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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Final de época (II)

Continuando a volta pelas redondezas de Busteliberne, voltei a atacar uma subida que já tinha tentado fazer com tempo de chuva e que por ser em rocha tinha ficado logo no início ...


Como se percebe, logo a partir do ínicio (local onde fotografei), a subida é em rocha o que a torna quase impossível de se fazer com piso molhado. Como desta vez, estava tudo seco fui lá tentar.

E de facto, quase conseguia superá-la mas a parte final, muito íngreme e com muita pedra grande e solta, terá que ficar para a próxima. Os 125cc de que disponho não me dão potência suficiente para atacar a parte final ... Paciência.


Acabei por voltar atrás e dar a volta ao monte pela encosta norte. Pelo meio encontrei malta que tinha parado para descansar a meio de uma caminhada :)


Já na parte final do percurso, muito perto da Casa da Veiga, descobri um pequeno riacho onde era possível atravessar a vau e então lá fui eu ...


Acho que o atravessei umas três ou quatro vezes ...
Estava tanto calor que deu para refrescar as partes baixas da mota :)


E foi assim ... final da época 2009/2010.
Entretanto já trouxe a mota para casa e vou-lhe fazer uma pequena revisão e prepará-la para o próximo ano.

Até lá :)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Final de época (I)

No último fim de semana de Junho, dei por encerrada a época 2009/10 no que respeita às minhas actividades TT. Num ano que se pretendia preenchido (deixei a mota em Cabeceiras o ano inteiro para poder fazer mais passeios) acabei por fazer apenas 3 ou 4 passeios ...
Nem nos passeios do Motoclube do Porto consegui participar ... enfim, pró ano há mais :)

Calor comó caraças !!! Definitavemente, com este tempo quente não dá para andar de mota no monte ...

Desta vez, acabei por dar uma volta entre Abadim, Busteliberne e nas fraldas da Cabreira. Percorri alguns trilhos que já conhecia na zona de Abadim e explorei, essencialmente novos caminhos nas redondezas da aldeia de Busteliberne. E aí está ela ...


Em Busteliberne, descobri um novo trilho que é um verdadeiro "mimo" para os amantes da pedra. Durinho q.b. e com alguns degraus interessantes ...

Havia inclusive uma velha ponte onde tive que atravessar com a mota na mão para não correr o risco de cair para o lado ... Não parece mas a força das águas dos últimos anos (e acredito que do último inverno) destruiram "quase" por completo a ponte.


E depois, mais pedra ... e a subir.
Suei que me fartei. Até encharquei o capacete ...


No final, dificuldade superada. E hei-de lá voltar :)
Logo a seguir à passagem na aldeia de Busteliberne, nova dificuldade. Esta já tinha tentado anteriormente e tinha sempre ficado a meio. Desta vez fui com a pujança toda e acabei por subir isto em 2ª e sempre a puxar !!!


Apesar de o início ser pouco íngreme, a partir de meio e principalmente o final, a inclinação é bastante acentuada ... Dificuldade superada :)

Volto já :)
Continuação no próximo post.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Ao fim de meio ano, voltei ... (II)

Depois da passagem pela Junta de Freguesia de Riodouro, iniciei então a descida da encosta até à estrada nacional. Pelo menos, esse era o objectivo.

Após algumas voltas, inclusive algumas onde tive que fazer o caminho inverso pois não tinha saída lá consegui chegar ao cemitério de Riodouro que fica sensivelmente a meio da encosta.
Logo a seguir ao cemitério, optei por cortar à direita por um caminho que me levou exactamente para onde eu queria. Ao Rio de Vilela, um afluente do Rio Peio que nasce na Cabreira e vai desaguar no Tâmega.


E tinha ponte para atravessar e tudo!!! Aparentemente, tudo corri bem ...


Só que depois de atravessar o rio e começar a subir é que a "porca torceu o rabo"! E de que maneira ...
A uns escassos 100~200 metros de chegar à localidade de Portelinha (e à estrada nacional) deparo-me com esta subida completamente impossível de se fazer !!!


