carnificina da I Guerra Mundial, quando viu o seu amor testado pela mais dura das provas. Em segredo, o Alto Comando alemão preparava um ataque decisivo, uma ofensiva tão devastadora que lhe permitiria vencer a guerra num só golpe, e tencionava quebrar a linha de defesa dos aliados num pequeno sector do vale do Lys. O sítio onde estavam os portugueses. Tendo como pano de fundo o cenário trágico da participação de Portugal na Grande Guerra, A Filha do Capitão traz-nos a comovente história de uma paixão impossível e, num ritmo vivo e empolgante, assinala o regresso do grande romance às letras portuguesas. O Capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível. Mas o seu amor iria enfrentar um duro teste. O Alto Comando alemão, reunido em segredo em Mons, decidiu que chegara a hora de lançar a grande ofensiva para derrotar os aliados e ganhar a guerra, e escolheu o vale do Lys como palco do ataque final. À sua espera, ignorando o terrível cataclismo prestes a desabar sobre si, estava o Corpo Expedicionário Português. Decorrendo durante a odisseia trágica da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, A Filha do Capitão conta-nos a inesquecível aventura de um punhado de soldados nas trincheiras da Flandres e traz-nos uma paixão impossível entre um oficial português e uma bonita francesa. Mais do que uma simples história de amor, esta é uma comovente narrativa sobre a amizade, mas também sobre a vida e sobre a morte, sobre Deus e a condição humana, a arte e a ciência, o acaso e o destino.
Opinião
Bom, este é daqueles livros em que, pela sinopse, ficamos a saber quase tudo!
É, também, um dos primeiros livros de José Rodrigues dos Santos (o 2º, me parece...), numa altura em que o famoso herói Tomás Noronha, provavelmente, ainda não era nascido. :)
De facto, trata-se de uma história de amor em tempo de guerra. Mas além da história de amor, que serve como pano de fundo, JRS transporta-nos para o início do século XX e dá-nos uma ideia do que foi a colaboração portuguesa na 1ª grande guerra. O autor apresenta-nos um retrato bastante fiel do que terá sido a famosa guerra das trincheiras e de como o Corpo Expedicionário Português a viveu na zona da Flandres. Tudo isto enquanto o panorama político nacional se desenrolava num verdadeiro turbilhão, nos tempos que antecederam a chegada do Estado Novo.
Acaba por ser um bom romance histórico, no sentido em que somos transportados para um período do qual apenas ouvimos falar, e sem grande detalhe (pelo menos no meu caso). De facto, as dificuldades por que passou o CEP foram enormes e as diferenças entre as suas "condições de guerra" e as dos aliados, bem como dos próprios alemães, eram absolutamente abissais. Desde a higiene pessoal (o banho semanal era algo estranho para os portugueses...), à qualidade do vestuário, às condições nas próprias trincheiras, etc.
Uma história muito interessante e uma leitura que recomendo.
A Filha do Capitão é a história de uma grande paixão em tempo de guerra. Quem sabe se a vida do capitão Afonso Brandão teria sido totalmente diferente se, naquela noite fria e húmida de 1917, não se tivesse apaixonado por uma bela francesa de olhos verdes e palavras meigas. O oficial do exército português estava nas trincheiras da Flandres, em plena carnificina da I Guerra Mundial, quando viu o seu amor testado pela mais dura das provas. Em segredo, o Alto Comando alemão preparava um ataque decisivo, uma ofensiva tão devastadora que lhe permitiria vencer a guerra num só golpe, e tencionava quebrar a linha de defesa dos aliados num pequeno sector do vale do Lys. O sítio onde estavam os portugueses. Tendo como pano de fundo o cenário trágico da participação de Portugal na Grande Guerra, A Filha do Capitão traz-nos a comovente história de uma paixão impossível e, num ritmo vivo e empolgante, assinala o regresso do grande romance às letras portuguesas. O Capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível. Mas o seu amor iria enfrentar um duro teste. O Alto Comando alemão, reunido em segredo em Mons, decidiu que chegara a hora de lançar a grande ofensiva para derrotar os aliados e ganhar a guerra, e escolheu o vale do Lys como palco do ataque final. À sua espera, ignorando o terrível cataclismo prestes a desabar sobre si, estava o Corpo Expedicionário Português. Decorrendo durante a odisseia trágica da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, A Filha do Capitão conta-nos a inesquecível aventura de um punhado de soldados nas trincheiras da Flandres e traz-nos uma paixão impossível entre um oficial português e uma bonita francesa. Mais do que uma simples história de amor, esta é uma comovente narrativa sobre a amizade, mas também sobre a vida e sobre a morte, sobre Deus e a condição humana, a arte e a ciência, o acaso e o destino.
Opinião
Bom, este é daqueles livros em que, pela sinopse, ficamos a saber quase tudo!
É, também, um dos primeiros livros de José Rodrigues dos Santos (o 2º, me parece...), numa altura em que o famoso herói Tomás Noronha, provavelmente, ainda não era nascido. :)
De facto, trata-se de uma história de amor em tempo de guerra. Mas além da história de amor, que serve como pano de fundo, JRS transporta-nos para o início do século XX e dá-nos uma ideia do que foi a colaboração portuguesa na 1ª grande guerra. O autor apresenta-nos um retrato bastante fiel do que terá sido a famosa guerra das trincheiras e de como o Corpo Expedicionário Português a viveu na zona da Flandres. Tudo isto enquanto o panorama político nacional se desenrolava num verdadeiro turbilhão, nos tempos que antecederam a chegada do Estado Novo.