Apesar de a foto anterior espelhar a inclinação da subida, a foto seguinte ilustra perfeitamente qual era a verdadeira dificuldade da subida. Aquilo não eram pedras, eram rochas que tinham nascido ali !!! E era cada uma !!


Lá tive que voltar para trás, refazendo o trajecto até ao cemitério de Riodouro e depois, toca a abrir até casa pois já estava na hora do tacho ...
Pelo caminho, ainda parei para registar um importante marco tecnológico na actividade de pastoreio.

Quem anda por estas bandas, mais cedo ou mais tarde acaba por encontrar coisas como por exemplo uma cancela fechada ou cordas utilizadas para guiar o gado que nos barram o caminho. Pois bem, foi exactamente aquilo que encontrei. Uma corda que me fechava o caminho. Ora, está-se mesmo a ver que não há dificuldade nenhuma. O artista saiu da mota e toca a pegar na corda e colocá-la no chão. Eis quando, sem prever, pimba !!! Um choque! E pensei eu, mas o que é isto? Electricidade estática? Voltei a pegar na corda e ... pimba outra vez!


Pus-me à procura e encontrei-o. Estava mesmo ali à frente dos meus olhos.


Um PASTOR ELÉCTRICO !!! Irra que só me faltava mesmo isto ...
Os nossos pastores estão a ficar espertos ... e avançados tecnologicamente ...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ao fim de meio ano, voltei ... (I)

Pois é, a última vez que tinha pegado na mota foi no dia 1 Novembro do ano passado!!!

Mais de 6 meses depois, finalmente, eu e ela, ela e eu ... lá fomos nós, para mais umas voltinhas na zona de Cabeceiras. No fim de semana de 15 e 16 de Maio (aproveitando claro o "feriado papal") lá fui eu para cima ...

Desta vez, e seguinda umas dicas do meu cunhado, resolvi ir para o "outro lado" do monte ou seja, Riodouro. Não, não foi ali para os lados da ribeira nem para os lados de gondomar. Riodouro é uma freguesia do concelho de Cabeceiras de Basto que fica na encosta mesmo em frente à encosta onde fica Abadim (normalmente o meu ponto de partida).

Por acaso, em voltas anteriores, já tinha pensado em percorrer os trilhos daquele lado. É muito mais verde, com bastante vegetação e sempre me permitiria "mudar de ares" sem me afastar muito do centro de Cabeceiras. É que como vou sozinho (já sei que não devia mas ...) convém sempre andar por perto ...

Eis o trilho que percorri ou melhor, quase percorri. Houve ali uma subida de uns miseros 20 metros totalmente impossível de a fazer sozinho. Mas já lá vamos ...


Logo no início, em Chacim, uma trialeira fantástica com muita pedra e sempre a subir !!! Espectáculo, vale bem a pena fazê-la outra vez ... Não tenho fotografias desta zona porque era literalmente impossível para a meio. Caso o fizesse duvido que conseguisse continuar a subir sem ter que retornar uns bons metros atrás.
Logo depois uma zona de bastante lama que desci e que não resisti a tentar subi-la. Pois bem, foi mesmo só tentativa porque ao fim de 3 desisti e segui caminho. A lama era muita, a inclinação também e os sulcos, bem, era cada um ...

O aspecto do início da subida era este.



E a parte final, onde já não dava mesmo ...


E para que conste, cá fica o registo da Junta de Freguesia.


Mesmo aqui ao lado da junta ainda deu para analisar a encosta do outro lado e ver os caminhos que costumo percorrer entre Abadim e o aeródromo.


A partir daqui foi tentar descer a encosta até à nacional para depois subir para Abadim ... E isso fica para a segunda parte :)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O Preto de Pitões

Fim de semana de muito frio que nem assim fez esmorecer a vontade de passear.