Acaba por ser um bom romance histórico, no sentido em que somos transportados para um período do qual apenas ouvimos falar, e sem grande detalhe (pelo menos no meu caso). De facto, as dificuldades por que passou o CEP foram enormes e as diferenças entre as suas "condições de guerra" e as dos aliados, bem como dos próprios alemães, eram absolutamente abissais. Desde a higiene pessoal (o banho semanal era algo estranho para os portugueses...), à qualidade do vestuário, às condições nas próprias trincheiras, etc.
Uma história muito interessante e uma leitura que recomendo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
10th anniversary
Este ano faz 10 anos que saiu um dos melhores álbuns (pelo menos para mim...) de sempre: Give Up dos The Postal Service.
E, para relembrar, deixo aqui um dos temas que mais marcaram o álbum, We Will Become Silhouettes.
Apenas uma nota, The Postal Service não é bem uma banda... foi mais uma espécie de projecto paralelo de Ben Gibbard, o vocalista dos Death Cab for Cutie, uma excelente banda com excelentes trabalhos nos últimos anos... um dia destes hão-de passar aqui pelo "cantinho".
E para comemorar a efeméride, a banda voltou-se a reunir e vai entrar em tour. O local de actuação mais perto aqui deste cantinho será Barcelona, em Maio, no Barcelona Primavera Sound. Pena... era melhor que viessem ao Optimus Primareva Sound, aqui no Parque da Cidade da inbicta.
Além das várias datas da tour, vai também ser lançada uma edição especial de Give Up com 2 novos temas, sendo que um deles já "circula" aí pela net e pelas rádios... A Tattered Line of String
E, para relembrar, deixo aqui um dos temas que mais marcaram o álbum, We Will Become Silhouettes.
Apenas uma nota, The Postal Service não é bem uma banda... foi mais uma espécie de projecto paralelo de Ben Gibbard, o vocalista dos Death Cab for Cutie, uma excelente banda com excelentes trabalhos nos últimos anos... um dia destes hão-de passar aqui pelo "cantinho".
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Clube de Combate
Sinopse
A primeira regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A segunda regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A terceira regra do Clube de Combate é: dois homens por luta.
No mundo apocalíptico de Tyler Durden, os rituais secretos de combate são vividos como um desafio a todos os limites. O que é a lealdade? Que sentido faz pertencer a um grupo? A solidão é uma libertação ou a imagem íntima do terror?
Clube de Combate, adaptado ao cinema, em 1999, por David Fincher e com as interpretações de Brad Pitt e Edward Norton, foi um livro que marcou uma geração.
Opinião
Este é (mais) um dos livros que tinha para lá, na estante, comprado numa promoção e que aguardava a sua vez, como tantos outros. :)
Não tinha visto o filme e não fazia a mínima ideia do que iria sair daquelas páginas. Confesso que o título não me é muito sugestivo, razão principal, talvez, para que nunca tenha tido curiosidade em ver o filme...
O livro conta-nos a história de um funcionário de uma empresa de seguros de automóveis que sofre de insónias e que é aconselhado pelo seu médico a frequentar grupos de auto-ajuda. Numa dessas reuniões acaba por conhecer uma mulher, Marla, que desempenhará um importante papel no decorrer da história. Mas o papel principal será desempenhado por Tyler Durden, alguém que o narrador conhece numa das suas viagens e que irá revolucionar por completo a sua vida, nomeadamente com a criação do Clube de Combate.
O final acaba por ser algo esperado mas mesmo assim, um pouco surpreendente.
A leitura é razoavelmente agradável e, como é pequeno (208 páginas), fez-se a bom ritmo. Não foi, no entanto, um livro que me tivesse marcado... nem pela positiva, nem pela negativa... foi mesmo daqueles assim-assim.
A primeira regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A segunda regra do Clube de Combate é: não falar do Clube de Combate. A terceira regra do Clube de Combate é: dois homens por luta.
No mundo apocalíptico de Tyler Durden, os rituais secretos de combate são vividos como um desafio a todos os limites. O que é a lealdade? Que sentido faz pertencer a um grupo? A solidão é uma libertação ou a imagem íntima do terror?
Clube de Combate, adaptado ao cinema, em 1999, por David Fincher e com as interpretações de Brad Pitt e Edward Norton, foi um livro que marcou uma geração.
Opinião
Este é (mais) um dos livros que tinha para lá, na estante, comprado numa promoção e que aguardava a sua vez, como tantos outros. :)
Não tinha visto o filme e não fazia a mínima ideia do que iria sair daquelas páginas. Confesso que o título não me é muito sugestivo, razão principal, talvez, para que nunca tenha tido curiosidade em ver o filme...
O livro conta-nos a história de um funcionário de uma empresa de seguros de automóveis que sofre de insónias e que é aconselhado pelo seu médico a frequentar grupos de auto-ajuda. Numa dessas reuniões acaba por conhecer uma mulher, Marla, que desempenhará um importante papel no decorrer da história. Mas o papel principal será desempenhado por Tyler Durden, alguém que o narrador conhece numa das suas viagens e que irá revolucionar por completo a sua vida, nomeadamente com a criação do Clube de Combate.
O final acaba por ser algo esperado mas mesmo assim, um pouco surpreendente.
A leitura é razoavelmente agradável e, como é pequeno (208 páginas), fez-se a bom ritmo. Não foi, no entanto, um livro que me tivesse marcado... nem pela positiva, nem pela negativa... foi mesmo daqueles assim-assim.
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