Aproveitando o fim de semana em Cabeceiras de Basto, decidimos, em conjunto com os meus cunhados, dar uma pequena passeata até à neve (se é que a havia) e fomos almoçar à bela aldeia de Pitões das Júnias em Montalegre, num dos cantinhos mais pitorescos do Parque Nacional da Peneda-Gerês.


Estava um frio de rachar como já mostrei aqui pelo que não deu para passear na aldeia a pé. Só mesmo de carro e com muita coragem lá saía do carro para "bater umas chapas" como esta aqui.


Em Pitões das Júnias, onde já tinha estada há uns anos atrás (creio que a F. ainda não existia ...), fomos almoçar à Casa do Preto, de quem eu já tinha ouvido boas críticas. E realmente valeu bem a pena.
Um ambiente muito acolhedor e com uma gastronomia 5 estrelas. Em terras de Barroso, lá foram para a "Posta Barrosã" e eu decidi experimentar o "Presunto à Preto". Maravilha, ainda salivo só de falar/escrever ...
Aproveitamos ainda para visitar a sala de fumeiro da Casa do Preto que tinha cá cada presunto ... vai lá vai... Sem exagerar devia haver lá alguns para uns 20 a 30 Kg. Como não cheguei a tirar nenhuma fotografia, aproveito para "rapinar" esta aqui.

Tirada daqui.

Deixo ainda uma última fotografia de uma pequena fonte onde as placas de gelo flutuavam ...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Frio, frio, frio ...

O último fim de semana foi de frio em quase todo o país mas, como é habitual, no interior faz sempre um bocadinho mais de frio, especialmente à noite.

E em Salto, Montalegre, o frio foi tal que congelou as quedas de água.


Houve quem dissesse que, nas noites de Sábado para Domingo e Domingo para Segunda, o termómetro baixou até aos -5ºC. Apesar de não ter termómetro no carro, acredito perfeitamente.


Às 12h os pequenos riachos e a água nas valetas da estrada ainda estavam congelados ...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Voltinha abençoada

Ainda não tinha tido oportunidade de fazer este relato, mas ainda vai a tempo ...

Muita chuva e muita lama no já distante "domingo de defuntos" !!!
Que mais se pode querer? :)
Acho que foi o primeiro fim de semana chuvoso na nova época e, por coincidência, lá estava eu, pronto para mais uma volta.

No sábado anterior tinha ido buscar a máquina à "alficina" onde esteve a ser revista. Nada de mais, apenas uma revisão geral, mudanças de óleo, limpeza de filtros e acabou por levar também um kit de transmissão. Foi o primeiro ao fim de 7 anos o que não é nada mau ...
Estavamos então prontos para mais uma passeata, ela e eu :).

Iniciei o passeio em Abadim e devido ao estado do tempo, optei por "inventar" os trilhos que ia seguindo pois a chuva impedia-me de pegar nos meus mapas e seguir eventuais rotas traçadas anteriormente. Quando arranquei, o tempo estava assim:


Magnífico, hein!!

Aliás, tirando o início (em que tirei a foto anterior), o resto foi sempre a levar com água benta em cima pelo que não deu para tirar grandes fotos ... A própria bolsa da máquina acabou por ficar toda molhada e ainda fiquei com receio que chegasse àgua à máquina. Felizmente, tal não aconteceu mas da próxima vez que apanhar assim o tempo, não vou arriscar e vou mesmo sem máquina fotográfica ...
Ainda consegui tirar mais uma antes de a guardar definitivamente.


Ainda descobri alguns trilhos novos, sempre ali nos arredores de Busteliberne, e ainda descobri um local onde é possível fazer a travessia de um riacho, pelo próprio riacho !!! Claro que tem lá uma ponte, mas nestes casos, é sempre preferível molhar as "patinhas" :)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Voltinha estragada ...

Como já tinha relatado aqui, o passeio TT que pretendia fazer no dia 26 de Setembro acabou por ficar "ligeiramente" estragado em virtude do incêndio que deflagrou em Abadim, normalmente o meu local de partida para estas passeatas.

O objectivo desse dia era, partindo como habitualmente do centro de Cabeceiras (depois de atestar a bicha ...), subir em direcção a Abadim, fazer a ligação a Busteliberne pela zona dos Moinhos do Rei e depois explorar os arredores de Busteliberne, dando a volta pelo Norte e descendo pelo Complexo da Veiga.

Devido ao incêndio, vi-me forçado a alterar a primeira parte do percurso, tendo ficado impedido de subir a encosta de Abadim pelo monte. Teve mesmo que ser por asfalto ... Chegado lá a cima ao aérodromo, deu para perceber que além da encosta de Abadim, o fogo tinha já avançado (ou teve início lá ?!? ...) em direcção à mata dos Moinhos do Rei, como se pode ver pelo fundo da fotografia.


Felizmente, como pude constatar depois, essa zona do incêndio estava já perfeitamente controlada e apagada. Aproveitei para explorar um pouco esta zona e descobri alguns trilhos muito interessantes.
Infelizmente, como estava meio lesionado das costas, fruto da minha última participação do Futsal dos Coxos, não arrisquei muito mas ficou na retina algumas subidas com muito bom aspecto. Um local a voltar proximamente ...

Chegado a Busteliberne, o objectivo principal era percorrer o trilho marcado com o sombreado amarelo na imagem que se segue.


Em ocasiões anteriores já tinha tentado fazer este trilho no sentido Sul-Norte mas não consegui encontrar o desvio. Na realidade ele estava lá como pude comprovar mas é uma p*** duma subida que não me arrisco a fazê-la sozinho ... Até a descer dá medo ...
A estratégia foi circundar o caminho por Este, percorrendo caminhos já conhecidos e onde encontrei novamente gente conhecida de outros passeios.



Oh pra elas ali a espreitar ...

Depois de dar a volta pelo lado Este do caminho referido, entrei no mesmo pelo Norte que entretanto foi remodelado (uma pequena parte) para a instalação do parque eólico. O final deste pequeno trilho, como já disse, é de meter medo!!! Da próxima vez que lá voltar, tenho que fazer o registo fotográfico...

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Não havia necessidade ...

É isto, portugal no seu melhor ...
Basta os tipos da meteorologia anunciarem um pouco de calor e ... pimba!!! Fogos em cima!


Foi impressionante o cenário de sábado, em Cabeceiras de Basto, com um incêndio que varreu quase toda a encosta de Abadim, local onde costumo ficar sempre que lá vou (em casa dos sogros) e, principalmente, por onde me costumo divertir de mota, percorrendo trilhos e caminhos espectaculares.

Tudo começou, por incrível que pareça, por volta das 22h de sexta. À 1h30 da manhã de sábado (hora a que cheguei a casa depois da festa no centro da vila) já se percebia, pelo clarão visto de casa, que iria haver trabalho para os bombeiros. Já de manhã, por volta das 6h30 senti algum movimento no caminho em frente a casa (o que não é nada normal tratando-se de um caminho apenas para acesso a meia dúzia de casas) e quando decidi espreitar, ainda em pijama, o que se passava lá fora, tinha já dois carros de bombeiros e um autotanque a 50m de casa e com as chamas já bem visíveis.

Eram mais ou menos 8h30 quando saí de casa (de mota e já totalmente equipado para a passeata da manhã), logo seguido da Carla que levou as miúdas para baixo, para a vila porque o ar já era irrespirável.

Seguiu-se uma manhã e uma tarde de intenso combate ao incêndio pelos bombeiros. A dimensão do incêndio era tal que, entre os meios envolvidos, contavam-se dois aviões e um helicóptero.


No rescaldo do incêndio, além da área ardida, fica o desconsolo de saber que os caminhos que costumava "trilhar" de mota devem ter sido completamente varridos pelo fogo. Da próxima vez que lá for, terei oportunidade de ver como ficaram ...
Mas sem a densa vegetação que caracterizava parte dos trilhos, a vontade de voltar lá não será a mesma ...

Deixo aqui mais algumas fotos que fiz enquanto tentava pass(e)ar de mota ...


O relato do passeio de mota fica para o próximo post ...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mais uma ficha, mais uma voltinha ...

Interrupção nas férias para actividades TT !!!

No fim de semana de 22-23 lá fui para Cabeceiras, preparado para mais uma voltinha de monte.
Mais uma vez, levava já o percurso estudado e tudo preparado para disfrutar de umas horas a percorrer monte em duas rodas !!!

Desta vez, iria elevar a fasquia em termos de percurso pois pretendia passar por alguns trilhos por onde tinha passado a caravana do 9º Raid TT Cabeceiras 2009. Num primeira parte do percurso, iria subir de Cabeceiras de Basto até à aldeia d eAbadim pelos trilhos percorridos no raid.


A subida para Abadim fica "mais ou menos" dividida em duas subidas, intervalados por um pequeno troço plano.
A primeira subida é simplesmente sensacional: zona de arvoredo, com subida em zigue-zague e sempre de gás a fundo a levantar pó!!! No final do zigue-zague, 200 metros em rocha e com muita pedra!!! Espectáculo.

A seguir, uma zona plana, com passagem por terra e empedrado com várias casas, como que perdidas no monte, e eis que surge a segunda subida.
Esta foi feita a rasgar, literalmente!!! Na altura em que passou o raid TT, o trilho devia estar aberto e limpo mas não foi caso quando lá cheguei. Tive que abrir caminho por entre silvas e tojos de maneira que fiquei com a camisola toda "marcada". Mas deu pica, muita pica!
Só no final desta subida é que parei para umas fotos. Por onde vim ...


... e para onde ia.


E foi um pouco mais à frente que tive o meu primeiro e único contratempo. Sozinho, era impossível seguir em frente. O trilho era literalmente um caminho de cabras no meio da encosta.

E terminava num local onde eu teria que subir um degrau (no sentido literal da palavra) à minha esquerda e fazer uma subida de uns 15~20 metros.


Não deu ... azar ... Se não fosse o degrau, com um pouco de balanço ainda teria ganho velocidade e força para fazer a subida mas ... Ainda fiz o primeiro terço. Depois não deu mais ... Se não fosse sozinho e tivesse ajuda, tenho a certeza que teria conseguido. Fica para a próxima.

Voltando atrás, acabei por dar a volta ao aeródromo, por baixo e pelo lado Este.


Com o aeródromo completamente arranjado, ainda deu para umas brincadeiras e para levantar algum pó. Após umas voltas na zona da área de lazer do Oural, parti para a segunda parte do percurso que consistia na ligação Abadim-Busteliberne.
Já havia feito esta ligação anteriormente pelo que desta vez resolvi "inventar" e experimentar novos trilhos. E foi precisamente por "inventar" que descobri isto:


Confesso que não sei que designação lhe dar: área de descanso, área de lazer, área de jogo ...
Também por "inventar", vi-me forçado a rasgar mato.


Sim, o caminho seguia mesmo ali pelo meio ... E tinha saída para a estrada no final!

Já na entrada de Busteliberne, optei por "inventar" mais uma vez. Decidi fazer um pequeno trilho, por onde passou a caravana do 9º Raid TT Cabeceiras 2009 que classifico como 7 estrelas para os amantes do TT. Trata-se de um troço com cerca de 1Km, muita pedra no início, muita lama no fim, relva e um pequeno riacho que, correndo ao lado do trilho, acaba por inundá-lo, conferindo à aventura o tempero necessário para que à saída se possa dizer: tenho que voltar a fazer esta me*** !!!



No final da subida, tempo para dar descanso à montada e ao montador.



A seguir parei em Busteliberne para a já tradicional "bucha". Depois de atestado, ainda fiz uma subida até ao monte, em direcção às "ventoínhas" mas, dado o adiantar da hora, tive que dar meia volta e regressar à base.


A família esperava e eu já agradecia um chuveirinho e os pés debaixo da mesa ...